Conheço pessoas que sonham, que fantasiam, que acreditam no impossível e no inacreditável. A maioria delas tem menos de 12 anos e, é justamente elas, consideradas crianças, que fazem eu me sentir tranquila, no sentido de que apesar das previsões catastróficas o nosso mundo sempre pode ser muito melhor.
Já é sabido que muito do nosso dia a dia depende do que preferimos ver, ouvir, falar e fazer. No entanto, isso que é tão óbvio soa estranho quando nos deixamos ser levados pela maré. Falo dos que propagam desgraças, principalmente daquela mídia, que pelo seu afã de ganhar público, vende diariamente tragédia.
Agora, tragédia mesmo é quando nós os adultos e ditos “maduros” deixamos nossa felicidade ir pelo ralo abaixo e passamos a viver sob ideias preestabelecidas. Quando já não nos espantamos, nos encantamos, e por fim, deixamos de acreditar na vida.
Cora Coralina dizia: “Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir.”
Você sabe, ninguém está livre das pedras. Elas surgem sem ao menos nos pedir licença invadindo o nosso caminho, mas penso que se resgatarmos um pouco daquela criança que um dia fomos, ou seja: rir mais, nos permitir errar, perdoar, começar de novo, e de novo e de novo…. poderemos mover a nossa vida para frente, e aí, quem sabe, coisas incríveis e inacreditáveis possam acontecer!
bjuuu




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