Tag: dislexia

  • Bingo de Rima

    Bingo de Rima

    Oie!!! Há um tempo eu compartilhei aqui com vocês o Bingo de Aliteração que, assim como o jogo que eu trouxe hoje, tem o objetivo de estimular o desenvolvimento da consciência fonológica. Estes recursos são, dentre outros, imprescindíveis em um ambiente que pretende ser alfabetizador para facilitar o processo de construção da escrita. Inclusive, podem também ser uma ferramenta muito útil para minimizar o sofrimento de crianças que apresentam dificuldade na aprendizagem da escrita e leitura.

    Capovilla e Capovilla (2007, p. 33) afirmam que:

    […] Crianças com dificuldade de escrita frequentemente apresentam atrasos em consciência fonológica […]

    Obviamente que sempre precisamos estar atentos ao “para quem” se destina o jogo, ou seja, fazer as adaptações necessárias. Feito isso teremos crianças mais engajadas, motivadas – o que facilita o nosso trabalho -, e, portanto, o aprendizado acontece com alegria e prazer.

    Sugestão de uso:

    Distribuir para cada criança ou dupla uma cartela e marcadores (pedrinhas, bolinhas de papel, etc). Colocar as fichas com perguntas “rima com…” dobradas em um pote. Verificar se as crianças conhecem todas as figuras disponíveis nas cartelas que receberam. É hora de começar o jogo. Retirar uma ficha do pote, abrir, e, sem mostrar a figura para as crianças, dizer, por exemplo: “rima com joelho”. As crianças devem colocar um marcador sobre a figura de um coelho. Após, é preciso mostrar a ficha com a figura para as crianças conferirem se marcaram corretamente. Ganha o jogo quem marcar toda a cartela primeiro.

    Para finalizar, podemos sugerir que cada criança escreva os nomes das figuras das cartelas que receberam.

    Espero que este material seja útil para vocês. Um forte abraço e até o próximo post. 🙂

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    CAPOVILLA, Alessandra G. S.; CAPOVILLA, César Fernando. Problemas de leitura e escrita: como identificar, prevenir e remediar numa abordagem fônica. São Paulo: Memnon, 2007

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    • Instruções de uso.

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  • Descubra d, b, q, p

    Descubra d, b, q, p

    Oieee!

    Gente, eu me formei no magistério em 1989 e, naquela época, jamais imaginei que teria o contato com professores de tantos lugares diferentes. Vocês são feras(!) e , muitas vezes, os relatos que recebo me deixam emocionada. Amooo saber o quanto temos professores engajados em motivar a aprendizagem dos alunos. Sinto que juntos fazemos parte de um batalhão em prol da educação do nosso país, mas nem sempre temos a dimensão do nosso trabalho porque não é possível mensurar e nem ver no agora, é no futuro! Em forma de agradecimento pela companhia organizei um jogo que estará disponível em arquivo PDF gratuitamente. É um presente em comemoração ao Dia do Professor. Espero que vocês gostem <3

    E qual o objetivo deste jogo? Bem, quem é professor(a) alfabetizador(a) sabe que é muito comum, no início do processo de construção da escrita, as trocas com as letras d,b,q,p. Aos poucos as crianças vão compreendendo as diferenças, no entanto, algumas levam um tempo maior nesta compreensão. O jogo que eu trouxe tem o intuito de contribuir neste aprendizado.

    Sugestão de uso:

    Mostrem para as crianças a cartela com imagens d-dedo, b-bebê, q-queijo, p-pera. Isso irá ajudar na associação. Dica: esta cartela pode ser fixada nas carteiras das crianças e deixar lá para pesquisas futuras ;).

    O tabuleiro deve ser colocado sobre uma superfície plana e é preciso cobrir as letras d,b,q,p com tampas de garrafa PET.  ATENÇÃO! É muito importante, para evitar confusões, que as crianças estejam sentadas de frente para o tabuleiro. Por isso, uma criança deve jogar ao lado da outra ou, cada uma, deve ter o seu próprio tabuleiro.

    Uma das crianças joga o dado. O desafio dela será tirar uma tampa do tabuleiro que esteja cobrindo a letra que saiu no dado. Se acertar, fica com a tampa. Se errar, deve colocar a tampa de volta sobre a letra. Se, ao jogar o dado, cair “sua vez”, a criança pode escolher e dizer o nome de uma das letras (d,b,q,p) que deseja descobrir. Da mesma forma que antes, se acertar, fica com a tampa. O jogo segue até uma das crianças conquistar cinco tampas primeiro.

    É isso! Espero que vocês tenham gostado do presente, um forte abraço!!!

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  • Bingo Fonema x Grafema

    Bingo Fonema x Grafema

    Oie!!!

    Se existe uma ferramenta que precisa estar presente em um ambiente alfabetizador, certamente, é uma que envolva o conhecimento da relação grafema x fonema (letra/som).

    Bus e Van Ijzendoorn apud Soares (2016, p. 217) esclarecem:

    […] a plena compreensão do princípio alfabético se fundamenta na associação entre letras e fonemas. Esses pesquisadores, com base na análise de 71 pesquisas experimentais sobre o desenvolvimento da consciência fonêmica, com ou sem o suporte do conhecimento de letras, concluíram que a aprendizagem da escrita ocorreu de forma mais consistente e efetiva nos programas que desenvolveram simultaneamente fonemas e letras […].

    Para reforçar ainda mais a importância deste conhecimento para a construção da escrita vejam o que Montessori (1965, p. 202), nos diz:

    […] Quando se apresenta à criança uma letra, emitindo seu som, ela fixa a imagem mediante o seu sentido visual e, ao mesmo tempo, com seu sentido tátil-muscular; associa o som aos sinais correspondentes, isto é, toma conhecimento da linguagem gráfica.

    Queridos, eu tomo o cuidado de fundamentar o que trago de sugestão para vocês porque considero importante estarmos bem embasados teoricamente na nossa prática que, jamais(!), pode ser desenvolvida por “achismo”. Além disso, devido a subjetividade de cada criança, é preciso constantemente reavaliar o nosso trabalho para nos certificarmos se estamos proporcionando a intervenção adequada. Tenho esta convicção por compreender que nem sempre uma atividade que foi eficiente no desenvolvimento de uma criança será para outra. Sendo assim, procurar por autores que já desenvolveram pesquisas na área é fundamental.

    Então vamos a ideia de hoje?

    Sugestão de uso:

    Distribuir para cada criança ou dupla uma cartela com letras e marcadores (botões, bolinhas de papel reciclado, …). Colocar as fichas com imagens dentro de uma sacola/caixa.

    Para o jogo começar é preciso retirar uma ficha da sacola, falar o som da primeira letra do nome da figura. Exemplo: /mmmm/ para maçã. As crianças deverão procurar em suas cartelas uma letra que tenha esse som. Quem tiver coloca um marcador sobre a letra e fala o som. Após, é necessário mostrar a carta com a figura, falar novamente o som e mostrar a letra para a criança ter certeza que marcou corretamente (se for necessário, escrevam no quadro). O jogo continua e ganha quem marcar primeiro três letras na horizontal, vertical ou diagonal. Vocês também podem combinar que é necessário completar a cartela toda para vencer o jogo. É preciso avaliar o que é mais adequado.

    Vou encerrar deixando uma dica importante: O conhecimento da relação fonema x grafema (som/letra) deve ser apresentada ao longo do ano juntamente com outras atividades para estimular o desenvolvimento da consciência fonológica. Supondo que a criança não tenha nenhum conhecimento sobre este assunto, sugiro apresentar duas ou três letras/som a cada dia. Sendo que, as letras já aprendidas, devem ser revisadas nos dias seguintes. Ok?!

    Um forte abraço e até o próximo post 😉

    Ah! Fale nos comentários se este texto lhe ajudou, vou amar saber.

    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

    MONTESSORI, Maria. Pedagogia científica. São Paulo: Flamboyant, 1965.

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

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  • Consciência de sílaba

    Consciência de sílaba

    Oie!

    Gente, vocês já estão cansados(as) do tema  consciência fonológica? Espero que não porque ainda tenho muitas ideias para compartilhar aqui com vocês…rs Hoje a sugestão é para estimular a consciência de sílaba, que é a habilidade de segmentar as palavras em sílabas. Esta aprendizagem contribui muito no processo de alfabetização. Inclusive, para um aprendente que esteja apresentando hipótese de escrita pré-silábica é fundamental que seja feita uma intervenção estimulando este conhecimento.

    […] Os estágios iniciais da consciência fonológica (consciência de rimas e sílabas) contribuem para o desenvolvimentos dos estágios iniciais do processo de leitura. […] (CAPOVILLA e CAPOVILLA, 2007, p. 33).

    Quem trabalha com alfabetização sabe que, muitas vezes, quando segmentamos as palavras para as crianças  enfatizando pausadamente os sons, elas apresentam escrita com hipótese diferente daquela que elas conseguem fazer sozinhas. Isso é uma demonstração clara de que precisam desenvolver a consciência fonológica. O jogo que eu trouxe como sugestão hoje estimula as crianças a se esforçarem na aprendizagem deste conhecimento.

    Sugestão de uso:

    Entregue para cada criança um peão (pode ser botões coloridos). Disponibilize o tabuleiro sobre uma superfície plana e coloque as cartas com figuras dentro de uma caixa ou sacola. Cada criança escolhe uma casa no tabuleiro para colocar o seu peão. Depois, cada uma na sua vez, pega uma carta da caixa, fala em voz alta o nome da figura e segmenta a palavra em sílabas (pode bater uma palma para cada sílaba). O número de sílabas será correspondente à quantidade de casas que a criança deve avançar no percurso do tabuleiro. Se cair em uma casa que tenha o símbolo 👏🏽 (uma palma), avança mais uma casa. Se cair em uma casa que tenha o símbolo👇(dedo indicador para baixo), volta uma casa. Após, a criança coloca a carta de volta na caixa/sacola. Ganha o jogo quem conseguir dar uma volta completa no percurso e retornar à sua casa primeiro.

    Variação: a criança pode colocar um marcador na carta para sinalizar a quantidade de sílabas da figura.

    Quero concluir este texto dizendo que as crianças simplesmente amaaam este jogo.

    Espero ter contribuído! Fale pra mim nos comentários 😉

    Um forte abraço

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    CAPOVILLA, Alessandra Gotuzo Seabra; CAPOVILLA, Fernando César. Problemas de leitura e escrita: como identificar, prevenir e remediar numa abordagem fônica. 5. ed. São Paulo: Memnon, 2007.

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  • Troca letra

    Troca letra

    Oieee!

    Pensem em uma atividade rica para alfabetização, agora pensem em uma atividade simples para alfabetização e… tcham… tcham…tcham… tcham…

    Eu coloquei o nome de “troca letra”, mas poderia muito bem ser “troca som” porque nesta atividade a criança terá a possibilidade de observar que a mudança de apenas uma letra/som em uma palavra pode mudar completamente o seu sentido. Isso é um excelente exercício de percepção e discriminação auditiva. É importante proporcionarmos para as crianças em processo de alfabetização atividades que elas confrontem sons iguais/sons diferentes.

    A capacidade de discriminar sons diferentes constitui fator indispensável à aprendizagem da leitura e escrita. (ANTUNES, 2003, p. 46).

    Sugestão de uso:

    A criança deverá pegar uma cartela, observar o grupo de letras disponível na margem superior. Procurar o grampo que tenha o mesmo grupo de letras e fixá-lo na cartela, junto com a primeira letra que está em destaque, ler a palavra que formou. Para descobrir uma palavra diferente deve mudar a posição do grampo para a outra letra em destaque na cartela.

    Construir frases e histórias com as palavras descobertas será uma excelente maneira de colocá-las em um contexto e, assim, contribuir no aprendizado.

    Gostaram? Quero saber!!!

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências.12 edPetrópolis: Vozes, 2003

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  • Pescaria de Aliteração

    Pescaria de Aliteração

    Oieee!!!

    Hoje vou continuar nosso assunto da semana passada sobre consciência fonólogica. Lembram que falei sobre a rima? Naquele post também abordei que um dos itens a ser desenvolvido da consciência fonológica é a aliteração,  que é a habilidade de identificar sons iniciais iguais (sílabas ou fonemas). Antes de tudo é importante estarmos cientes que utilizar a rota fonológica é essencial para o desenvolvimento da leitura e, mesmo nós, leitores fluentes, precisamos recorrer a ela quando estamos diante de uma palavra nova. Estimular a consciência fonológica faz a criança voltar sua atenção para a cadeia sonora das palavras e, se apresentarmos jogos ou brincadeiras que elas possam verificar a representação gráfica fará, consequentemente, que elas encontrem correspondências gráficas.

    Soares (2016, p. 184), afirma: “[…] atividades que levem a criança a confrontar rimas e aliterações com sua representação escrita podem introduzir a compreensão da relação entre os sons e os grafemas que os representam, ou seja, a compressão do princípio alfabético.”

    Agora vamos ao jogo? Deixei o arquivo PDF com este material na nossa loja. Para adquirir clique no link disponível no final do post.

    Sugestão de uso:

    Coloquem os peixes em uma bacia com areia e as cartas com figuras em uma sacola. Cada criança, na sua vez, retira uma carta da sacola e tenta pescar um peixe que tenha uma palavra que inicie com o mesmo som (fonema) da figura da carta. Se conseguir, fica com o peixe. Se não conseguir, deverá devolver a carta para a sacola e o peixe para a bacia (no mesmo lugar que estava).

    Se a criança tirar um peixe que estiver escrito “+ 1 CHANCE”, ela poderá pescar mais uma vez, porém, antes precisará cumprir alguma tarefa. Pode ser dizer uma palavra que começa com o mesmo som que precisa encontrar ou outra tarefa que vocês acharem interessante para a brincadeira.

    Ganha o jogo quem conquistar mais peixes.

    Gente, as crianças amam este jogo. Espero que contribua com o trabalho de vocês e que tenhamos mais alegria no processo de construção da escrita e leitura.

    Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

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    • 14 peixes;
    • 14 cartas;
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  • Marque a rima

    Marque a rima

    Oieee!!!

    Queridos, estimular o desenvolvimento da consciência fonológica é sempre muito importante para o processo de alfabetização.

    Capovilla e Capovilla (2007, p. 214-215) afirmam: “[…] procedimentos para desenvolver consciência fonológica e ensinar correspondências grafo-fonêmicas podem efetivamente auxiliar a aquisição de leitura e escrita. […]“

    Esta estimulação pode ser realizada através de jogos e brincadeiras de rimas, aliterações, consciência das palavras, consciência silábica, consciência fonêmica e relação grafema-fonema.

    A sugestão de jogo que eu trouxe hoje, como o próprio título diz, tem o objetivo de estimular a habilidade de identificar rimas. Mas o que é rima? É a repetição de uma sequência de sons a partir da vogal da última sílaba tônica. A equivalência deve ser sempre sonora e não necessariamente gráfica. Exemplo: caroço e osso. No entanto, no jogo que estou apresentando, há também correspondência gráfica.

    Deixei na nossa loja o arquivo PDF com este jogo (é enviado por e-mail). Para adquirir acesse o link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Coloquem o tabuleiro em uma superfície plana e as cartas com figuras em uma sacola. Cada criança deverá ter uma cor de massinha de modelar e, na sua vez, retira uma das cartas da sacola. Todas as crianças, ao mesmo tempo, deverão procurar no tabuleiro uma palavra que rime com a figura da carta. Quem encontrar coloca uma bolinha de massinha de modelar sobre a palavra. Para cada figura há duas palavras no tabuleiro que rimam com ela. O jogo termina quando não há mais cartas na sacola. Ganha o jogo quem conseguir marcar mais palavras.

    Observação 1: Caso a criança encontre muita dificuldade em ler as palavras do tabuleiro, vocês podem ir lendo com ela porque o objetivo inicial deste jogo é fazer com que a criança consiga identificar a correspondência sonora.

    Observação 2: Já se a criança está em um processo um pouco mais avançando e o jogo estiver muito fácil, vocês podem cobrir as palavras das cartas. Assim ela irá se atentar somente ao som e não a correspondência gráfica.

    Ou seja, façam as adaptações necessárias para que o jogo tenha um desafio, mas que seja possível de ser realizado 😉

    Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    CAPOVILLA, Alessandra Gatuzo Seabra; CAPOVILLA, Fernando César. Problemas de leitura e escrita: como identificar, prevenir e remediar numa abordagem fônica. São Paulo: Memnon, 2007.

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    • 12 cartas;
    • Instruções de uso.

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  • Tríade

    Tríade

    Oieee!!!

    Gente, vocês conhecem o jogo “Trinca” ou então o “Pife”? Quando eu era criança jogava muito com minha mãe. Após o almoço eu tinha a responsabilidade de lavar a louça e fazia isso bem rapidinho só para jogar com ela. Era pura diversão… hehe Óbvio que, a questão ali não era apenas jogar, mas estar perto da minha mãe. Grandes lições aprendi com ela, por exemplo, paciência e persistência.

    CURY (2003, p. 33) nos faz refletir:

    Bons pais corrigem falhas, pais brilhantes ensinam os seus filhos a pensar.

    E por que estou falando tudo isso? Porque o jogo de hoje lembra um pouco a Trinca. No entanto, a primeira adaptação que fiz foi que na Trinca é preciso agrupar três grupos de três cartas. Sei que é meio difícil segurar tantas cartas com mãos ainda pequenas, então será necessário apenas um grupo de três cartas (um tríade). Explico melhor logo abaixo.

    Sugestão de uso:

    O desafio do jogo será agrupar a figura de um animal com as sílabas que formam o seu nome (observem a imagem acima).

    Comecem distribuindo três cartas para cada jogador. O que sobrar coloquem dentro de uma caixa ou sacola.

    Uma criança pega uma carta da sacola, se ela quiser ficar deverá descartar uma das suas cartas sobre a mesa. Se não quiser, é só colocar sobre a mesa. O outro jogador poderá escolher se fica com a carta da mesa ou pega outra da sacola. Assim o jogo segue até uma das crianças atingir o objetivo.

    Tríade

    Variação: Talvez, para algumas crianças, este jogo seja mais desafiador se vocês cobrirem os nomes dos animais (veja imagem ao lado) 😉

    Bom, é isso meus queridos! Escrever este post me trouxe doces lembranças. E vocês, gostaram? Querem mais jogos assim? É a participação de vocês que vai me orientando a melhor maneira de ajudá-los, ok?

    Um forte abraço,

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    CURY, Augusto. Pais brilhantes, professores fascinantes. Rio de Janeiro: Sextante, 2003.

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    • 27 cartas;
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  • Varal para formar palavras

    Varal para formar palavras

    Oie!!!

    Quero começar este post de hoje expressando a imensa felicidade que sinto ao saber – pelas várias mensagens que recebo – que o trabalho que venho desenvolvendo e compartilhando neste site há 10 anos, vem sendo aproveitado em diversos espaços pelo Brasil e mundo; coisas que a internet tornou possível. Minha responsabilidade só cresce com cada pessoa que por aqui passa e lê as minhas tentativas de escrita.

    Acredito e tenho muita fé que juntos, mesmo que por vezes pareça que estamos fazendo pouco, vamos espalhar sementes de uma educação com mais diversão e principalmente afetividade.

    ”Vivemos com nossos sentimentos mais do que com nossa inteligência e nossas decisões apenas parecem racionais. “ (LAPIERRE, 2010, p. 15).

    Então vamos nessa?! Seguimos lembrando de sempre apresentar um material que seja adequado para os conhecimentos prévios da criança e dos desafios que são possíveis e necessários para ela alcançar.

    O material que trouxe como sugestão tem somente sílabas simples. Falem pra mim se querem que eu desenvolva um material semelhante com sílabas complexas, ok? 🙂

    Tem arquivo PDF com este material na nossa loja. Para adquirir cliquem no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Disponibilizem o varal para formar palavras para a criança explorá-lo. Deixem-na olhar as imagens, falar quais conhece ou não, etc. Após, fechem o varal e façam perguntas, por exemplo: quais imagens ela lembra de ter visto, quantos animais tinha, qual a cor do fone , qual a cor da luva…

    Se a criança não se lembrar de muita coisa, deixem-na explorar mais uma vez o material. Desta maneira ela irá ficar mais atenta a cada detalhe.

    Depois é hora de escrever os nomes das figuras. Para isso entreguem as fichas com sílabas 🙂

    É isso, espero que contribua. Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    LAPIERRE, Andre. Da psicomotricidade relacional à análise corporal da relação. Curitiba: UFPR, 2010.

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    • 20 fichas com imagens (para organizar o varal);
    • 15 fichas com sílabas;
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  • Sílabas vazadas

    Sílabas vazadas

    Oieee!!

    Gente, um material rico para a alfabetização é aquele que desperta interesse e estimula progressos no desempenho das crianças; para isso, deve partir do simples para o complexo. Assim, cada degrau avançado pela criança dará para ela o conhecimento prévio necessário para subir o próximo. Por isso que crianças carentes de estímulos irão precisar da nossa atenção especial, e é importante sabermos que com paciência e persistência podemos transformar muitas vidas.

    Antunes (1998, p. 16):

    “[…] Um ambiente afetuoso e uma educação rica em estímulos ajudam a superar muitas das privações e atenuar os efeitos de consequências emocionais.”

    Para contribuir com este trabalho vejam o que eu trouxe hoje! Com esta ideia além da alfabetização (traçado das letras, conhecimento de sílabas) estaremos trabalhando a coordenação motora fina. Uhuu!!! Amo tudo isso! E vocês?

    Sílabas vazadas

    Sugestões de uso:

    A criança escolhe uma carta e tenta descobrir qual dos nomes das duas figuras em destaque começa com a sílaba da carta. Cobre com massinha de modelar a nuvem da figura que está incorreta.

    Após, preenche a sílaba com massinha de modelar.

    Escreve o nome da figura.

    Variação: unir cartas que formam palavras.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 1998.

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    • 20 cartas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.