Tag: pensamento lógico

  • Domialerta

    Domialerta

    O-lá!

    Vou começar este post com uma boa notícia: o jogo Domialerta está gratuito para você baixar, imprimir, montar e jogar com as crianças. Iupiii, é festa!!!

    Agora quero falar um pouco sobre a importância dos jogos lúdicos para o aprendizado. Eles são fundamentais no espaço educativo. Além dos conteúdos que podem ser trabalhados, também contribuem para desenvolver o pensamento lógico, estimulam a aceitação de regras e normas, a tolerância à frustração, o pensamento estratégico, a criatividade para lidar com situações-problema e a socialização. Por falar nisso, no espaço escolar, os jogos têm um papel ainda mais favorável para o desenvolvimento saudável do convívio coletivo do que em casa com seus familiares, pois, desta forma, a criança precisa aprender a lidar com diferentes opiniões e culturas.  

    […] o jogo na escola apresenta vantagens sobre o jogo que se pratica em família. Em casa, a criança brinca sozinha ou com seus irmãos […], no centro escolar brinca com muitas outras crianças da mesma idade, frequentemente de várias procedências e culturas, havendo, portanto, uma importante vertente socializante que se deve saber aproveitar.

    O jogo Domialerta, além do descrito acima, estimula a atenção, a percepção, o desenvolvimento da orientação espacial. Vamos à explicação do jogo?

    Sugestão de uso:

    Distribua as peças igualmente entre as crianças. Se sobrar, reserve para uma eventual “compra”.

    Sorteiem quem colocará a primeira peça no centro da mesa.

    O jogador seguinte deve colocar uma peça que tenha uma figura igual a um dos dois lados da peça que foi colocada no centro da mesa. Para isso, deve prestar atenção à cor e também à posição dos braços do(s) robô(s).

    É isso! Gostou do jogo? Vai contribuir com o seu trabalho? Conta nos comentários 😉

    Um forte abraço!

    BATLLORI, Jorge. Jogos para treinar o cérebro. 11. ed. São Paulo: Madras, 2009

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    • 18 peças;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar 🙂

  • Dominúmero e Cor

    Dominúmero e Cor

    O-lá!

    Para começar este texto, você reparou no nome do jogo? É um dominó, mas eu quis dar uma ludicidade maior ao nome. O que você achou? Ah, ele está disponível gratuito na nossa loja. Esta parte tenho certeza que você amou… Rsrs! Um outro detalhe, eu não sei se você já percebeu, mas os jogos disponibilizados gratuitamente aqui na Psicosol recebem o mesmo cuidado e carinho que os jogos pagos. O nosso intuito é, realmente, contribuir com a educação do nosso país. Na verdade, por este jogo envolver números, pode ser utilizado em qualquer nacionalidade. Assim vamos espalhando nossas sementes de ludicidade pelo mundo afora. Tão gratificante isso!   

    O objetivo do Dominúmero e Cor é instigar tanto a construção do número quanto a atenção, a percepção e o pensamento lógico. Sendo assim, fique atento(a) à sugestão de uso, porque ele há mais regras a serem cumpridas além de organizar números com suas quantidades correspondentes.

    Se, durante o jogo, surgirem divergências entre as crianças, em um primeiro momento, observe as argumentações. Não interfira de imediato. É importante para o desenvolvimento delas que tenham espaço para discordar, colocar seus pontos de vista sem interferência do adulto dizendo quem está certo ou errado.

    […] Com esse feedback direto, vindo de uma fonte externa e com autoridade, evita qualquer possibilidade de discussão entre as crianças, ele é indesejável e desaconselhável, pois destrói a iniciativa e a confiança da criança em sua própria capacidade de pensar. (KAMII; DECLARK, 1997, P. 60).

    Sendo assim, observe as divergências e argumentações das crianças durante o jogo e só interfira quando realmente for necessário para que cheguem a um entendimento. E, ao invés de dizer quem está certo ou errado, peça que cada um diga o motivo de pensar que está certo. Muitas vezes esta simples interferência já pode fazer a criança que está equivocada na sua linha de pensamento perceber o erro.

    Vamos à explicação do jogo agora?

    Sugestão de uso:

    Distribuir igualmente a mesma quantidade de peças entre os jogadores. O que sobrar, deixe de lado para uma eventual “compra”.

    Será sorteado quem irá colocar a primeira peça. O jogador seguinte deve colocar uma peça cujo lado tenha o número ou quantidade correspondente  igual a um dos lados do dado e também a mesma cor. Ou seja, se for de cor diferente, não vale.

    Ganha o jogo quem ficar sem nenhuma peça primeiro.

    Variação: Após as crianças terminarem o jogo, mas com o Dominúmero ainda montado sobre a mesa, peça que fechem os olhos, enquanto isso você retira uma peça. As crianças devem descobrir qual foi o lugar de que você tirou a peça. Ou seja, deverão olhar atentamente onde está o erro! Isso é muito divertido!

    É isso! Gostou do Dominúmero e Cor? Conta pra mim! Assista ao vídeo que está logo abaixo com a explicação do jogo.

    Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

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    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar 🙂

  • Acerte o Tamanho

    Acerte o Tamanho

    O-lá!

    O jogo que eu trouxe hoje é bacana para estimular o pensamento lógico das crianças. E o melhor: está gratuito!!! Uhuuu!!! Eu sei que você ficou feliz!

    Por que eu sou tão fofa, né?! Também não sei…Rsrs, mas uma coisa eu sei: os jogos lúdicos são verdadeiros desencadeadores de inteligência e este que eu trouxe como sugestão hoje é ideal para instigar a percepção visual das crianças, estimular que elas estabeleçam relações e também contribuir na construção do número.

    É comum ouvirmos que a criança é como uma esponja que absorve tudo que está em seu meio. Em partes isso é verdade, no sentido de que ela capta muito do meio que está inserida, mas é também pertinente dizer que existe algo muito pessoal em como cada uma reage aos estímulos que recebe.

    […] todo jogo pode ser usado para muitas crianças, mas seu efeito sobre a inteligência será sempre pessoal e impossível de ser generalizado. (ANTUNES, 2003, p. 16, grifo do autor).

    Sendo assim, é sempre importante salientar que um jogo pode ser muito bom para uma criança e promover modificações cognitivas, mas para outra criança pode não ter o efeito desejado. Sabendo disso, devemos ficar atentos para compreender e não desanimar jamais! Um outro dia, um outro jogo e assim seguir!

    Vamos ao jogo de hoje?

    Sugestão de uso:

    Coloque uma carta no centro da mesa. As demais cartas dentro de uma sacola.

    É preciso sortear quem vai iniciar a rodada.

    O jogador pega uma carta da sacola.

    Se o peixe for do mesmo tamanho (pequeno ou grande) que a carta deixada sobre a mesa, ele fica com as duas cartas. É importante deixar claro para as crianças que o peixe pode até ser da mesma espécie, mas se o tamanho for diferente, não vale!

    Se for de tamanho diferente, ele devolve a carta para a sacola.

    Ganha o jogo quem conquistar 6 cartas primeiro.

    No vídeo logo abaixo tem o passo a passo de como utilizar este jogo. Acredito que possa contribuir na compreensão.

    Termino este post deixando um forte abraço. Espero que este jogo promova aprendizagem e muitos sorrisos por aí!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003

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    • 12 cartas com figuras (será preciso imprimir 3 cópias);
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    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar.

  • Peleja Lógica

    Peleja Lógica

    O-lá!

    Sabemos que estimular a atenção, a percepção, a orientação espacial, a concentração tem grande importância para o desenvolvimento cognitivo das crianças. Estas habilidades serão fundamentais para o seu bom desempenho em todas as áreas do conhecimento. Quanto mais cedo forem estimuladas, melhor. Obviamente não estou me referindo a estimulá-las a fim de que deem conta de atividades as quais ainda não têm maturidade para compreender, mas, por exemplo, quando mostramos para uma criança de três anos algumas flores e pedimos para ela observar atentamente os detalhes de cada uma delas: formato de pétalas, textura, miolo, cores, perfume, estamos mostrando para ela a possibilidade de colocar as coisas em uma relação, ou seja, verificar semelhanças e diferenças. Isso é estimular o pensamento lógico 😉

    Uma pessoa com desenvolvimento cognitivo bem organizado tem um bom desempenho em atividades intelectuais, mas, sobretudo, consegue encontrar soluções para os seus problemas do dia a dia de maneira mais fácil.

    […]  Se você exercitar a sua capacidade lógica e de raciocínio, o seu cérebro bem treinado vai lhe ser útil não só em operações intelectuais, mas também no dia a dia […].  (LÓGICA, p. 216, 2006).

    Isso precisa acontecer de maneira gradativa, de acordo com o que a criança dá conta e, principalmente, de forma lúdica, pois dependendo de como os assuntos são apresentados, podem gerar aquelas falas: “eu não gosto de matemática”, ou então “pensar é difícil”. Depois de um bloqueio gerado, ou seja, a criança achar que é incapaz de resolver uma determinada atividade, ficará muuuito mais difícil convencê-la do contrário!

    Vamos ao jogo que eu trouxe como indicação hoje?

    Sugestão de uso:

    O jogador precisa escolher uma ficha com um quadrado.

    Depois pega uma cartela com o mesmo número e deverá apontar quais das peças  disponíveis ele acha que formarão o quadrado da ficha. Este é um exercício de comparação feito mentalmente, mas você pode, por exemplo, sugerir que ele conte os quadradinhos.

    Em seguida, o jogador pega as peças iguais às que ele sinalizou que formam o quadrado e tenta montar para verificar se o palpite dele estava correto.

    Se você tiver peças de Lego pode pedir para ele representar a figura em 3D.

    É isso! Simples e maravilhoso este jogo, você não acha?!

    Abaixo tem um vídeo explicando o passo a passo. Espero que contribua.

    Um forte abraço e até a próxima semana.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    LÓGICA, estrutura e memória. In: 101 maneiras de melhorar sua memória. Rio de Janeiro: Reader’s Digest, 2006.

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    • 12 cartelas;
    • 12 fichas;
    • 15 peças;
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    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Acerte a Cor

    Acerte a Cor

    O-lá!

    Um jogo valioso é aquele que desperta a curiosidade da criança e que, de alguma forma, estimula o seu desenvolvimento emocional, físico e intelectual. Para isso, é importante que ele esteja alinhado com os interesses e possibilidades de compreensão das crianças.

    Os desafios devem ser ampliados conforme percebemos seu desenvolvimento.

    De acordo com Antunes, 2003, p. 18:

    As inteligências em um ser humano são mais ou menos como janelas de um quarto. Abrem-se aos poucos, sem pressa, e para cada etapa dessa abertura existem múltiplos estímulos.

    O jogo que eu trouxe como sugestão hoje aborda o conhecimento de cores, porém, o propósito dele vai além de instigar que as crianças digam os nomes das cores.

    O objetivo é contribuir para que elas possam desenvolver de maneira lúdica o conhecimento de igual e diferente. Ou seja, estimular o pensamento lógico.

    Sabemos que, se desde a mais tenra idade as crianças vivenciarem conteúdos que envolvam lógica de forma divertida, a possibilidade que elas considerem este conhecimento como algo prazeroso é ampliada.

    Então, vamos fazer nossa parte?

    Abaixo segue a explicação do jogo.

    Ah, ele está disponível gratuito em arquivo formato PDF!!! É para começarmos este ano com muito amor…Rs

    Sugestão de Uso:

    As crianças começam sorteando uma ficha com cor.

    Coloque as fichas com ursos dentro de uma sacola. Depois, cada criança, em sua vez, retira uma ficha da sacola.

    Se ela encontrou um urso que tenha uma cor igual à previamente sorteada, ela fica com a ficha. Se for uma cor diferente, ela descarta a ficha sobre a mesa.

    Outra criança pega uma nova ficha da sacola. Se for uma ficha com cor igual a que foi sorteada, ela fica com a ficha que pegou e a(s) que foi(ram) descartada(s) sobre a mesa pela outra criança.

    Ganha o jogo quem conquistar mais fichas.

    Abaixo segue um vídeo que contribuirá para um melhor entendimento do funcionamento do jogo.

    Agora que eu expliquei o jogo, me diga: você gostou? Foi tudo feito com muuuito carinho!

    Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003

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    • 12 cartas com figuras de urso;
    • 6 cartas com cores diferentes.
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    É enviado por e-mail. Para você imprimir, montar e jogar 😉

  • Dominó Esperto

    Dominó Esperto

    O-lá!

    Estimular o pensamento lógico para algumas pessoas é sempre acompanhado de nariz torcido. E o porquê disso, muitas vezes, está nas primeiras experiências com desafios lógicos. 

    Se lançarmos uma pessoa em uma piscina profunda, sem ela ter conhecimento básico para nadar, talvez ela até consiga se salvar, mas o processo deixará nela marcas desagradáveis e ela evitará a todo custo chegar perto de qualquer lugar que lembre uma piscina.

    Estou escrevendo isso porque um jogo precisa ser oferecido de acordo com as condições de resolução de cada aprendente. A melhor forma de adequar é fazendo uma sondagem dos conhecimentos prévios.

    O que almejamos é que o aprendiz vivencie a experiência de satisfação ao conseguir concluir um desafio.  

    […] os resultados obtidos por meio de esforço, cautelosamente dosados, são uma fonte de satisfação que não há por que evitar. (GONZÁLEZ, 2009 apud BATLLORI, 2009, p. 9)

    Quando um aprendente sente aquele gostinho de “sou capaz” dificilmente recusará um desafio.

    O jogo que eu trouxe hoje pode lembrar um jogo que compartilhei há muito tempo aqui no site, o “Dominó de Formas Geométricas”, porém, há algumas diferenças. A principal delas é que este tem um nível mais, digamos assim, fácil. Porém, claro, irá depender do conhecimento prévio de cada criança.

    O objetivo do jogo é estimular a atenção, a percepção, o pensamento lógico. As crianças precisarão observar as partes de um todo. Isso pode ser complexo considerando que será preciso realizar mentalmente uma decomposição. Além disso, algumas figuras são parecidas. Sendo assim, é preciso atenção aos detalhes.

    Vou explicar o jogo, mas façam as adaptações necessárias, ok?!

    Sugestão de uso:

    Distribuir a mesma quantidade de peças entre os jogadores.

    Os jogadores deverão unir uma figura com as partes que foram necessárias para formá-la.

    Ganha o jogo quem for o primeiro a ficar sem nenhuma peça.

    Diferente e maravilhoso este jogo, vocês não acham? Eu sendo modesta novamente…Rsrs! Ah, o arquivo digital está gratuito na nossa loja. <3

    Um forte abraço e até o próximo post.     

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    GONZÁLEZ, Roberto Navarro. Prólogo. In: BATLLORI, Jorge. Jogos para treinar o cérebro. 11. ed. São Paulo: Madras, 2009

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    • 18 peças de dominó;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Risque Cor, Forma ou Tamanho

    Risque Cor, Forma ou Tamanho


    Oie!!!

    Através de mensagens recebemos desabafos de alguns profissionais dizendo que, muitas vezes, é difícil manter o lúdico em sala de aula/espaço psicopedagógico porque eles sofrem com a pressão das famílias. Geralmente, os pais querem que os filhos cheguem em casa com os cadernos cheios.

    Entendemos que esse fato é muito sério, pois pode desqualificar o trabalho que está sendo desenvolvido e a criança sente isso. Sendo assim, é necessário que os profissionais chamem as famílias para orientá-las e, definitivamente, tomem o leme das suas salas de aula, de seus consultórios. Afinal, não se vai ao médico dizendo qual o melhor tratamento.

    Nesta conversa é preciso esclarecer às famílias que os prejuízos podem ser bem significativos se for aplicado conteúdo teórico para crianças que não têm maturidade neurológica adequada para compreender, ou seja, ainda necessitam que os conhecimentos sejam integrados no concreto. O lúdico é fundamental para isso.

    O brincar traz com ele muitos elementos essenciais para aprendizagens futuras.

    Na verdade, ela não está brincando por brincar, ela está fazendo uma importante construção, que vai embasar toda a aprendizagem futura. (SIMONS, 2003, p. 16).

    Portanto, deixem claro às famílias que não temos como abrir mão de ferramentas lúdicas no nosso trabalho, ok?

    Sendo assim, vamos ao jogo! Uhuuu!!! \o/

    Este recurso que trouxemos como sugestão hoje tem como objetivo estimular o processo de construção lógica. Exemplificando melhor, se nós mostrarmos duas caixas com cores diferentes à uma criança, ao notar esta diferença (de cores) ela estará demonstrando um exemplo de conhecimento lógico-matemático. Esta diferença é uma relação criada mentalmente e só pode ser feita por cada indivíduo, ok?! 😉

    Sugestão de uso:

    Os jogadores precisam receber 1 tabuleiro e 1 canetinha (individualmente).

    Cada jogador, na sua vez, joga o dado.

    Se for sorteado “Cor”, o jogador precisa riscar em qualquer lugar do seu tabuleiro duas figuras que tenham cores iguais. Exemplos: duas vermelhas, duas amarelas ou duas azuis (não importa a forma ou o tamanho).

    Se for sorteado “Forma”, o jogador precisa riscar em qualquer lugar do seu tabuleiro duas figuras que tenham a mesma forma. Exemplos: dois círculos, dois quadrados, dois retângulos ou dois triângulos (não importa a cor ou o tamanho).

    Se for sorteado “Tamanho”, o jogador precisa riscar em qualquer lugar do seu tabuleiro duas figuras que tenham o mesmo tamanho. Exemplos: duas pequenas ou duas grandes (não importa a forma ou a cor).

    O jogo segue até que uma das crianças risque todas as figuras de uma linha ou uma coluna. Este será o ganhador.

    Complemento: se vocês tiverem uma caixa com blocos lógicos podem pedir para os jogadores, após riscarem as figuras no tabuleiro, procurarem duas peças iguais. Vai ser show!

    Por hoje é isso! Esperamos que vocês gostem do jogo que desenvolvemos e estamos compartilhando com muito carinho em arquivo PDF GRÁTIS! 💝

    Um forte abraço e até o próximo post <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SIMONS, Ursula Marianne. Blocos lógicos: 150 exercícios. Curitiba: Hubertus, 2003.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF GRÁTIS (enviado por e-mail) contendo:

    • 01 tabuleiro;
    • 01 dado;
    • Instruções de uso.

     

  • Quem sou eu?

    Quem sou eu?

    Oie!!!

    O material que trouxemos hoje para vocês pode ser utilizado com sujeitos em processo de alfabetização, como também, é interessante para estimular o pensamento hipotético e o pensamento lógico.

    Logo abaixo deixamos algumas sugestões de uso, porém, somente quem conhece o aprendente com quem irá utilizar este recurso é que tem um conhecimento mais adequado para conseguir antecipar possíveis dificuldades ou facilidades e fazer as devidas adaptações 😉
    Sendo assim, fiquem atentos as reações dos aprendentes.

    É necessário oferecer à criança um meio pedagógico coerente, sem o que há o risco de aumentar a sua inadaptação […]. (LAPIERRE e AUCOUTURIER, 2012, p. 23).

    Ou seja, é importante que vocês observem as reações dos aprendentes antes, durante e logo após o desenvolvimento da atividade. Tanto a comunicação verbal quanto a corporal podem contribuir para que consigamos conhecer melhor cada aprendente.

    Agora segue o modo que pensamos para a utilização deste recurso.

    Sugestão de uso:

    Primeiramente, deixem o aprendiz escolher uma cartela e verifiquem se ele conhece o nome de todas as figuras que constam nela.

    Em seguida, ele deverá ler os itens da cartela para descobrir qual das figuras deverá ter seu nome escrito nos quadros.  

    Dica: Instruam o aprendente a riscar as figuras que não atendem as informações descritas no texto. É uma forma de aprender a eliminar hipóteses.

    Por hoje é isso! Esperamos que tenha contribuído.

    Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    LAPIERRE, Andre; AUCOUTURIER, Bernard. A simbologia do movimento: psicomotricidade e educação. Fortaleza: RDS, 2012.

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    É enviado por e-mail.

  • Qual não estava?

    Qual não estava?

    Oie!

    O jogo que trouxemos hoje tem como objetivo estimular atenção, concentração, pensamento lógico. Entretanto, antes de mais nada, precisamos deixar um alerta muito importante porque, sobretudo, queremos que vocês tenham um melhor aproveitamento do jogo. Então, vejam a seguir.

    Supondo que a criança esteja muito agitada. Neste caso, vocês concordam conosco que será difícil fazer com que ela consiga manter a atenção, concentração em qualquer atividade?

    Por outro lado, ainda assim, não podemos desistir, não é mesmo?! Em outras palavras, vamos precisar fazer adaptações porque queremos tirar o melhor proveito possível deste momento.

    Sendo assim, primeiramente, antes de dar início ao jogo, observe o comportamento da criança.

    Se ela estiver apresentando sinais de agitação – nos referimos a sinais muito além do comum que qualquer criança pode apresentar por estar motivada para o jogo -, tais como: tensão, cansaço, movimento intenso de pernas e mãos, etc. Neste caso, sugerimos exercícios de alongamento e respiração.

    A comunicação corporal é uma comunicação carregada de valores e componentes emocionais, o gesto, o olhar, o tônus muscular falam de nossos sentimentos, de nossos medos, desejos e conflitos, […]. A gestualidade não é a simples reação nervosa a estímulos, e sim, a resposta de um corpo ao mundo, ou seja, é a representação da vida em si mesma. (VIEIRA; BATISTA; LAPIERRE, 2013, p. 42).

    Após você verificar que a criança conseguiu se tranquilizar é hora do jogo! Ah, inclusive, ele está disponível em arquivo PDF GRÁTIS!!

    Sugestão de Uso:

    Cubra o quadro com peixes que está no lado direito da cartela.  Depois mostre a cartela para a criança e diga para ela observar atentamente os peixes (a posição deles, formato, cor, quantidade).

    Em seguida, cubra o quadro que a criança observou e, imediatamente, descubra o outro quadro e pergunte: “Qual peixe não estava? ”.

    Finalizamos este post deixando como desejo que vocês possam aproveitar muito o jogo que compartilhamos.

    P.S.: Ah, esperamos também, que vocês fiquem atentos as nossas próximas publicações porque, assim como esta, estará recheada de afeto!!!

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    VIEIRA, J. L. ; BATISTA, M.I.B.; LAPIERRE, A. Psicomotricidade relacional: a teoria de uma prática. 3. ed. Fortaleza: RDS, 2013.

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    • 08 fichas;
    • Instruções de uso.

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  • Qual é a única?

    Qual é a única?

    Oie!!!

    Gente, uma maneira de estimular o pensamento lógico, a atenção, a percepção, a memória, é disponibilizar às crianças jogos e brincadeiras que elas possam comparar objetos (forma, tamanho, cor diferente). A habilidade de comparar é um ato mental no qual é preciso colocar as coisas em relação umas com as outras para identificar semelhanças e diferenças. Dependendo da idade e conhecimento prévio do aprendente pode ser uma tarefa bem complexa.

    […] problemas envolvendo comparação são difíceis, pelo menos para crianças menores… na verdade, comparar é bastante complexo. (KAMII, DECLARK, 1997, p. 158).

    Sendo assim, o jogo que trouxemos como sugestão hoje é um daqueles recursos excelentes que devem estar presentes em ambientes que pretendem incentivar o desenvolvimento cognitivo.

    Sugestão de uso:

    Coloque todas as cartas dentro de uma sacola/caixa. Cada jogador, na sua vez, retira uma carta da caixa. Todos os jogadores, ao mesmo tempo, procuram qual figura é a única que não tem outra igual a ela. Deve ser ignorado o tamanho e a direção. Quem encontrar primeiro bate com a mão sobre a carta e mostra a figura. Cada acerto vale um ponto. Ganho o jogo quem chegar a cinco pontos primeiro.

    Gente, este jogo, como os demais compartilhados com vocês, foi desenvolvido com muito comprometimento e entusiasmo. Esperamos que vocês sintam o toque do nosso afeto em cada detalhe. Utilizem com as crianças e depois nos contem como foi a experiência, ok?

    Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

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    • 18 cartas;
    • Instruções de uso.

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