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  • Cópias perfeitas

    Cópias perfeitas

    Oie!!!
    O recurso que trouxemos como sugestão hoje tem como objetivo estimular: leitura, escrita, compreensão, interpretação de texto, percepção e, também, a nossa querida atenção. Ah, a atenção, não nos cansamos de falar dela! Isso porque sabemos da sua importância para o processo de qualquer aprendizagem. Conforme Riesgo (2006, p. 274):

    Sem atenção não há como haver aquisição adequada da informação. E aquisição de novas informações é sinônimo de aprendizado.

    Obviamente, que a atenção está ligada aos nossos interesses. É difícil prestarmos atenção em algo que não nos desperta a curiosidade. Por isso estamos sempre procurando desenvolver ferramentas que possam provocar o desejo de saber, de descobrir , de investigar dos aprendentes.

    Então vamos a explicação do recurso que trouxemos hoje? Façam sempre as adaptações que julgarem necessárias, ok?!

    Sugestão de uso:

    O aprendente escolhe uma carta, lê e assinala as frases que são idênticas, ou seja, são cópias perfeitas. Depois vocês questionam se a frase que tem palavras diferentes mudou o sentido dela ou apenas foi escrito a mesma coisa, mas de outra forma.
    Para finalizar, as frases podem ser aproveitadas para a escrita de histórias.

    Observação: Dependendo do conhecimento prévio do aprendente pode ser que seja necessário consultar um dicionário ou fazer uma pesquisa na Internet para saber o significado de algumas palavras ;).  

    Ficamos por aqui! Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia; RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2006.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 18 cartas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Quebra-cabeça Moradia

    Quebra-cabeça Moradia

    Oieee!!!

    O quebra-cabeça é um jogo muito conhecido e, frequentemente, utilizado como um passatempo. No entanto, ele desenvolve muitas habilidades, dentre elas: a percepção visual e espacial, a coordenação motora fina, a capacidade de resolução de problemas, o pensamento lógico, a atenção, a concentração. Se for realizado na companhia de outra(a) pessoa(s) estimula as habilidades de trabalho cooperativos, em equipe, a socialização. Ufa! Quanta coisa, não é mesmo?!

    Quando temos como objetivo melhorar ou ampliar desempenho cognitivo, os estímulos – claro que sem excessos -, são fundamentais.

    Os estímulos são o alimento das inteligências (ANTUNES, 2003, p. 18).

    Na semana passada compartilhamos o Quebra-cabeça Procure Cor, Forma e Leia. Pelas mensagens que recebemos está sendo bem útil para vocês. Esperamos que o jogo de hoje também contribua.

    Sugestão de uso:

    Espalhem todas as peças dos quebra-cabeças (as seis casas misturadas) sobre uma superfície plana. Um jogador joga o dado e em seguida procura as peças para formar a casa que foi sorteada.
    Se quiserem aumentar o desafio determinem um tempo para que a casa seja montada.

    É isso! Estamos com a expectativa que vocês possam aproveitar muuuito este jogo. Vamos amar saber!

    Bjs

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF GRÁTIS contendo:

    • 01 dado;
    • 06 imagens de casa;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

     

     

  • Quebra-cabeça procure cor, forma e leia

    Quebra-cabeça procure cor, forma e leia

    Oie!!!
    O jogo lúdico que propomos hoje tem o objetivo de estimular várias habilidades. Dentre elas: a leitura, a escrita, o pensamento lógico, o planejamento, a organização, a coordenação motora fina, a atenção, a percepção, a tolerância à frustração, o trabalho em equipe, etc. Sendo assim, é um jogo que contribui no processo de alfabetização, porém, há muitas outras competências estimuladas que, inclusive, interferem consideravelmente no desempenho que os aprendentes apresentam no processo de qualquer aprendizagem.

    […] certas atitudes, como ser atento, organizado e coordenar diferentes pontos de vista são fundamentais para obter um bom desempenho ao jogar e também podem favorecer a aprendizagem na medida em que a criança passa a ser mais participativa, cooperativa e melhor observadora.[…] (COLL, 1987 apud MACEDO; PETTY e PASSOS, 2000, p. 14).

    Deixamos o arquivo PDF com este jogo disponível na nossa loja. Para adquirir clique no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Os jogadores começam o jogo separando as peças do quebra-cabeça por cor.
    Após, cada um, na sua vez, joga os dois dados: Cor e Forma. Em seguida, procura uma peça com as características que foram sorteadas com os dados.
    Exemplo: Supondo que no “dado cor” seja sorteada a cor “laranja” e, no “dado forma”, um “quadrado”. O jogador deverá procurar uma peça do quebra-cabeça que seja laranja e que tenha o formato quadrado. Se encontrar deve ler a sílaba que consta na peça e procurar nas “fichas de palavras” uma palavra que tenha esta mesma sílaba.
    Se não constar mais fichas na cor e forma sorteada, passa a vez para o outro jogador.
    Quando não tiver mais fichas para serem conquistadas é o momento de conferir a pontuação que cada jogador fez.

    Pontuação:

    Laranja, azul escuro e verde escuro: 2 pontos (cada).

    Amarelo, azul claro e verde claro: 1 ponto (cada).

    Para concluir, todos trabalham juntos para montar o quebra cabeça!!! Uhuuu!!!

    Este material ainda pode ser utilizado para:

    • Organizar em ordem alfabética as palavras das fichas;
    • Falar ou escrever frases e textos com as palavras das fichas.

    Pensaram em outras maneiras de explorar este material? Vamos amar saber!!!

    Ficamos por aqui! Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MACEDO, Lino de; PETTY, Ana Lúcia Sicoli; PASSOS, Norimar Christe. Aprender com jogos e situações-problema. Porto Alegre: Artmed, 2000.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF (enviado por e-mail) contendo:

    • 01 quebra-cabeça sílabas simples;
    • 06 fichas de palavras com sílabas simples;
    • 01 quebra-cabeça sílabas complexas;
    • 06 fichas de palavras com sílabas complexas;
    • Gabaritos;
    • 01 dado Cor;
    • 01 dado Forma;
    • Instruções de uso.
  • Risque e Complete a tabuada

    Risque e Complete a tabuada

    Oie!!! Genteeee, vamos de jogo lúdico para estudar a tabuada? Este jogo é mais indicado para os aprendentes que já passaram pela fase de compreender a tabuada. Ou seja, já sabem, por exemplo, que 3 x 1 é 1+1+1. Sendo assim, é o momento adequado de se apropriar da tabuada para facilitar os cálculos.

    É importante ficarmos atentos ao fato de que cada aprendente apresenta um desempenho de acordo com o que já construiu. Ou seja, a idade ou um diagnóstico nos diz muito pouco sobre os conhecimentos e potencial que cada um possui e, muito menos, nos dirá se o jogo vai ser fácil ou difícil. Façam as adaptações que julgarem necessárias. 😉

    Conforme Kamii e Declark (1997, p. 105):

    […] Um jogo pode ser considerado fácil quando a criança pode dar a resposta imediatamente. […]

    O arquivo PDF com este jogo está GRATUITO na nossa loja. Ficaram felizes, não é mesmo?! Estamos sabendo, a gente lê pensamentos por aqui…rsrs Para receber cliquem no botão escrito “GRÁTIS” no final deste post.

    Sugestão de Uso:

    Distribuir para cada jogador os dois tabuleiros: Risque a Tabuada e Complete a Tabuada. Se você colocar os tabuleiros dentro de sacos plásticos transparentes ou plastificar, os jogadores poderão escrever com canetinha e, após o uso, apagar com uma flanela.

    Cada jogador, na sua vez, joga o dado duas vezes.

    Na primeira vez que jogar deve anotar “um” dos dois números que estão na “margem superior” do dado (fundo amarelo).

    Na segunda vez anota “um” dos dois números que estão na “margem inferior” do dado (fundo laranja).

    Procura e risca no tabuleiro “Risque a tabuada” o resultado da multiplicação desses dois números que ele escolheu.

    Em seguida, anota este resultado no tabuleiro “Complete a tabuada”.

    Após, é a vez do outro jogador.

    O jogo segue até que um dos jogadores complete uma linha ou coluna inteira. Este será o ganhador.

    Variação: Com o passar do tempo vocês podem fazer a tentativa de incentivar os aprendentes a primeiro registrar o resultado no tabuleiro “Complete a tabuada” e, só depois, conferir no tabuleiro “Risque a tabuada”.

    Observações importantes:

    Se o jogador chegar a um espaço que já preencheu o resultado da multiplicação em uma jogada anterior, ele pode:

    1) Fazer o cálculo ao contrário. Exemplo: Se já completou o espaço no tabuleiro com o resultado da multiplicação 5 x 8= 40. Pode fazer 8 x 5= 40. O resultado é o mesmo, mas tem posição diferente para ser preenchida no tabuleiro.
    2) Se estes espaços, mencionados no item 1, já estiverem preenchidos, o jogador pode utilizar o outro número que constava no dado na primeira ou segunda jogada para fazer a multiplicação. Exemplo: Na segunda vez que jogou o dado tinham os números “7” e “8″ para escolher. O jogador escolheu o “8”. Então pode tentar multiplicar pelo “7” para obter um resultado diferente.
    3) Se os espaços, mencionados nos itens 1 e 2, também já estiverem preenchidos no tabuleiro, passa a vez para outro jogador.

    Ficamos por aqui! Esperamos que este jogo promova muuuita diversão e aprendizado. Amamos quando vocês nos enviam relatos.

    Um forte abraço!!! Upaaaa! rsrs

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF GRÁTIS (enviado por e-mail) contendo:

    • 02 tabuleiros;
    • 01 dado;
    • Instruções de uso.
  • DESVENDE

    DESVENDE

    Oie!

    É muito útil e valioso utilizarmos com nossos aprendentes materiais que despertam a percepção, atenção a detalhes, a comparação (o que tem de igual, o que tem de diferente nas figuras/objetos, qual categoria pertencem). São quesitos essenciais para estimular o pensamento lógico.

    É, no mínimo, fascinante ver o que descobre o aluno quando é estimulado a aprimorar sua capacidade de visualizar. […] (ANTUNES, p. 152, 2003)

    O material que sugerimos hoje pode ser útil para estimular esses aspectos e também o processo de alfabetização, o enriquecimento do vocabulário e a coordenação motora fina.

    Sugestão de uso:

    Disponibilizar para a criança lápis de cor ou canetinhas nas cores: verde, amarelo e vermelho.

    Oriente a criança a observar a legenda disponível na página. Depois, analisar as figuras, falar suas características, identificar a qual categoria cada uma pertence e cobrir os traçados em torno delas de acordo com as cores indicadas na legenda. Em seguida, procurar as sílabas que formam o nome de cada figura e, também, cobrir os traçados conforme as cores apontadas na legenda.

    Observação: Se você colocar as páginas dentro de sacos plásticos transparentes a criança pode cobrir os traçados com canetinha e, após o uso, é só apagar com uma flanela.

    Ficamos por aqui! Um forte abraço 😉

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12 ed. Petrópolis: Vozes, 2003.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 20 páginas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Fichas de registro

    Fichas de registro

     

    Oie!!! Gente, assim como vocês, com a pandemia do Coronavírus, estamos tendo que nos adaptar nos espaços familiar, social e profissional. Nos adaptar significa também criar estratégias para lidar da melhor forma possível com o momento que estamos vivendo.

    Aproveitar a experiência conhecida e transformá-la através do ato criador faz parte do processo de aprendizagem do(a) profissional que vai mediar o conhecimento. (BARBOSA, 2002, p. 34).

    Pelas mensagens que temos recebido, sabemos que muitos profissionais da educação/saúde estão fazendo atendimentos on-line. Precisamos estar cientes que ter um registro destes momentos é tão importante quanto dos atendimentos presenciais para que as intervenções sejam mais assertivas. Sendo assim, desenvolvemos o material que estamos compartilhando com vocês para auxiliar na organização das informações dos pacientes/aprendentes, bem como no registro das sessões.

    Está disponível GRATUITAMENTE o arquivo PDF com este material na nossa loja. Tem link para adquirir no final deste post. Uhuu!!!

    Sugestões de uso:

    São três fichas diferentes de registro. Vocês podem organizá-las em uma pasta catálogo.

    Primeira ficha: anotar as informações consideradas mais importantes sobre o aprendente. Se você é psicopedagogo(a), são alguns dos dados coletados, geralmente, na anamnese com os pais, responsáveis e escola:

    • Nome do aprendente;
    • Data de nascimento;
    • Interesse(s): o que ele/ela gosta de fazer, aprender;
    • Queixa(s): dificuldade(s) relatada(s) pela família e escola;
    • e outras informações importantes.

    Atenção! Nesta ficha não constam todos os dados coletados em uma anamnese. É apenas um resumo das informações mais importantes que podem contribuir nas intervenções.

    Segunda ficha: anotar números de telefones para contatos:

    • Família, escola e outros profissionais que atendam o paciente/aprendente.

    Terceira ficha: Registrar de maneira sucinta como foi a sessão com o aprendente. Nela constam os seguintes campos:

    • Nome do aprendente;
    • Número da sessão;
    • Síntese da sessão (qual avaliação ou intervenção foi feita naquele dia);
    • Algo que o aprendente disse ou fez que chamou atenção;
    • Lembrete para próxima sessão (exemplo: trabalhar trocas F/V);
    • Combinados (exemplo: “J” vai trazer um brinquedo ou livro que gosta na próxima sessão);
    • Avanços e dificuldades percebidas durante a sessão.
    • Nível de interesse do aprendente. Neste campo sugerimos pintar as estrelas de acordo com o que for percebido ou o próprio aprendente relatar durante a sessão. Uma estrela: pouco interesse, duas estrelas: médio interesse, três estrelas: muito interesse.

    Estas anotações serão muito úteis para, ao longo do trabalho, vocês conhecerem melhor o perfil do aprendente (potencial, dificuldades, atitudes que se repetem, etc.) e, assim, organizar intervenções mais assertivas.

    Gente, acreditamos que o carinho investido na organização deste material é perceptivo em cada detalhe. Esperamos que vocês possam fazer um bom uso! Se ficaram dúvidas, deixem nos comentários que teremos o maior prazer em responder. A dúvida de um pode ser a mesma de outro, então fiquem à vontade para perguntar, ok?!

    Um forte abraço,

    Até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    BARBOSA, Laura Monte Serrat. PCN: parâmetros curriculares nacionais: o papel da escola no século XXI. Curitiba: Bella Escola, 2002.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF GRÁTIS contendo:

    • 03 fichas diferentes de registro;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail. Você poderá imprimir quantas vezes quiser.

  • Qual figura não pertence?

    Qual figura não pertence?

    Oieee!!!
    A sugestão que trouxemos hoje tem o objetivo de estimular o processo de construção da escrita, o aumento de vocabulário, o pensamento lógico. Calma que ainda tem mais! Os aprendentes são estimulados a prestar mais atenção a detalhes e isso pode ter um efeito benéfico no desempenho da memória, afinal, como lembrar de algo que não foi visto?

    Esta atividade é também muito interessante porque podem surgir pontos de vista diferentes. Se isto acontecer é extremamente positivo e o mais importante é verificar a coerência dos argumentos.

    Um ambiente em que as crianças são livres para dizer o que pensam, para discordar do professor e/ou discutir problemas com ele, é um ambiente que incentiva o desenvolvimento da autonomia. (KAMII e DECLARK, 1997, p. 220)

    Sugestão de uso:

    Oriente a criança a observar as figuras da página, falar suas características e a qual categoria cada uma pertence. Desta maneira ela terá mais possibilidade de identificar três figuras que têm algum elemento em comum entre elas e, também, qual é a única que não tem este mesmo elemento.

    Exemplo: roda, disco, botão, dado. A figura que não pertence é o dado porque é o único que não tem a forma circular. Após, a criança deve escrever o nome da figura.

    Observação: Caso a criança faça uma relação e, quando for escrever o nome da figura, não tenha a quantidade exata de quadros, você deve considerar desde que ela apresente argumentos coerentes. No entanto, estimule a criança a pensar por outra perspectiva para que ela amplie as possibilidades de relações entre os objetos.

    Ficamos por aqui! Até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo pdf (enviado por e-mail) contendo:

    • 20 páginas;
    • Instruções de uso.
  • Separe as palavras

    Separe as palavras

    Oie!!!
    Mediar o processo de alfabetização é, certamente, uma das profissões mais belas. Conforme as crianças (jovens, adultos) vão avançando na construção da leitura e da escrita ficamos com o coração saltitante de alegria. E não é para menos, afinal, sabemos que podemos modificar totalmente a trajetória de vida de uma pessoa através da sua condição leitora.

    […] aprender a ler e a escrever e, além disso, fazer uso da leitura e da escrita transformam o indivíduo, levam o indivíduo a um outro estado ou condição sob vários aspectos: social, cultural, cognitivo, linguístico, entre outros. (SOARES, p. 38, 2001).

    No entanto, este caminho é feito de muitas etapas e traz desafios. Uma coisa é certa(!), conforme vamos adquirindo prática e conhecimento do processo de construção da leitura e escrita, conseguimos compreender, identificar e mediar muito melhor cada uma das etapas.

    O recurso que trouxemos como sugestão hoje é excelente para aguçar a curiosidade e a imaginação das crianças, mas, é também, apropriado para utilizar como ferramenta de intervenção com crianças que estejam apresentando hipótese de escrita alfabética, porém, com dificuldade na segmentação de palavras. Ah, podem comemorar porque o arquivo PDF está GRÁTIS na nossa loja! <3

    Sugestão de uso:

    Colocar as páginas em uma pasta catálogo (aquelas com plástico) e entregar para a criança. Explicar que, em cada página, há um título de alguma história. Possivelmente, ela já conhece ou ouviu falar. As imagens servirão de pistas. O desafio da criança será separar as palavras do título colocando cada uma delas em um quadro. Ela pode escrever com canetinha sobre o plástico. Após o uso é só apagar com uma flanela.
    Podemos concluir esta atividade com a leitura de alguma história que a criança não conhece ou tem interesse em reler.

    Ficamos por aqui!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica, 2001

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    • 10 páginas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Decifre a frase

    Decifre a frase

    Oie!!!

    Sabemos que as crianças aprendem a linguagem oral por estarem envolvidas com a sua utilização. Da mesma forma, elas se esforçam em compreender a linguagem escrita se esta lhes faz sentido, proporciona curiosidade, necessidade e meios para testar hipóteses. Agora, não podemos nos esquecer que, ao contrário da linguagem oral, a linguagem escrita não é um processo natural. Ou seja, é necessário ensino.

    […] a aprendizagem da escrita não é um processo natural, como é a aquisição da fala. […] a escrita precisa ser ensinada por meios de métodos que orientem o processo de aprendizagem do ler e do escrever. […] (SOARES, p. 45, 2016)

    Cada avanço da criança deve ser considerado. Isso vai além de observar a escrita ortograficamente correta. Apesar de que, obviamente, nosso empenho é voltado para este objetivo, precisamos valorizar o processo. O que ela sabia ontem, o que ela sabe hoje após nossa intervenção? Estas observações ajudarão na caminhada. Inclusive, servirão para nos orientar na mediação mais adequada para cada criança.

    O recurso que trouxemos como sugestão hoje pode ser muito útil. Sugerimos duas opções de uso, mas, o recomendável, é que sejam feitas as adaptações de acordo as observações que vocês fizerem das crianças.

    Sugestões de uso:

    Opção 1:

    Cobrimos a imagem e lemos a frase para a criança (caso, neste momento, a leitura esteja em um nível muito complexo para ela), omitindo a palavra que está com as letras embaralhadas. A criança precisará descobrir, de acordo com a leitura que ouviu, qual palavra está faltando na frase. Após o palpite da criança revelamos a imagem. Em seguida, ela deve escrever a palavra já sabendo que será necessário utilizar as letras que estão embaralhadas.

    Opção 2:

    Cobrimos a imagem e as letras da palavra que estão embaralhadas. A criança lê e tenta identificar qual palavra pode estar faltando para que a frase tenha coerência. Após a tentativa de escrita da criança revelamos a imagem e as letras embaralhadas.

    Para finalizar, que tal construir uma história utilizando uma das frases?

    Ficamos por aqui! Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

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    • 25 páginas;
    • Instruções de uso.

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  • Pinte a forma igual

    Pinte a forma igual

    Oieee!!! Hoje tem presenteeee!!! O arquivo PDF com o jogo que sugerimos neste post está gratuito na nossa loja. Uhuuu!!! A gente se diverte fazendo vocês felizes 😉

    Pensamos em duas formas de utilizar este recurso e ficaremos muito felizes em saber se vocês pensarem em maneiras diferentes.

    O jogo exige precisão e por isso é super indicado para estimular a atenção, percepção e concentração. A criança precisará ficar atenta à posição do pequeno traço (se ele está para baixo, para cima, para o lado, etc.) e à cor das figuras.

    […] Para definir concentração, poderíamos dizer que é a forma mais intensa de atenção. É necessário prestar atenção para atingir uma verdadeira concentração. […] (ATENÇÃO, p. 48, 2006).

    Então vamos estimular estas habilidades? Sim, podemos desenvolver ou aperfeiçoá-las!!!

    Sugestão de jogo 1:

    Uma criança joga o dado. Observa a cor da figura que caiu no dado e, também, para que lado está o traço. Em seguida, procura e pinta (com a mesma cor) uma figura igual (em qualquer lugar do tabuleiro). Depois é a vez de outra criança.  Se a criança jogar o dado e cair uma figura que ela não tem mais disponível para pintar em seu tabuleiro, passa a vez para outro jogador. O jogo segue assim até uma das crianças completar uma coluna ou linha inteira do seu tabuleiro.

    Sugestão de jogo 2:

    Uma das crianças joga o dado e, todas ao mesmo tempo, procuram e pintam em seus tabuleiros TODAS as figuras iguais a que caiu no dado. Ganha o jogo quem conseguir encontrar e pintar as figuras em menos tempo.

    Observação 1: O traço laranja indica a margem inferior do dado. É importante ficar atento a este detalhe no momento do jogo.

    Observação 2: Se o tabuleiro for colocado dentro de um saco plástico as marcações poderão ser feitas com canetinha sobre ele e, após o uso, apagadas com uma flanela.

    Ficamos por aqui!

    Se vocês têm dúvidas perguntem nos comentários que respondemos!

    Bju

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ATENÇÃO e concentração. In: 101 maneiras de melhorar sua memória. Rio de Janeiro: Reader’s Digest, 2006.

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    • 01 tabuleiro;
    • 01 dado;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.