Tag: compreensão de texto

  • Conte pra Mim

    Conte pra Mim

    O-lá!

    É, já ficou para trás o conceito que tínhamos sobre “ser uma pessoa inteligente”. Hoje há estudos demonstrando que o ser humano é beneficiado por diversas inteligências (se você tiver mais interesse sobre o assunto pode procurar pelos estudos de Howard Gardner). Ou seja, quando dizemos que uma pessoa é inteligente porque se destaca em matemática não está errado, porém está equivocado quando dizemos que “Fulano não é inteligente” só porque não tem este campo do saber bem desenvolvido. Digo isso porque é possível que ele tenha outro tipo de inteligência. Quem sabe, por exemplo, mais voltado para a área musical!

    Resumindo: uma pessoa pode ter uma inteligência mais desenvolvida para um campo do saber do que para outro, e isso as diferencia, mas não desqualifica! 😉

    Entretanto, nosso desempenho sofre influência de ordem genética, interesse e também do meio em que crescemos e nos desenvolvemos. Sendo assim, o estímulo é fundamental para o nosso desenvolvimento emocional, psíquico e intelectual.

    […] Para que esse desenvolvimento cerebral atinja toda a sua potencialidade e multiplique seu poder de conexões, necessita de ginástica e esta é, genericamente, chamada de estímulos. (ANTUNES, p. 14, 2003, grifo do autor)

    O jogo que eu trouxe hoje como sugestão tem como objetivo estimular a criatividade, o aumento do vocabulário, a comunicação, a expressão, a compreensão textual, a produção de texto, dentre outras habilidades.

    Sugestão de uso:

    A criança escolhe ou sorteia uma cartela.

    Lê e, em seguida, escreve um texto que deve conter as duas palavras indicadas na cartela.

    Ela pode se inspirar nas imagens e também nos textos.

    Detalhe: este jogo também pode ser realizado oralmente. Aproveite para gravar (pode ser só áudio) o que a criança conta. Ah, vai ser uma delícia!

    Por hoje é isso! Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003.

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  • Palavra Final

    Palavra Final

    O-lá!

    O ensino da língua escrita envolve o aprendizado de várias habilidades: fonológica, leitura fluente, leitura compreensiva, entre outras…

    O jogo “Palavra Final”, que eu trouxe hoje como sugestão, traz frases curtas e foi pensado para aquelas crianças que estão precisando ampliar seus conhecimentos em relação à leitura compreensiva.

    Segundo Soares (2021, p. 67):

    “[…] leitura compreensiva, supõe ampliação de vocabulário e desenvolvimento de habilidades como interpretação, avaliação, inferência, […]”

    Neste jogo utilizamos frases curtas porque sabemos que são mais acessíveis para crianças em processo de alfabetização, afinal, apresentam uma quantidade limitada de informações para processar. Isso ajuda a desenvolver a habilidade de compreender o significado das palavras e construir o sentido global de uma frase.

    À medida que as crianças progridem e ganham confiança, podem lidar com frases mais longas e complexas.

    Ao trabalhar com frases curtas, as crianças têm a oportunidade de praticar a leitura em um ritmo mais suave e fluente. Elas podem se concentrar na pronúncia correta das palavras e na entonação adequada, sem sobrecarregar sua capacidade de decodificação. Essa prática é fundamental para construir uma base sólida para a leitura fluente no futuro.

    Sugestão de Uso:

    A criança escolhe ou sorteia uma carta e, após fazer a leitura e observar a imagem, sinaliza com um marcador a palavra que corresponde ao final coerente para a frase.

    É isso! Para mais detalhes, você pode assistir ao vídeo logo abaixo.

    Para encerrar, preciso dizer que ao adaptar as atividades de acordo com o nível de habilidade das crianças, os educadores podem promover um aprendizado gradual, significativo e muito mais prazeroso 😉

    Um abraço!

    P.S. Este jogo foi desenvolvido por sugestão da fonoaudióloga Adriana de Carli @fonoadrianadecarli. 

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização e letramento. São Paulo: Contexto, 2021.

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  • Frases Enigmáticas

    Frases Enigmáticas

    O-lá!
    A alfabetização é uma etapa fundamental no desenvolvimento educacional de uma criança. No entanto, algumas delas podem enfrentar dificuldades durante esse processo, o que requer uma abordagem diferenciada e adaptada as suas necessidades individuais. A alfabetização de crianças com dificuldade de aprendizagem exige paciência, compreensão e estratégias eficazes para promover o seu progresso e sucesso.

    Sabemos que os motivos que levam a criança a apresentar dificuldades de aprendizagem são diversos. E, antes de achar que há algum comprometimento neurológico, precisamos descartar outras possibilidades, por exemplo, devemos sempre nos perguntar: será que a atividade/jogo que estou utilizando é adequado para os conhecimentos de que ela já dispõe?

    “Um cérebro com estrutura normal, com condições funcionais e neuroquímicas corretas e com um elenco genético adequado, não significa 100% de garantia de aprendizado normal.” (ROTTA, 2006, p. 113)

    As atividades com frases enigmáticas são interessantes porque oferecem uma abordagem divertida e envolvente para incentivar o interesse das crianças pela leitura e pela escrita (indiferentemente se a criança estiver apresentando dificuldade de aprendizagem ou não).  Bora ver como utilizar?

    Sugestão de uso:

    Deixe a criança escolher uma cartela. Verifique se ela conhece os nomes das figuras.

    Após, peça que ela leia e reescreva a frase substituindo as figuras pelos seus nomes.

    É isso! Ah, deixei para falar só agora no final… O arquivo PDF com este jogo estará GRATUITOOOOO até esta quinta-feira (06/07/2023) Aproveiteeee! E me conta nos comentários se você gostou 😉

    Um abraço! 🤗

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    ROTTA, Newra Tellechea. Dificuldades para a aprendizagem. In ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia; RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2007.

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  • Tá Estranho!

    Tá Estranho!

    O-lá!

    Em cada etapa do desenvolvimento,  a criança requer estímulos e mediação adequada para desenvolver habilidades. A própria evolução humana impulsiona o seu desenvolvimento corporal e mental. Quando a criança recebe os estímulos adequados, é perceptível o seu progresso.

    “Toda criança vive agitada e em intenso processo de desenvolvimento corporal e mental. Nesse desenvolvimento se expressa a própria natureza da evolução e esta exige a cada instante uma nova função e a exploração de uma nova habilidade. […]” (ANTUNES, 1998, p. 37)   

    Aqui não estou falando de padronização, com tempo e forma final já programada, ok?! Estamos falando de um ”SER”, não de uma máquina. Porém, um meio acolhedor e rico em estímulos dará mais chance ao desenvolvimento da criança. Esse é um ponto que não temos como negar, não é mesmo?  

    O jogo “Tá Estranho!” tem como objetivo estimular a leitura, a compreensão de texto, o pensamento lógico e, também, a atenção. 

    Sugestão de Uso:

    A criança lê uma cartela, observa a imagem e tenta descobrir o que está fora de ordem na frase. Ou seja, o que está deixando o texto sem sentido, “estranho”.

    Após, escreve a frase de uma forma que considere ficar coerente, mas usando somente as mesmas palavras. Sem acrescentar ou tirar nenhuma delas.

    Por fim, pega uma carta com o mesmo número para conferir.

    É isso! Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003

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    • 18 cartas gabarito;
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  • Gerador de Histórias

    Gerador de Histórias

    O-lá!

    Já sabemos que um bom planejamento, tanto para atendimento clínico psicopedagógico quanto para uma sala de aula, é importantíssimo. Do contrário, fica um fazer por fazer. Falamos bastante por aqui que jogos contribuem muito para o desenvolvimento das crianças. Porém, escolher um jogo só porque ele é bacana e divertido pode não gerar o resultado que pretendemos alcançar, não é mesmo?

    Seria o mesmo que pegar um martelo para serrar uma tábua.

    O planejamento precisa estar alicerçado nos conhecimentos prévios das crianças, seus interesses e de acordo com os objetivos que pretendemos alcançar. Ou seja, precisamos estar bem certos do que queremos quando elaboramos o planejamento.

    “O planejamento de suas práticas depende fundamentalmente de você ter clareza das metas – habilidades e conhecimentos – a alcançar para que haja continuidade no desenvolvimento e aprendizagem das crianças […] (SOARES, p. 300, 2022, grifo do autor)

    Se está dentro do seu objetivo estimular a leitura, a criatividade e a produção de textos, o jogo “Gerador de histórias” pode contribuir. A princípio, este jogo estimula a leitura e produção de textos curtos, mas, com adaptações, pode gerar textos maiores. Dependerá muito dos conhecimentos das crianças e de sua mediação 😉 Vamos ver a explicação?

    Sugestão de uso:

    A criança começa virando uma carta “QUEM”, que será a personagem principal da história.

    Depois, vira uma ficha “MORAVA”, que trará um texto dizendo onde sua personagem morava.

    Assim, sucessivamente, vai virando as fichas: “QUE TINHA”, “UM DIA ELE/ELA SAIU DE CASA E ENCONTROU”, “ENTÃO FOI O MAIS RÁPIDO QUE PODIA CONTAR PARA” e formará um pequeno texto. Só faltando o final. 

    Sendo assim, para finalizar, deve escrever o que as personagens “decidiram” fazer com o “problema” que surgiu durante a formação da história.

    Se você quiser ampliar, pode escrever um outro texto com as crianças a partir desta pequena história, ou seja, colocando novos elementos. Por exemplo: a profissão da personagem, com quem morava, o que gostava de fazer, etc.

    É isso! A cada jogada uma nova história pode ser gerada!!! Bora?! Estou louca para saber o que vocês criaram por aí ! 

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfaletrar: toda criança pode aprender a ler e a escrever. São Paulo: Contexto, 2022.  

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital formato PDF contendo:

    • 12 fichas de personagens;
    • 48 fichas com textos;
    • 06 porta-fichas;
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    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar.

  • No Lugar Certo

    No Lugar Certo

    O-lá!

    O jogo que eu trouxe hoje como sugestão é um daqueles que pode ser utilizado individualmente ou em dupla. Gostou? É bacana fazer em dupla porque contribui para estimular a socialização, o trabalho em equipe… Habilidades essenciais para qualquer pessoa viver bem em uma sociedade. Os jogos, de maneira geral, quando bem escolhidos, podem contribuir muito para isso.

    “Não podemos esquecer a vertente socializante dos jogos, na qual as crianças aprendem a conviver e a respeitar as pessoas e culturas. (BATLLORI, p. 17, 2009).

    O objetivo do jogo “No Lugar Certo” é estimular a construção e organização de frases curtas com coerência. Isso é muito importante antes de esperar textos longos. No ensino, devemos sempre partir do simples para o complexo.

    Aqui no site temos outro jogo que tem o objetivo semelhante, mas com um grau de dificuldade um pouco maior do que este que estou apresentando hoje. É o jogo “Texto Fatiado”.

    Bom, voltando ao jogo de hoje, vamos à explicação?

    Sugestão de Uso:

    Espalhe todas as fichas sobre uma mesa.

    Após, peça que as duplas escolham uma figura e peguem todas que sejam iguais.

    Por fim, que organizem as fichas de maneira a formar uma frase coerente.  

    Se você achar que é possível, que tal pedir para as crianças escreverem um texto a partir da frase que formaram? Ou seja, uma história na qual elas devem utilizar a frase formulada.

    Por hoje é isso! Será que contribuiu com o seu trabalho? Conta pra mim! Vou amar saber.

    Um abraço e até o próximo post 😉

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.

    BATLLORI, Jorge. Jogos para treinar o cérebro. 11. ed. São Paulo: Madras, 2009

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    • 60 fichas (formam 12 frases envolvendo meios de transporte);
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  • Verdade?

    Verdade?

    O-lá!

    Sabemos que, quando uma criança é considerada alfabetizada, significa que ela percorreu um longo caminho.

    Ser capaz de ler e compreender textos e de escrever textos é o que se considera uma criança que, além de alfabética, se torna alfabetizada, objetivo do ciclo de alfabetização e letramento.[…] (SOARES, 2022, p. 200)

    O tempo de caminhada rumo à alfabetização é muito subjetivo, particular. Depende dos estímulos, mediações que a criança recebe durante o seu trajeto e, também, de suas particularidades biopsicológicas.

    Magda Soares nos dizia que toda criança pode aprender a ler e a escrever. Eu não sei o que você pensa sobre isso, mas uma coisa eu sei: precisamos fazer nossa parte di-rei-ti-nhoooo. O Estudo deve ser contínuo e conhecer a pessoa (criança, adolescente, adulto) é fundamental para sabermos seus interesses, anseios, potenciais, dificuldades e, só assim, estaremos aptos para escolher a mediação mais adequada.

    Por exemplo, o jogo “É Verdade?” é mais adequado para crianças que já leem (pode ser silabicamente), mas precisam ampliar sua compreensão leitora. E também para aquelas crianças que ainda se mostram resistentes à leitura de textos longos (talvez pelo nível de esforço mental exigido estar além das suas capacidades, no momento). Então vamos à sugestão de uso?

    Sugestão de Uso:

    Deixe a criança escolher uma cartela.

    Quando ela terminar a leitura, entregue uma carta com o mesmo número.

    Ela deverá ler e dizer se o texto está relatando o que dizia na cartela ou não.

    Se não for, ela deve sinalizá-lo como “falso”.

    É isso! Gostou das informações que viu por aqui? Os comentários são sempre bem vindos 😉

    Um abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.

    SOARES, Magda. Alfaletrar: toda criança pode aprender a ler a a escrever. São Paulo: Contexto, 2022.  

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    • 15 cartelas com imagens e textos curtos;
    • 15 cartas com textos curtos;
    • 08 fichas “É Falso!”;
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    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar. 

  • Palavras Gêmeas

    Palavras Gêmeas

    O-lá!

    Alfabetizar letrando são palavras que circulam com muita frequência nos livros e formações cujo tema envolva o processo de construção da escrita, não é mesmo? E é importante que seja assim, afinal, já sabemos a “duras penas” que se nos preocuparmos somente em letrar e deixar de lado a alfabetização, certamente não teremos bons leitores e, se pensarmos o contrário, também podemos dizer o mesmo.

    Rego (1995b:59) apud Soares (2016, p.147) nos diz:

    […] pedagogicamente deve-se buscar um equilíbrio entre atividades que estimulem diretamente a decodificação e aquelas voltadas para a análise do texto e sua compreensão”.

    Eu estou sempre compartilhando jogos com diversos propósitos justamente porque tenho esta preocupação. Se você é assinante do Clube Psicosol, possivelmente já percebeu isso 😉

    O recurso que eu trouxe hoje tem como objetivo instigar a compreensão leitora e também ampliar o vocabulário das crianças. Vamos ver?

    Sugestão de uso:

    A criança escolhe uma cartela e faz a leitura. Observa a palavra que está em verde no texto.

    Em seguida, pega uma carta que tenha o mesmo número. Ela deve colocar um marcador na palavra que seja sinônimo da palavra destacada no texto.

    Para concluir, vale uma pesquisa em um dicionário para verificar se a criança acertou o palpite. 

    Agora me diz: o que você achou deste jogo? Que tal contar pra mim nos comentários?

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

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    • 15 cartas com palavras;
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  • Dominó de Frases

    Dominó de Frases

    O-lá!

    Você tem boas lembranças da época em que aprendeu a ler e a escrever? Eu tenho muitas recordações boas e, outras, nem tanto.

    Os jogos que desenvolvo, em sua maioria, são voltados para estimular a alfabetização. Junto com eles vai o meu desejo de contribuir para que as crianças levem para suas vidas recordações de afeto da época que aprenderam  a ler e a escrever.

    Já sabemos que os jogos podem servir de “chave” para abrir as portas para a aprendizagem. Sim, porque as crianças podem não entender o real motivo de precisar aprender a ler e a escrever. Falar para elas que é para ter um futuro melhor é muito distante e pode ser até desmotivador. Agora, jogar, elas gostam. Então, os jogos são excelentes ferramentas para despertar interesse e motivação. Porém, tome cuidado com a escolha do jogo. Ele não pode ser muito fácil e nem tampouco trazer desafios além do que a criança tenha condições de compreender.

    […] do ponto de vista do sujeito, ele não pode aprender algo que esteja acima do seu nível de competência cognitiva […] (WEISS, 2007, p. 105).

    O jogo que eu trouxe hoje é mais indicado para crianças que já leem, mas precisam de textos curtos. Isso significa que não pode ser utilizado por uma criança que ainda não lê “convencionalmente”?  De forma alguma, porém, você precisará fazer adaptações. Por exemplo, você lê e a criança observa nos desenhos qual combina com o texto que você leu.

    Sugestão de uso:

    Distribua as peças igualmente entre as crianças. Se sobrar, reserve para uma eventual “compra”.

    Sorteiem quem colocará a primeira peça no centro da mesa.

    O jogador seguinte deve colocar uma peça que seja o complemento da frase de um dos dois lados do dominó. Ou seja, unindo os dois lados, desenho e texto, deve ser formada uma frase coerente.

    Ganha o jogo quem ficar sem nenhuma peça primeiro. 

     É isso! Que contribua muitoooo!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    WEISS, Maria Lúcia L. Psicopedagogia clínica: uma visão diagnóstica dos problemas de aprendizagem escolar. 12. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007.

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    • 24 peças;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar 🙂

  • Texto Fatiado

    Texto Fatiado

    O-lá!

    A criança, quando chega a uma escola, sempre traz consigo alguma bagagem em relação à escrita. Sendo assim, são completamente equivocadas as falas do tipo: “chegou sem saber nada!”. Talvez chegou sem os conhecimentos que o(a) professor(a) gostaria, mas “nada”, é muito forte. A questão é que é preciso avaliar para sondar o que a criança sabe.

    Segundo Vygotsky(1989) apud Weiss (p. 27, 2007):

    “Toda aprendizagem da criança na escola tem uma pré-história.”

    Vejo este momento da chegada de uma criança à escola semelhante a alguém que está vindo nos visitar e, no meio do caminho, liga dizendo estar perdido. A primeira pergunta que precisamos fazer é: onde você está? A partir do que ela nos disser, podemos orientar melhor o caminho até ela conseguir chegar a nossa casa. Em alguns casos, inclusive, precisamos ir ao local onde ela diz estar para buscá-la. Assim é no processo de alfabetização. Sempre precisamos entender em que ponto de conhecimento a criança está em relação à escrita para então sabermos o melhor caminho a seguir com ela.

    O recurso que eu trouxe hoje é mais indicado para uma criança que já lê, mas ainda não é conveniente apresentar a ela textos muito longos. O objetivo é estimular a compreensão e organização de textos, além de aguçar o pensamento lógico 😉

    Sugestão de uso:

    A criança escolhe ou sorteia uma carta com imagem.

    Em seguida, pega todas as fichas com textos que tenham o mesmo número da carta escolhida/sorteda.

    Após, tenta organizar as fichas de maneira a formar um texto coerente.

    Encerro este texto na expectativa de que tenha contribuído!

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

     WEISS, Maria Lúcia L. Psicopedagogia clínica: uma visão diagnóstica dos problemas de aprendizagem escolar. 12. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007.

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    • 15 cartas com figuras;
    • 60 fichas com frases (para organizar 15 textos);
    • 01 embalagem;
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