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  • Sílabas vazadas

    Sílabas vazadas

    Oieee!!

    Gente, um material rico para a alfabetização é aquele que desperta interesse e estimula progressos no desempenho das crianças; para isso, deve partir do simples para o complexo. Assim, cada degrau avançado pela criança dará para ela o conhecimento prévio necessário para subir o próximo. Por isso que crianças carentes de estímulos irão precisar da nossa atenção especial, e é importante sabermos que com paciência e persistência podemos transformar muitas vidas.

    Antunes (1998, p. 16):

    “[…] Um ambiente afetuoso e uma educação rica em estímulos ajudam a superar muitas das privações e atenuar os efeitos de consequências emocionais.”

    Para contribuir com este trabalho vejam o que eu trouxe hoje! Com esta ideia além da alfabetização (traçado das letras, conhecimento de sílabas) estaremos trabalhando a coordenação motora fina. Uhuu!!! Amo tudo isso! E vocês?

    Sílabas vazadas

    Sugestões de uso:

    A criança escolhe uma carta e tenta descobrir qual dos nomes das duas figuras em destaque começa com a sílaba da carta. Cobre com massinha de modelar a nuvem da figura que está incorreta.

    Após, preenche a sílaba com massinha de modelar.

    Escreve o nome da figura.

    Variação: unir cartas que formam palavras.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 1998.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 20 cartas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Combine texto com imagem

    Combine texto com imagem

    Oie!!!

    No post da semana passada falei do quão incrível é acompanhar o processo de alfabetização de uma criança. As primeiras palavras que escreve, a expressão de satisfação que acompanha a compreensão do código escrito. No entanto, não falei sobre o quanto pode ser difícil e carregado de sofrimento esse momento para algumas crianças, jovens e suas famílias. Para estes, em especial, mais do que ensinar a ler a escrever precisamos acolher e demonstrar que estamos juntos. Que nos importamos! Empatia é, sem dúvida nenhuma, imprescindível porque talvez tenhamos que lidar com feridas que ainda podem estar sangrando. É isso mesmo! Nem tudo é um mar de rosas(!), mas, com afeto, paciência, persistência, vamos espalhando nossas marcas positivas pelo mundo.  Barnett (2013, p. 173) nos diz:

    “[…] ajudar os outros significa nunca estar sozinho.”

    Na vida sempre precisamos dar as mãos para acolher ou ser acolhido. Alguns podem ter dificuldade em se doar e outros em receber. Que não sejamos nenhum desses. Desejo que saibamos estender a mão para quem precisa e também humilde o suficiente para aceitar ajuda.

    Esse assunto pode ir longe! Deixa eu ir para a atividade de hoje…rs

    Elaborei este material pensando na alfabetização de crianças e adolescentes. Supondo que estejam apresentando leitura silabada, precisaremos em primeiro lugar avaliar o motivo. Mas, como tudo na vida, a melhor maneira de aprender algo é praticando. No caso em questão, é lendo! Uma boa estratégia de intervenção é dispor para essas crianças e adolescentes textos curtos porque do contrário pode exigir um nível de esforço mental tão alto que eles acabam desistindo. E a gente não quer isso, não é mesmo?

    Tem arquivo PDF com as cartas para esta atividade na nossa loja. Para adquirir clique no link no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Coloque três textos e três imagens sobre uma superfície plana. A criança/adolescente deverá descobrir com qual imagem cada texto combina.

    Após, se você verificar que há possibilidade, pode ser escrito uma história utilizando como referência as imagens e textos.

    É isso!

    Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    BARNETT, Kristine. Brilhante: A inspiradora história de uma mãe e seu filho autista. Rio de Janeiro: Zahar, 2013.

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    • 16 cartas de imagens;
    • 16 cartas com frases para esta atividade;
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  • Execute o movimento

    Execute o movimento

    Oieee!

    Gente, a alfabetização não espera o período escolar para iniciar. Isso quer dizer que quando a criança inicia o período “formal” de alfabetização ela não é uma inexperiente total nesta área. Pode até não ler e escrever convencionalmente, mas, já formula hipóteses. Agora, além da aprendizagem das letras, seus sons, codificação, decodificação e o letramento, outros conhecimentos são importantes que a criança desenvolva para que a alfabetização ocorra com mais tranquilidade.

    Estou falando de conhecimentos como: esquema corporal, noções embaixo/em cima, frente/atrás, direita/esquerda, entre outros. E por que é preciso aprender esses conceitos? O que tem a ver com a escrita? Seguem alguns exemplos: Escrevemos em uma folha de cima para baixo, da esquerda para a direita; as letras p/q e b/d se diferenciam – visualmente falando -, por um traço e o lado que fica a “bolinha”: direita/esquerda, em cima/embaixo. São poucos exemplos para evitar que este post fique muito extenso. Mas primeiro a criança precisa reconhecer esses conceitos em seu próprio corpo para poder utilizá-lo como referência e ter, inclusive, noções de espaço e delimitações no caderno. É através do corpo que as crianças compreendem o mundo.

    Agora, vale estarmos atentos ao que Rotta, Ohlweiler, Riesgo (2007, p. 78) nos dizem:

    “Aos seis anos a criança reconhece direita e esquerda em si mesma. Aos sete anos consegue mostrar direita e esquerda em si mesma de forma cruzada e é capaz de responder a posição de um objeto em relação a si mesma. Aos oito anos conhece direita e esquerda no examinador […]”.

    Essas informações são importantes para não cobrarmos da criança algo que ela pode não ter possibilidade maturacional para responder. Agora, isso não nos impossibilita de utilizar um jogo ou brincadeira para ajudá-la na construção deste aprendizado.

    Então, vamos ao jogo que eu trouxe como sugestão. Tem arquivo PDF com este jogo disponível na nossa loja. Para adquirir cliquem no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Disponibilizar duas fitas/barbante (60 cm), duas garrafas PET pequenas, uma cor de tinta facial e, para cada criança, um peão/marcador colorido.

    Colocar as cartas dentro de uma caixa ou sacola e o tabuleiro sobre uma superfície plana. Cada criança, na sua vez, retira uma carta da sacola, lê, executa o movimento e anda com seu peão no tabuleiro a quantidade de casas que consta na carta.

    Atenção! Alguns movimentos são acumulativos. Eles estão sinalizados com uma estrela nas cartas. Portanto, se uma carta com estrela estiver escrito: “levante a mão direita”, a criança deve ficar nesta posição até o final da partida. Na próxima rodada se ela tirar outra carta com estrela e que estiver escrito: “Segure uma garrafa PET embaixo do braço esquerdo”, a criança ficará com a mão direita levantada e com a garrafa PET embaixo do braço esquerdo.

    Obs.: Colocamos poucas casas na trilha porque, para algumas crianças, pode ser difícil ficar na mesma posição por muito tempo. Se você perceber que é possível, combine que tem que dar duas voltas na trilha.

    Ainnn, ficou maravilhoso este jogooooo!!! Pelo menos na minha singela opinião. Quero saber o que vocês acharam. Então falem pra mim nos comentários, please! 🥰

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia; RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2006.

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    • 01 tabuleiro;
    • 26 cartas;
    • Instruções de uso.

    São enviados por e-mail dois arquivos: Um para impressão do jogo em folha tamanho A4 e outro para impressão em folha tamanho A3 (tabuleiro está ampliado).

  • Caça sílabas e palavras

    Caça sílabas e palavras

    Oie!!!

    Gente, há muitos métodos de alfabetização e não podemos menosprezar nenhum deles porque cada criança tem seu jeito próprio de aprender. E como vamos saber qual método será o mais eficiente com cada criança? É praticamente impossível determinar sem conhecer pessoalmente cada uma delas. É preciso escutá-las, observar expressões, comportamentos e interesses. É, a nossa responsabilidade é grande diante de uma criança em processo de alfabetização. Sempre devemos nos perguntar: “O que posso fazer de diferente?”.

    Soares, (2016, p.52) nos diz: “[…] quem alfabetiza não são os métodos, mas o(a) alfabetizador(a) […]”

    Um coisa é certa, o lúdico precisa ser presença constante em um ambiente alfabetizador e não somente quando a criança já concluiu uma atividade e/ou como prêmio.

    No post de hoje trago uma ideia de um jogo lúdico no qual as palavras são separadas em sílabas para que as crianças visualizem as partes do todo. Inclusive, haverá algumas repetições para deixar evidente que a mesma sílaba poderá se juntar a outras e formar palavras diferentes.

    Vamos à explicação do jogo? Espero que gostem!!! 🙂

    Tem arquivo PDF com esta atividade no nosso site. Para adquirir cliquem no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Coloquem as fichas em uma sacola e o tabuleiro sobre uma superfície plana.

    Combinem com as crianças um tempo para localizar as sílabas e palavras no tabuleiro. Vocês poderão cronometrar ou colocar uma ampulheta.

    Cada criança, na sua vez, retira uma ficha da sacola. Ela deverá localizar a palavra e as sílabas – que formam a palavra -, no tabuleiro, dentro do tempo estipulado. Se conseguir, fica com a carta. Ganha o jogo quem conquistar mais cartas.

    É importante salientar que a criança deve ser instigada a ler as palavras e sílabas. Por exemplo, tem uma carta que está escrito “copo”. Como tem a figura pode ser fácil para a criança saber o que está escrito, mas, mesmo assim, peçam para ela ler e passar o dedo sobre as sílabas pronunciando os seus sons. Depois procurar no tabuleiro e, quando encontrar, pronunciar os sons novamente. Isso ajudará na internalização das sílabas e seus respectivos sons.

    Para finalizar pode ser feito um ditado das sílabas/palavras do tabuleiro. Esta é uma boa estratégia de fixação.

    É isso! Um forte abraço,

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

    Bjuuu

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 01 tabuleiro;
    • 15 cartas;
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  • Ligue

    Ligue

    Oie!!!

    Tenho certeza que quem trabalha com alfabetização ou tem um(a) filho(a) iniciando este processo vai amar a notícia que tenho para dar… Tem arquivo PDF GRÁTIS com a atividade de hojeee!!! Uhuuu!!!

    Além de incentivarmos a leitura e escrita esta ideia tem por objetivo estimular o desenvolvimento da coordenação motora fina, a atenção, a percepção, …

    Agora, uma atividade não tem muito valor se o mediador não está atento às demandas da criança. Um ambiente rico em desafios e acolhedor nos momentos de frustrações é imprescindível no processo de aprendizagem. A criança aprende com quem ela gosta.

    Cury (2003, p. 112), nos diz:

    “O grau de abertura das janelas da memória depende da emoção.”

    Ou seja; mais uma vez, a mediação adequada é que faz a diferença 🙂

    Então, vamos a explicação da atividade.

    Sugestão de uso:

    Coloquem as folhas impressas em uma pasta arquivo (aquelas com plástico). A criança, utilizando uma canetinha, escreve sobre o plástico as letras que estão faltando para completar os nomes das figuras. Depois passa a canetinha sobre o traçado correto para ligar a palavra à figura correspondente.

    Após ela preencher, por exemplo, umas três páginas, vocês podem fechar a pasta e pedir para a criança falar de memória ou escrever quais figuras ela se lembra de ter visto. Frases e textos também podem ser produzidos oralmente ou por escrito.

    Após o uso é só apagar com uma flanela as marcações que foram feitas com a canetinha sobre o plástico.

    É isso! Espero que tenham gostado do presente. Cliquem abaixo no botão escrito “GRÁTIS” para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 15 páginas;
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  • Palpite

    Palpite

    Oie!!!

    Nossa ideia de hoje é para trabalhar alfabetização e coordenação motora fina (habilidade de coordenação das mãos). Vamos, digam que gostaram!!! 🙂

    Lembro-me de quando pequena, na escola, preencher folhas e folhas com exercícios para trabalhar coordenação motora fina. Diziam as professoras que era para ter letra bonita. Sabemos que muitas das nossas crianças hoje em dia, possivelmente, não suportam mais este tipo de atividade (muitos de nós já não aguentávamos também…rs) . A questão é que isso não significa que esses exercícios deixaram de ter sua importância. Então o jeito é tentarmos fazer com que eles sejam feitos de uma maneira mais lúdica possível.

    Dizem que aprendemos pelo amor ou pela dor. Óbvio que o melhor caminho é o do amor. Sendo assim, fazer uma atividade na qual a criança se sinta afetivamente atraída certamente trará frutos maravilhosos.

    Kabarite e Mattos (2014, p. 52) nos dizem:

    “As sensações nos permitem introduzir o meio ambiente em nosso próprio mundo interno.”

    Então, vamos à explicação da atividade? Espero que gostem e deixem comentário se foi útil para vocês.

    Tem arquivo PDF com as cartas para esta atividade na nossa loja. Para adquirir clique no link disponível no final deste post.

    Como eu utilizo (façam as adaptações necessárias):

    Disponibilizo uma caixa com areia e escondo as fichas pela sala.

    É hora de começar a brincadeira!!!

    A criança procura uma das fichas pela sala e eu vou dizendo : “está frio” (se ela estiver longe da ficha), “está quente” (se ela estiver perto). Quando ela encontra a ficha, joga o dado e, com o dedo indicador, faz o traçado (que caiu no dado) na caixa de areia. Após, ela repete o movimento, com uma canetinha, sobre a ficha, ligando o animal ao seu nome. Neste caso, ela lê e dá um palpite sobre qual das três palavras é a escrita correta. Depois procura outra ficha pela sala e repete o procedimento. Para finalizar, mostro o gabarito das respostas. Assim ela verifica os seus acertos.

    Perceberam que desta maneira a criança irá repetir os traçados várias vezes? A repetição também é um processo de aprendizagem. O detalhe é que da maneira como foi elaborada a atividade, a possibilidade da criança se cansar, é muito menor . 🙂

    Pensaram em uma maneira diferente de utilizar este material? Falem nos comentários. Poderá ser útil para mim ou para outras pessoas que passarem por aqui.

    Bjuuu e até a próxima semana.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KABARITE, Aline; MATTOS, Vera. Psicomotricidade em grupo: o método growing up como recurso de intervenção terapêutica. Rio de Janeiro: Wak, 2014.  

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 12 cartas;
    • Arte com os traçados para serem colados em um dado que você já tenha;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

     

  • Siga as pistas

    Siga as pistas

    Oieeee!!! Primeiro post de 2019 chegandoooooo!!!

    Que saudade de escrever para vocês! Puxa vida, vocês não têm noção do quanto me faz falta ter este contato. Espero que estejam todos bem e empolgados com o início do ano! Agora, posso confessar um desejo que guardo bem secreto no meu coração? Nossa! Quantas pessoas respondendo: “ – simmmm, conta vai!”. Seus curiosos!…rs Quero que ao longo de todo o ano façamos a diferença na vida de muitas crianças. Topam? Falem nos comentários se vocês estão nesta empreitada comigo!

    Tentei caprichar ao máximo na ideia de hoje para começarmos com o pé direito. 🙂

    A atividade pode ser utilizada com crianças em processo de alfabetização. Porém, dependendo do nível de leitura que as crianças estejam apresentando, talvez seja necessário que vocês a acompanhem na leitura.

    O objetivo desta atividade é estimular o pensamento lógico, a atenção, a percepção, a paciência, a persistência. E, sou ciente (acredito que vocês também!), que da mesma maneira que a força física, a capacidade mental precisa de estímulo para ser desenvolvida. 

    Conforme Macedo, Petty e Passos (2007, p. 37-38):

    “O professor é quem dá o ‘tom’ do desafio proposto, ele deve ser o líder da situação, saber gerenciar o que acontece, tornando o meio o mais favorável possível, desencadeando reflexões e descobertas”

    Desafios lógicos são excelentes para isso e, além de não machucar ninguém (hehe), é uma forma da criança perceber que é capaz. Sentimento este que deve ser experimentado por todos desde sua mais tenra idade. É assim que nasce o desejo de “quero mais”.

    Com mediação apropriada levaremos as crianças a perceberem que podem ir muito mais longe do que acreditam. Por isso é importante selecionarmos com muito critério a atividade. Nem muito demais e nem muito de menos. Nossa sensibilidade precisa estar apurada para olhar/escutar a criança e adequar a atividade para ela. 

    Segundo Antunes (1998, p. 16): 

    “Toda criança é semelhante a inúmeras outras em alguns aspectos e singularíssima em outros.”

    Então, mãos à obra! 

    Tem arquivo PDF com as cartas para esta atividade na nossa loja.  Para adquirir clique no link disponível no final deste post. 

    Como utilizo (façam as adaptações necessárias):

    Apresento as cartas com os desafios para a criança escolher uma delas. Explico que é preciso uma pré-leitura. Isso é importante porque após preencher os campos é necessário ler novamente para ter certeza que foi tudo preenchido corretamente.

    Obs. Plastifico minhas cartas e as crianças podem escrever com canetinha sobre elas. Se vocês aplicarem papel Contact ou fita adesiva o efeito será o mesmo. Após o uso é só apagar com uma flanela e as cartas poderão ser utilizadas com outras crianças. 

    Despeço-me pedindo que vocês contem pra mim se este post foi útil. É com a ajuda de vocês que este espaço existe. Um forte abraço 🤗

    Bju

    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estipulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 1998.

    MACEDO, Lino de; PETTY, Ana Lúcia Sicoli; PASSOS, Norimar Christe. Aprender com jogos e situações-problema. Porto Alegre: Artmed, 2000.

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    • 12 cartas;
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  • Rapa tudo

    Rapa tudo

    Oieee!!!

    Gente, antes de falar sobre o jogo de hoje preciso avisar que vocês vão continuar vendo minhas publicações  nas redes sociais, mas este é o último post deste ano aqui no site. Retorno com novidades em 2019, ok?!

    E, para deixá-los(as) com um sorrisão de orelha a orelha, tem na nossa loja o arquivo PDF GRÁTIS com o jogo! Vai, me digam se eu não fui incrivelmente querida este ano?! Nem posso me despedir dizendo: Desculpa pelas brincadeiras!… haha!

    Por falar em brincadeiras, eu sei e vocês também já sabem, que precisamos aprender a aproveitá-las porque promovem momentos de aprendizagem riquíssimos. Porém, existe algo que não costumamos falar que é a necessidade de aprendermos a lidar com os momentos de desânimo e tristeza. Porque eles fazem parte do caminho da maioria dos profissionais que se dedicam à área da educação e saúde. Seria hipocrisia de minha parte dizer o contrário. Especialmente quando trabalhamos com crianças com dificuldade de aprendizagem.

    Nossa, em minha trajetória, quantas lágrimas derramadas e quantas vezes me senti sozinha e em silêncio pensei… Puxa vida, por que esta criança não está aprendendo? Por que não consigo entender como ela aprende? Devo ser péssima profissional, mesmo! É, sinto que, algumas vezes, fui cruel comigo. Menosprezei o meu esforço, a minha dedicação e, acima de tudo, criei expectativas altas demais para um curto prazo de tempo.

    Isso já aconteceu com vocês? Se já passaram, estão sabendo que é um sentimento horroroso!

    Rapa tudo

    O jeito que encontrei para superar esses momentos é traçando objetivos claros para curto, médio e longo prazo. Na minha avaliação, por exemplo, procuro investigar o maior número possível de coisas que a criança tem interesse, tem conhecimento e o que precisa aprender. Além disso, o que considero mais importante: que há um tipo de felicidade diferente e ela mora nas pequenas conquistas. 🙂 Essas medidas fazem o meu caminho mais suave.

    Falem pra mim como vocês lidam com esses momentos!

    Agora vamos ao jogo que eu trouxe como sugestão hoje porque precisamos urgentemente fazer com que o lúdico faça parte do dia a dia. Afinal, como já foi dito, ele sim(!) tem forte impacto na aprendizagem.

    Segundo Kammi e Declark, (1997, p. 16):

    “O uso de jogos para ensinar aritmética não é uma prática nova. Muitos professores já os utilizam há longo tempo. No entanto, eles têm sido usados apenas como complemento, para reforço de aprendizagem, […]. Jogos também são usados como prêmios em atividades extras para as crianças que já acabaram o trabalho. Aqui o que proponho é trazer os jogos de um plano secundário para um plano principal na aprendizagem da aritmética.”

    Acredito que no nosso site há muitas ideias para contribuir.

    Sugestão de uso:

    Coloque o tabuleiro sobre uma mesa ou no chão e distribua sobre ele todas as fichas. Ao invés das fichas você pode utilizar botões.

    Cada criança, na sua vez, joga os dois dados. O número e letra que cair será correspondente à coluna e linha do tabuleiro que deve ser resgatada uma ficha. Se, no transcorrer do jogo, cair em uma coluna/linha que não tenha ficha, passa a vez para outra criança. O jogo continua até não ter mais fichas sobre o tabuleiro ou uma das crianças resgatar 20 fichas.

    É isso, um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

    Clique abaixo no botão escrito GRÁTIS para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 01 tabuleiro;
    • 36 fichas;
    • 02 dados;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Trilha da leitura

    Trilha da leitura

    Oie!

    Queridos, todo post que escrevo tenho a expectativa, mais que isso, o desejo e a esperança de levar propostas lúdicas que contribuam no processo de aprendizagem. Isso porque sei, por experiência prática, que muitas vezes esse é o caminho necessário para resgatar o prazer daqueles que por algum motivo o tenham perdido e, assim, substituir o medo de aprender pelo interesse.

    Quando temos como objetivo estimular a aprendizagem da leitura e escrita uma boa estratégia é trabalharmos a consciência fonológica de maneira lúdica e eu já publiquei várias ideias aqui no site tratando deste tema. Agora, é também muito pertinente utilizarmos parlendas, histórias e músicas porque isso nos aproxima do mundo da criança e favorece, além da alfabetização, o letramento.

    O jogo de hoje propicia o desenvolvimento da consciência de palavras. Essa competência é muito importante estimular para que as crianças, quando forem escrever, coloquem os espaços entre as palavras.

    Segundo Soares, (2016, p. 172-173):

    […] muitos são os que consideram que o conceito convencional de palavra, abrangendo palavras de conteúdo e palavras funcionais, só se forma realmente quando tem início a alfabetização, porque a escrita, individualizando as palavras pela separação delas por espaços em branco, faz com que a criança passe a identificá-las na fala tomando como referência a representação gráfica, ou seja: a criança passa a reconhecer na cadeia sonora da fala unidades de língua não percebidas fonologicamente como unidades independentes, mas claramente definidas como tal pela escrita, por meio de limites marcados por espaços em branco: reconhecendo palavras visualmente, a criança passa a também conhecê-las no fluxo sonoro da fala.

    O arquivo PDF com o jogo está disponível na nossa loja. Para adquirir clique no link no final deste post.

    Trilha da leitura

    Sugestão de uso:

    A música que utilizei para escrever na trilha do jogo foi: “O sapo não lava o pé.” Fiz dois tabuleiros. Em um deles escrevi as palavras da música na sequência correta e no outro tabuleiro as palavras estão fora de ordem. Observe as duas imagens deste post.

    Então, o primeiro passo é escolher o tabuleiro mais adequado para as crianças que utilizarão o jogo.

    Após, a criança joga o dado e o número que cair será correspondente à quantidade de casas que ela deverá ler e pular. Ganha o jogo a criança que chegar ao final da trilha primeiro.

    É isso! Espero que o jogo promova aprendizagem e muitos sorrisos. =)

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 01 tabuleiro com as palavras da música na sequência correta;
    • 01 tabuleiro com as palavras da música fora de sequência;
    • 01 dado;
    • 02 marcadores;
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  • Risca Sílabas

    Risca Sílabas

    Oie!!! 😄

    É com muita alegria que compartilho o jogo de hoje — especialmente porque ele está disponível gratuitamente em PDF na nossa loja! Simmm, podem rufar os tambores, comemorar, chamar as amigas, os amigos… 🎼🎤🕺🏽 porque vai rolar a festa, vai rolar… haha! #migasualouca

    Esse jogo é um ótimo aliado para crianças em processo de alfabetização. Trabalha leitura, atenção, concentração, perseverança e ainda pode ser usado como um recurso de avaliação diagnóstica. Isso mesmo! À medida que a criança interage com o jogo, conseguimos observar quais sílabas ela já domina e quais ainda precisa aprender.

    No nosso dia a dia com as crianças, precisamos estar por perto, observando, escutando e intervindo com sensibilidade. Toda intervenção pode servir como uma forma de avaliação. E toda avaliação, quando bem conduzida, pode ser uma excelente intervenção. Por isso, a nossa mediação é o ponto-chave. E os jogos, quando bem escolhidos, podem tornar esse processo mais leve, potente e envolvente.

    📚 Leiam o que Macedo (2007, p. 25) nos diz:

    “Para crianças com algum tipo de dificuldade (mau aproveitamento escolar, notas baixas, desorganização, etc.), a proposta é identificar, também no contexto dos jogos, onde estão localizadas as principais defasagens para viabilizar a realização de tarefas e a compreensão dos conteúdos até então não dominados.“

    Talvez isso que eu escrevo não seja nenhuma grande novidade, mas vale sempre lembrar: quando for aplicar um jogo, é importante saber por que está fazendo isso e quais objetivos deseja alcançar. Ter esse preparo — inclusive com respaldo teórico — é o que nos sustenta até na hora de responder àquela famosa frase:

    “Nossa… mas você só joga com as crianças?” 😅
    (Risos nervosos… quem nunca, né?)

    Então, simbora! ✨
    Tem arquivo PDF com tabuleiro e dado prontinho para impressão. Para baixar, é só clicar no botão “Grátis” no final deste post. 

    Sugestão de uso:

    1. Entregue um tabuleiro e uma canetinha para cada criança, dupla ou grupo.

    2. Em sua vez, cada criança joga o dado. O número que cair indica quantas sílabas ela deverá ler e riscar no tabuleiro.

    3. Vence quem conseguir ler e riscar todas as sílabas do tabuleiro primeiro.

    Variações:

    • Se o nível de esforço estiver muito alto para a criança, combine que o vencedor será quem completar uma linha inteira primeiro.

    • Ao final do jogo, as crianças podem formar palavras com as sílabas do tabuleiro. Ganha quem conseguir montar o maior número de palavras. Um superdesafio!

    📌 Dica: plastifique os tabuleiros ou use papel contact. Assim você poderá reutilizar várias vezes — basta apagar com uma flanela!

    É isso! Espero que o jogo contribua por aí. Se puderem deixar um comentário contando como foi a experiência, vou amar ler! E ainda pode inspirar outras pessoas também.

    Referência Bibliográfica:
    MACEDO, Lino de; PETTY, Ana Lúcia Sícoli; PASSOS, Norimar Christe. Aprender com jogos e situações-problema. Porto Alegre: Artmed, 2000.

    Clique no link abaixo em “GRÁTIS” para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 01 tabuleiro;
    • 01 dado;
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