Tag: pensamento lógico

  • Minha Loja

    Minha Loja

    O-lá!

    Este jogo é completamente diferente de tudo que já compartilhei com vocês. Além de estimular a construção do número, do pensamento lógico, da autonomia, há também um olhar para o empreendedorismo.

    O jogo “Minha Loja” traz alguns conceitos que quem é dono do próprio negócio conhece muito bem: cumprir metas, investir, ter estoque, saber escolher a mercadoria que trará mais retorno, lidar com a frustração de não vender, tomar decisões de acordo com o que pensa e lidar com o resultado de suas escolhas. Ou seja, é deixar que a criança tenha iniciativa, que aja com autonomia. Isso é fundamental para o seu desenvolvimento.

    Quando o professor não perde de vista a autonomia como fim maior da educação, ele sempre incentiva a própria iniciativa da criança. (KAMII, DECLARK, 1997, p. 223).

    Se um dos motivos da escola existir é o intuito de preparar as pessoas para que elas entendam e lidem melhor com o mundo que as cerca, o conhecimento sobre empreendedorismo é também algo relevante. Vai além de saber que 2 + 2 é igual a 4, entende?   

    Vamos a explicação do jogo!

    Sugestão de uso:

    Cada jogador deve receber um tabuleiro “Minha Loja” e três moedas.

    Eles discutem entre si se querem como meta para o final da partida chegar a 10 ou 20 moedas.

    Para colocar produtos na loja, eles devem usar suas moedas para adquirir urso de pelúcia ou trenzinho nas lojas de Atacadão. Por motivo de espaço, só podem colocar três mercadorias de cada vez em suas lojas.

    Cada um dos brinquedos custa uma moeda de ouro. Quando o jogador revender um trenzinho, ganha duas moedas de ouro. Já quando revende o urso de pelúcia, ganha três moedas de ouro. Porém, o trenzinho tem mais possibilidades de venda por aparecer mais vezes no dado.

    Então cada empreendedor(a) deve começar decidindo o que vai comprar no Atacadão para revender em sua loja.

    Em seguida, é hora de abrir a loja. Ou seja, cada jogador, em sua vez, joga o dado. Se for sorteado um trenzinho e ele o tiver em sua loja para vender, recebe dos clientes duas moedas. Se for o urso de pelúcia, recebe três moedas. Se for sorteado um brinquedo que ele não tem, passa a vez. Se for sorteado o “emoji triste”, significa que o cliente entrou na loja, mas não comprou.

    Ganha o jogo quem conseguir atingir a meta primeiro!

    Obs.: Ao longo do jogo, os empreendedores podem adquirir novas mercadorias nos Atacadões para repor em suas lojas, mas só podem fazer isso antes da sua vez de jogar os dados e na quantidade que não ultrapasse a capacidade de espaço. No caso, três. 

    É isso! Acredito que seja fundamental vocês assistirem ao vídeo com a explicação do jogo, pois nele há mais detalhes.

    Então, gostaram do  jogo? Contem pra mim nos comentários. Ah, eu gostaria muito que vocês experimentassem deixar as crianças participarem do recorte e montagem do jogo 😉

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

     KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

     

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 20 fichas “urso de pelúcia”;
    • 20 fichas “trenzinho”;
    • 35 fichas “moeda”;
    • 01 tabuleiro “Minha Loja”;
    • 01 dado;
    • 02 artes “Atacadão”;
    • 01 arte “Clientes”;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail. Para você imprimir, montar e jogar. Experimente deixar a criança ajudar no recorte e montagem do jogo 😉

  • Rumo às Estrelas

    Rumo às Estrelas

    O-lá! 

    Hoje tem jogo grátiiis!!! Já comecei bem o post, não é mesmo?

    E é o seguinte: o objetivo do jogo é estimular atenção, percepção, coordenação motora fina, pensamento lógico, orientação espacial que, inclusive, são importantes para o desenvolvimento da alfabetização. Talvez você esteja se perguntando: “como assim, o que tem a ver um jogo que não tem letras com a alfabetização?” Pois bem, alguns conceitos são importantes para o desenvolvimento da leitura e escrita. Exemplo: noção de em cima, embaixo, direita, esquerda. Isso porque algumas letras, tais como, “b”, “d”, “p”, ”q”, se diferenciam, visualmente falando, por uma questão de orientação espacial. Para o observar estes detalhes será muito útil se a criança estiver com sua atenção, percepção e orientação espacial bem desenvolvidas.

    Como sempre venho falando, o lúdico, é o melhor caminho para conseguirmos que a criança desenvolva habilidades que são importantes para o seu desempenho cognitivo, físico e emocional. Por que não dizer também para que os jovens, adultos, se desenvolvam? Afinal, enquanto houver um sopro de vida, ainda há a possibilidade de aprendizagem. E com diversão, quem não quer? É uma questão apenas de sabermos escolher de acordo com as necessidades e interesses do público com quem pretendemos trabalhar. O jogo “Rumo às estrelas” é mais adequado para o público infantil. Se você utilizar com outro perfil, conte para mim sua experiência. Vou amar saber 😉

    […] Cada jogo pode desenvolver ou reforçar muitas habilidades, tanto cognitivas como sociais […]. (BATLLORI, 2009, p. 19).

    Sugestão de uso:

    Entregue para cada jogador um tabuleiro e 16 fichas.

    Explique aos jogadores que a linha verde, no “dado foguete”, determina a margem inferior.

    Cada um, na sua vez, joga os dois dados.

    O “dado cor” determina a cor do foguete que deve ser colocado no tabuleiro.

    O “dado foguete” determina a direção (para direita, para esquerda, para cima, para baixo).

    Sendo assim, após lançar os dados, o jogador deve colocar o foguete na cor e posição correta sobre o tabuleiro.

    Ganha o jogo quem primeiro completar uma linha na horizontal ou vertical.

    É isso! Gostou do jogo? Veja mais detalhes de como jogar no vídeo abaixo.

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.

    BATLLORI, Jorge. Jogos para treinar o cérebro. 11. ed. São Paulo: Madras, 2009

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital GRÁTIS formato PDF contendo:

    • 16 fichas de foguetes;
    • 01 dado cor;
    • 01 dado direção;
    • 01 embalagem;
    • 01 tabuleiro;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar.

  • Cabo de Guerra (de dedo)

    Cabo de Guerra (de dedo)

    Olá!

    Em que consiste pensar logicamente? É integrar novas ideias, informações e fazer associações com algum conhecimento prévio que já dispomos com o objetivo de solucionar um determinado problema, desafio. E tudo isso só é possível a partir de um processo de pensamento. Ou seja, para pensar logicamente é preciso ter repertório, conhecimento prévio. E como uma pessoa adquire esta “bagagem”? Através de experiências, e, principalmente, nos primeiros anos de vida, através do concreto, do lúdico.

    A única forma que a criança tem de pensar sobre as coisas que a rodeiam, é a partir de suas próprias experiências, daquilo que ela descobriu. (SIMONS, 2003, p. 29)

     O jogo que eu trouxe hoje como sugestão vai além do objetivo de proporcionar o ensino dos nomes das formas geométricas. A ideia é instigar as crianças a compararem as formas, fazer associações. Estas ações são importantes para seu desenvolvimento cognitivo, ou seja, para o pensamento lógico.

    Vamos à explicação:

    Para este jogo é necessária uma superfície plana e lisa, exemplo: mesa, carteira.

    Coloque as fichas com imagens de formas geométricas viradas para baixo.

    Os jogadores pegam uma cartela, escolhem quem ficará com cada lado e verbalizam: nome da forma geométrica, tamanho, cor.

    Em seguida, cada um, na sua vez, vira uma ficha.

    Os jogadores comparam a figura da ficha com as que cada um tem em seu lado (tamanho, cor e forma).

    Se a figura tiver algo em comum com uma das duas figuras, este jogador fica com a cartela.

    Porém, se os jogadores chegarem à conclusão de que a figura da ficha tem algo em comum com as duas figuras da cartela, eles deverão disputá-la no “Cabo de guerra de dedo”.

    Funciona assim: os jogadores colocam o dedo indicador na ponta do seu lado da cartela. E ao sinal de 1,2,3 … Deslizam a cartela para o seu lado. Quem ganhar a disputa, fica com a cartela.

    Obs.: Não vale “puxar” a ponta da cartela com os dedos. A ideia é fazê-la “deslizar” sobre a mesa.

    Então, gostaram deste jogo? Bem diferente, não é mesmo? Logo abaixo tem um vídeo que pode contribuir para entender melhor como o jogo funciona.

    Vou amar saber como foi a utilização dele com as crianças. Então me contem depois 😉

    Um forte abraço

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SIMONS, Ursula Marianne. Blocos lógicos. Curitiba: Hubertus, 2003.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital formato PDF contendo:

    • 18 cartelas com formas geométricas;
    • 24 fichas com formas geométricas;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar.

  • Domialerta

    Domialerta

    O-lá!

    Vou começar este post com uma boa notícia: o jogo Domialerta está gratuito para você baixar, imprimir, montar e jogar com as crianças. Iupiii, é festa!!!

    Agora quero falar um pouco sobre a importância dos jogos lúdicos para o aprendizado. Eles são fundamentais no espaço educativo. Além dos conteúdos que podem ser trabalhados, também contribuem para desenvolver o pensamento lógico, estimulam a aceitação de regras e normas, a tolerância à frustração, o pensamento estratégico, a criatividade para lidar com situações-problema e a socialização. Por falar nisso, no espaço escolar, os jogos têm um papel ainda mais favorável para o desenvolvimento saudável do convívio coletivo do que em casa com seus familiares, pois, desta forma, a criança precisa aprender a lidar com diferentes opiniões e culturas.  

    […] o jogo na escola apresenta vantagens sobre o jogo que se pratica em família. Em casa, a criança brinca sozinha ou com seus irmãos […], no centro escolar brinca com muitas outras crianças da mesma idade, frequentemente de várias procedências e culturas, havendo, portanto, uma importante vertente socializante que se deve saber aproveitar.

    O jogo Domialerta, além do descrito acima, estimula a atenção, a percepção, o desenvolvimento da orientação espacial. Vamos à explicação do jogo?

    Sugestão de uso:

    Distribua as peças igualmente entre as crianças. Se sobrar, reserve para uma eventual “compra”.

    Sorteiem quem colocará a primeira peça no centro da mesa.

    O jogador seguinte deve colocar uma peça que tenha uma figura igual a um dos dois lados da peça que foi colocada no centro da mesa. Para isso, deve prestar atenção à cor e também à posição dos braços do(s) robô(s).

    É isso! Gostou do jogo? Vai contribuir com o seu trabalho? Conta nos comentários 😉

    Um forte abraço!

    BATLLORI, Jorge. Jogos para treinar o cérebro. 11. ed. São Paulo: Madras, 2009

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital GRÁTIS em formato PDF contendo:

    • 18 peças;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar 🙂

  • Dominúmero e Cor

    Dominúmero e Cor

    O-lá!

    Para começar este texto, você reparou no nome do jogo? É um dominó, mas eu quis dar uma ludicidade maior ao nome. O que você achou? Ah, ele está disponível gratuito na nossa loja. Esta parte tenho certeza que você amou… Rsrs! Um outro detalhe, eu não sei se você já percebeu, mas os jogos disponibilizados gratuitamente aqui na Psicosol recebem o mesmo cuidado e carinho que os jogos pagos. O nosso intuito é, realmente, contribuir com a educação do nosso país. Na verdade, por este jogo envolver números, pode ser utilizado em qualquer nacionalidade. Assim vamos espalhando nossas sementes de ludicidade pelo mundo afora. Tão gratificante isso!   

    O objetivo do Dominúmero e Cor é instigar tanto a construção do número quanto a atenção, a percepção e o pensamento lógico. Sendo assim, fique atento(a) à sugestão de uso, porque ele há mais regras a serem cumpridas além de organizar números com suas quantidades correspondentes.

    Se, durante o jogo, surgirem divergências entre as crianças, em um primeiro momento, observe as argumentações. Não interfira de imediato. É importante para o desenvolvimento delas que tenham espaço para discordar, colocar seus pontos de vista sem interferência do adulto dizendo quem está certo ou errado.

    […] Com esse feedback direto, vindo de uma fonte externa e com autoridade, evita qualquer possibilidade de discussão entre as crianças, ele é indesejável e desaconselhável, pois destrói a iniciativa e a confiança da criança em sua própria capacidade de pensar. (KAMII; DECLARK, 1997, P. 60).

    Sendo assim, observe as divergências e argumentações das crianças durante o jogo e só interfira quando realmente for necessário para que cheguem a um entendimento. E, ao invés de dizer quem está certo ou errado, peça que cada um diga o motivo de pensar que está certo. Muitas vezes esta simples interferência já pode fazer a criança que está equivocada na sua linha de pensamento perceber o erro.

    Vamos à explicação do jogo agora?

    Sugestão de uso:

    Distribuir igualmente a mesma quantidade de peças entre os jogadores. O que sobrar, deixe de lado para uma eventual “compra”.

    Será sorteado quem irá colocar a primeira peça. O jogador seguinte deve colocar uma peça cujo lado tenha o número ou quantidade correspondente  igual a um dos lados do dado e também a mesma cor. Ou seja, se for de cor diferente, não vale.

    Ganha o jogo quem ficar sem nenhuma peça primeiro.

    Variação: Após as crianças terminarem o jogo, mas com o Dominúmero ainda montado sobre a mesa, peça que fechem os olhos, enquanto isso você retira uma peça. As crianças devem descobrir qual foi o lugar de que você tirou a peça. Ou seja, deverão olhar atentamente onde está o erro! Isso é muito divertido!

    É isso! Gostou do Dominúmero e Cor? Conta pra mim! Assista ao vídeo que está logo abaixo com a explicação do jogo.

    Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF (GRÁTIS!) contendo:

    • 30 peças;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar 🙂

  • Acerte o Tamanho

    Acerte o Tamanho

    O-lá!

    O jogo que eu trouxe hoje é bacana para estimular o pensamento lógico das crianças. E o melhor: está gratuito!!! Uhuuu!!! Eu sei que você ficou feliz!

    Por que eu sou tão fofa, né?! Também não sei…Rsrs, mas uma coisa eu sei: os jogos lúdicos são verdadeiros desencadeadores de inteligência e este que eu trouxe como sugestão hoje é ideal para instigar a percepção visual das crianças, estimular que elas estabeleçam relações e também contribuir na construção do número.

    É comum ouvirmos que a criança é como uma esponja que absorve tudo que está em seu meio. Em partes isso é verdade, no sentido de que ela capta muito do meio que está inserida, mas é também pertinente dizer que existe algo muito pessoal em como cada uma reage aos estímulos que recebe.

    […] todo jogo pode ser usado para muitas crianças, mas seu efeito sobre a inteligência será sempre pessoal e impossível de ser generalizado. (ANTUNES, 2003, p. 16, grifo do autor).

    Sendo assim, é sempre importante salientar que um jogo pode ser muito bom para uma criança e promover modificações cognitivas, mas para outra criança pode não ter o efeito desejado. Sabendo disso, devemos ficar atentos para compreender e não desanimar jamais! Um outro dia, um outro jogo e assim seguir!

    Vamos ao jogo de hoje?

    Sugestão de uso:

    Coloque uma carta no centro da mesa. As demais cartas dentro de uma sacola.

    É preciso sortear quem vai iniciar a rodada.

    O jogador pega uma carta da sacola.

    Se o peixe for do mesmo tamanho (pequeno ou grande) que a carta deixada sobre a mesa, ele fica com as duas cartas. É importante deixar claro para as crianças que o peixe pode até ser da mesma espécie, mas se o tamanho for diferente, não vale!

    Se for de tamanho diferente, ele devolve a carta para a sacola.

    Ganha o jogo quem conquistar 6 cartas primeiro.

    No vídeo logo abaixo tem o passo a passo de como utilizar este jogo. Acredito que possa contribuir na compreensão.

    Termino este post deixando um forte abraço. Espero que este jogo promova aprendizagem e muitos sorrisos por aí!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003

    Clique no link abaixo para adquirir o jogo GRÁTIS disponível em arquivo digital formato PDF contendo:

    • 12 cartas com figuras (será preciso imprimir 3 cópias);
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar.

  • Peleja Lógica

    Peleja Lógica

    O-lá!

    Sabemos que estimular a atenção, a percepção, a orientação espacial, a concentração tem grande importância para o desenvolvimento cognitivo das crianças. Estas habilidades serão fundamentais para o seu bom desempenho em todas as áreas do conhecimento. Quanto mais cedo forem estimuladas, melhor. Obviamente não estou me referindo a estimulá-las a fim de que deem conta de atividades as quais ainda não têm maturidade para compreender, mas, por exemplo, quando mostramos para uma criança de três anos algumas flores e pedimos para ela observar atentamente os detalhes de cada uma delas: formato de pétalas, textura, miolo, cores, perfume, estamos mostrando para ela a possibilidade de colocar as coisas em uma relação, ou seja, verificar semelhanças e diferenças. Isso é estimular o pensamento lógico 😉

    Uma pessoa com desenvolvimento cognitivo bem organizado tem um bom desempenho em atividades intelectuais, mas, sobretudo, consegue encontrar soluções para os seus problemas do dia a dia de maneira mais fácil.

    […]  Se você exercitar a sua capacidade lógica e de raciocínio, o seu cérebro bem treinado vai lhe ser útil não só em operações intelectuais, mas também no dia a dia […].  (LÓGICA, p. 216, 2006).

    Isso precisa acontecer de maneira gradativa, de acordo com o que a criança dá conta e, principalmente, de forma lúdica, pois dependendo de como os assuntos são apresentados, podem gerar aquelas falas: “eu não gosto de matemática”, ou então “pensar é difícil”. Depois de um bloqueio gerado, ou seja, a criança achar que é incapaz de resolver uma determinada atividade, ficará muuuito mais difícil convencê-la do contrário!

    Vamos ao jogo que eu trouxe como indicação hoje?

    Sugestão de uso:

    O jogador precisa escolher uma ficha com um quadrado.

    Depois pega uma cartela com o mesmo número e deverá apontar quais das peças  disponíveis ele acha que formarão o quadrado da ficha. Este é um exercício de comparação feito mentalmente, mas você pode, por exemplo, sugerir que ele conte os quadradinhos.

    Em seguida, o jogador pega as peças iguais às que ele sinalizou que formam o quadrado e tenta montar para verificar se o palpite dele estava correto.

    Se você tiver peças de Lego pode pedir para ele representar a figura em 3D.

    É isso! Simples e maravilhoso este jogo, você não acha?!

    Abaixo tem um vídeo explicando o passo a passo. Espero que contribua.

    Um forte abraço e até a próxima semana.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    LÓGICA, estrutura e memória. In: 101 maneiras de melhorar sua memória. Rio de Janeiro: Reader’s Digest, 2006.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 12 cartelas;
    • 12 fichas;
    • 15 peças;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Acerte a Cor

    Acerte a Cor

    O-lá!

    Um jogo valioso é aquele que desperta a curiosidade da criança e que, de alguma forma, estimula o seu desenvolvimento emocional, físico e intelectual. Para isso, é importante que ele esteja alinhado com os interesses e possibilidades de compreensão das crianças.

    Os desafios devem ser ampliados conforme percebemos seu desenvolvimento.

    De acordo com Antunes, 2003, p. 18:

    As inteligências em um ser humano são mais ou menos como janelas de um quarto. Abrem-se aos poucos, sem pressa, e para cada etapa dessa abertura existem múltiplos estímulos.

    O jogo que eu trouxe como sugestão hoje aborda o conhecimento de cores, porém, o propósito dele vai além de instigar que as crianças digam os nomes das cores.

    O objetivo é contribuir para que elas possam desenvolver de maneira lúdica o conhecimento de igual e diferente. Ou seja, estimular o pensamento lógico.

    Sabemos que, se desde a mais tenra idade as crianças vivenciarem conteúdos que envolvam lógica de forma divertida, a possibilidade que elas considerem este conhecimento como algo prazeroso é ampliada.

    Então, vamos fazer nossa parte?

    Abaixo segue a explicação do jogo.

    Ah, ele está disponível gratuito em arquivo formato PDF!!! É para começarmos este ano com muito amor…Rs

    Sugestão de Uso:

    As crianças começam sorteando uma ficha com cor.

    Coloque as fichas com ursos dentro de uma sacola. Depois, cada criança, em sua vez, retira uma ficha da sacola.

    Se ela encontrou um urso que tenha uma cor igual à previamente sorteada, ela fica com a ficha. Se for uma cor diferente, ela descarta a ficha sobre a mesa.

    Outra criança pega uma nova ficha da sacola. Se for uma ficha com cor igual a que foi sorteada, ela fica com a ficha que pegou e a(s) que foi(ram) descartada(s) sobre a mesa pela outra criança.

    Ganha o jogo quem conquistar mais fichas.

    Abaixo segue um vídeo que contribuirá para um melhor entendimento do funcionamento do jogo.

    Agora que eu expliquei o jogo, me diga: você gostou? Foi tudo feito com muuuito carinho!

    Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF GRÁTIS contendo:

    • 12 cartas com figuras de urso;
    • 6 cartas com cores diferentes.
    • 01 embalagem
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail. Para você imprimir, montar e jogar 😉

  • Dominó Esperto

    Dominó Esperto

    O-lá!

    Estimular o pensamento lógico para algumas pessoas é sempre acompanhado de nariz torcido. E o porquê disso, muitas vezes, está nas primeiras experiências com desafios lógicos. 

    Se lançarmos uma pessoa em uma piscina profunda, sem ela ter conhecimento básico para nadar, talvez ela até consiga se salvar, mas o processo deixará nela marcas desagradáveis e ela evitará a todo custo chegar perto de qualquer lugar que lembre uma piscina.

    Estou escrevendo isso porque um jogo precisa ser oferecido de acordo com as condições de resolução de cada aprendente. A melhor forma de adequar é fazendo uma sondagem dos conhecimentos prévios.

    O que almejamos é que o aprendiz vivencie a experiência de satisfação ao conseguir concluir um desafio.  

    […] os resultados obtidos por meio de esforço, cautelosamente dosados, são uma fonte de satisfação que não há por que evitar. (GONZÁLEZ, 2009 apud BATLLORI, 2009, p. 9)

    Quando um aprendente sente aquele gostinho de “sou capaz” dificilmente recusará um desafio.

    O jogo que eu trouxe hoje pode lembrar um jogo que compartilhei há muito tempo aqui no site, o “Dominó de Formas Geométricas”, porém, há algumas diferenças. A principal delas é que este tem um nível mais, digamos assim, fácil. Porém, claro, irá depender do conhecimento prévio de cada criança.

    O objetivo do jogo é estimular a atenção, a percepção, o pensamento lógico. As crianças precisarão observar as partes de um todo. Isso pode ser complexo considerando que será preciso realizar mentalmente uma decomposição. Além disso, algumas figuras são parecidas. Sendo assim, é preciso atenção aos detalhes.

    Vou explicar o jogo, mas façam as adaptações necessárias, ok?!

    Sugestão de uso:

    Distribuir a mesma quantidade de peças entre os jogadores.

    Os jogadores deverão unir uma figura com as partes que foram necessárias para formá-la.

    Ganha o jogo quem for o primeiro a ficar sem nenhuma peça.

    Diferente e maravilhoso este jogo, vocês não acham? Eu sendo modesta novamente…Rsrs! Ah, o arquivo digital está gratuito na nossa loja. <3

    Um forte abraço e até o próximo post.     

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    GONZÁLEZ, Roberto Navarro. Prólogo. In: BATLLORI, Jorge. Jogos para treinar o cérebro. 11. ed. São Paulo: Madras, 2009

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    • 18 peças de dominó;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Risque Cor, Forma ou Tamanho

    Risque Cor, Forma ou Tamanho


    Oie!!!

    Através de mensagens recebemos desabafos de alguns profissionais dizendo que, muitas vezes, é difícil manter o lúdico em sala de aula/espaço psicopedagógico porque eles sofrem com a pressão das famílias. Geralmente, os pais querem que os filhos cheguem em casa com os cadernos cheios.

    Entendemos que esse fato é muito sério, pois pode desqualificar o trabalho que está sendo desenvolvido e a criança sente isso. Sendo assim, é necessário que os profissionais chamem as famílias para orientá-las e, definitivamente, tomem o leme das suas salas de aula, de seus consultórios. Afinal, não se vai ao médico dizendo qual o melhor tratamento.

    Nesta conversa é preciso esclarecer às famílias que os prejuízos podem ser bem significativos se for aplicado conteúdo teórico para crianças que não têm maturidade neurológica adequada para compreender, ou seja, ainda necessitam que os conhecimentos sejam integrados no concreto. O lúdico é fundamental para isso.

    O brincar traz com ele muitos elementos essenciais para aprendizagens futuras.

    Na verdade, ela não está brincando por brincar, ela está fazendo uma importante construção, que vai embasar toda a aprendizagem futura. (SIMONS, 2003, p. 16).

    Portanto, deixem claro às famílias que não temos como abrir mão de ferramentas lúdicas no nosso trabalho, ok?

    Sendo assim, vamos ao jogo! Uhuuu!!! \o/

    Este recurso que trouxemos como sugestão hoje tem como objetivo estimular o processo de construção lógica. Exemplificando melhor, se nós mostrarmos duas caixas com cores diferentes à uma criança, ao notar esta diferença (de cores) ela estará demonstrando um exemplo de conhecimento lógico-matemático. Esta diferença é uma relação criada mentalmente e só pode ser feita por cada indivíduo, ok?! 😉

    Sugestão de uso:

    Os jogadores precisam receber 1 tabuleiro e 1 canetinha (individualmente).

    Cada jogador, na sua vez, joga o dado.

    Se for sorteado “Cor”, o jogador precisa riscar em qualquer lugar do seu tabuleiro duas figuras que tenham cores iguais. Exemplos: duas vermelhas, duas amarelas ou duas azuis (não importa a forma ou o tamanho).

    Se for sorteado “Forma”, o jogador precisa riscar em qualquer lugar do seu tabuleiro duas figuras que tenham a mesma forma. Exemplos: dois círculos, dois quadrados, dois retângulos ou dois triângulos (não importa a cor ou o tamanho).

    Se for sorteado “Tamanho”, o jogador precisa riscar em qualquer lugar do seu tabuleiro duas figuras que tenham o mesmo tamanho. Exemplos: duas pequenas ou duas grandes (não importa a forma ou a cor).

    O jogo segue até que uma das crianças risque todas as figuras de uma linha ou uma coluna. Este será o ganhador.

    Complemento: se vocês tiverem uma caixa com blocos lógicos podem pedir para os jogadores, após riscarem as figuras no tabuleiro, procurarem duas peças iguais. Vai ser show!

    Por hoje é isso! Esperamos que vocês gostem do jogo que desenvolvemos e estamos compartilhando com muito carinho em arquivo PDF GRÁTIS! 💝

    Um forte abraço e até o próximo post <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SIMONS, Ursula Marianne. Blocos lógicos: 150 exercícios. Curitiba: Hubertus, 2003.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF GRÁTIS (enviado por e-mail) contendo:

    • 01 tabuleiro;
    • 01 dado;
    • Instruções de uso.