Autor: Solange Moll

  • Domissilexa

    Domissilexa

    O-lá!

    Lembra que há algumas semanas eu compartilhei aqui no site o jogo Domissílabas, um jogo de dominó com sílabas simples? Pois bem, atendendo a pedidos, desenvolvi o Domissílexa que tem, além de sílabas simples, sílabas complexas.

    Os dois jogos, com níveis diferentes, podem servir tanto para promover o aprendizado quanto para avaliar os conhecimentos já adquiridos pelas crianças. Sim, avaliar, porque você sabe que, durante um jogo, geralmente, as crianças estão mais soltas, justamente por se sentirem mais livres do “olhar avaliativo”. Então, por exemplo, é possível utilizar o Domissílabas (sílabas simples) e ver o desempenho das crianças. Se o nível de conhecimento destas sílabas estiver dominado, então é melhor apresentar o Domissílexa (sílabas complexas).

    Agora, o registro após uma brincadeira é sempre importante para consolidar a aprendizagem. Querem uma sugestão?

    Após algumas rodadas do jogo, é possível ampliar e fazer uma brincadeira. Por exemplo, colocar as peças do dominó em um saco. Você retira uma peça e, sem revelar a figura, fala uma sílaba. As crianças tentam lembrar qual figura estava no dominó, com aquela mesma sílaba, e escrevem o nome. 

    Viu que desta forma também estimulamos e avaliamos como está a memória das crianças?! Ou seja, algumas vezes buscamos um instrumento avaliativo e o jogo pode ser nosso melhor aliado.

    […] Para a realização de uma avaliação significativa, o profissional deve deter-se no planejamento e na escolha do instrumento […]. (VALIATI, 2017, p. 51)

    Agora vamos à explicação mais detalhada deste jogo que, apesar de se basear no jogo de dominó tradicional, possui algumas peculiaridades.

    Sugestão de uso:

    Distribua as peças igualmente entre as crianças. Se sobrar, reserve para uma eventual “compra”.

    Sorteiem quem colocará a primeira peça no centro da mesa.

    O jogador seguinte deve colocar uma peça que forme o nome da figura. Uma pista é que as sílabas que formam a palavra têm as mesmas cores. Porém, isto não quer dizer que qualquer sílaba que tenha a mesma cor formará o nome da figura! É preciso ficar atento a isso. 

    Gente, espero que as informações aqui compartilhadas tenham sido úteis.

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    VALIATI, Marcia Regina Machado Santos. Promoção e proteção ao desenvolvimento infantil. In: ANTONIUK, Sergio Antonio; et all. Praticas em neurodesenvolvimento infantil: fundamentos e evidências científicas. Curitiba: Íthala, 2017.

    Veja o vídeo com a explicação do jogo 😉

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  • Parte em Comum

    Parte em Comum

    O-lá, gente estimada do meu coração!

    O jogo que eu trouxe hoje como sugestão, além de estimular a consciência fonológica, também contribui para o conhecimento de sílabas. Porém, apesar de conter sílabas simples, a parte do estímulo da consciência fonológica é um pouco mais avançada. Digo isso porque o jogo instiga a percepção de sons iguais, mas que podem estar no começo, meio ou final das palavras. Identificar sons iniciais iguais é mais simples.

    Gosto sempre de frisar que jogos envolvendo estímulo da consciência fonológica devem estar presentes em um ambiente alfabetizador porque eles podem, inclusive, evitar fracassos e sofrimentos para muitas crianças.

    As pesquisas revelam que uma consciência fonológica mal desenvolvida é a principal dificuldade para um grande número de crianças que apresentam problemas para aprender a ler. (ADAMS; et al., 2012, p. 23)

    Sendo assim, precisamos nos informar cada vez mais sobre este tema. Quanto mais conhecimento, mais nossas crianças serão privilegiadas com nossa mediação. Agora vamos a explicação do jogo de hoje. Uhuuu!

    Sugestão de Uso:

    Coloque as fichas com sílabas em um saco.

    As crianças pegam uma cartela e devem descobrir quais partes dos nomes das duas figuras são iguais entre si  (começo, meio ou final)

    Exemplos:

    [BOLA] e [BOTA]

    /BO/ /LA/  

    /BO/ /TA/

    O “BO” está  no começo das duas palavras.

    Já em [NAVIO]  e [AVIÃO]

    /NA/ /VI/ /O/

    /A/ VI/ /ÃO/

    O “VI” está no meio das duas palavras.

    Após as crianças fazerem a descoberta, cada uma, na sua vez, retira uma ficha com sílaba do saco. Se pegar a sílaba correspondente, fica com a ficha.

    Ganha o jogo quem conquistar três fichas primeiro.

    É isso! Espero que as informações deixadas aqui tenham contribuído.

    Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ADAMS, Marilyn Jager; et al. Consciência fonológica: em crianças pequenas. Porto Alegre: Artmed, 2006.

    Veja a explicação do jogo no vídeo abaixo 😉

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    • 20 fichas com sílabas;
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  • Letras Embaralhadas

    Letras Embaralhadas

    O-lá!

    Hoje eu trouxe como sugestão um jogo muuuito diferente! É um daqueles jogos em que podemos usar a tecnologia a nosso favor. Já falei em outros posts que precisamos evitar os excessos em tecnologia para o bom desenvolvimento cognitivo, psíquico e físico das nossas crianças. Porém, com a devida cautela, podemos utilizar, inclusive, para despertar o interesse sobre algum conhecimento.

    No jogo “Letras Embaralhadas” utilizamos a tecnologia  para que as crianças ouçam sons de animais e depois escrevam seus nomes… Mas, calma(!), que daqui a pouco explico tudo! Antes, quero dizer que este aprendizado adquirido através dos jogos faz com que as crianças estejam mais presentes e produtivas, mentalmente falando. É diferente de um aprendizado em que a professora passa o conteúdo no quadro e a criança precisa copiar ou até mesmo preencher folhas de exercícios.

    É verdade que as folhas de exercícios muitas vezes produzem algum aprendizado. […] Em jogos, porém, as crianças são mais ativas mentalmente. […] (KAMMI; DECLARK, 1980, p. 172)

    Utilizar jogos lúdicos para estimular o conhecimento é despertar interesse em saber! Quem não gosta de fazer algo que seja divertido? Mesmo sem as crianças se darem conta, estão aprendendo muito daquilo que queremos ensinar 😉

    Portanto, vamos ao jogo?!

    Sugestão de Uso:

    Coloque as cartas com imagens dentro de um saco.

    Sorteie uma carta e, sem revelar a imagem para a criança, entregue para ela uma outra carta (com o mesmo número), mas que tenha somente imagem de QR Code e letras embaralhadas.

    Você pode dizer que as letras embaralhadas servem para escrever o nome do animal que tem na carta que você sorteou. Em seguida, aponte a câmera do seu celular para o QR Code. Será possível ouvir
    um som que serve como pista de qual animal é. Após, a criança deve escrever, em sua opinião, o
    nome do animal.

    Depois você revela a carta com a imagem e nome do animal para ela conferir.

    É isso!

    Gente, este jogo ficou muuuito divertido!

    No vídeo abaixo tem a explicação 😉

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

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  • Dobrou

    Dobrou

    O-lá!

    Ouvi dizer que as crianças gostam de dinossauros. E o “Dobrou” será que elas vão gostar?… Rsrs!

    A proposta de hoje é para trabalhar a matemática, o conceito de “dobro” de maneira divertida. Do jeito que as crianças gostam e a gente também, né?… Rsrs! O professor/psicopedagogo que se entrega a estes momentos com as crianças certamente sai feliz e satisfeito com os resultados.

    Jogar com as crianças é uma experiência inesquecível. É maravilhoso ver o entusiasmo, o interesse e a dedicação que elas colocam nos jogos. (KAMII e DECLARK, p. 230, 1997).

    No entanto, para contribuir, precisamos durante o jogo intervir o mínimo possível, sem apontar diretamente os erros. É importante incentivar as discussões em que cada um pode argumentar e defender seu ponto de vista,  e, também, dar tempo para as crianças pensarem.

    Vamos ao jogo?

    Sugestão de uso:

    Os jogadores devem sentar um de frente para o outro, com o tabuleiro entre eles.

    Colocar a pilha de cartas com as imagens viradas para baixo.

    Um dos jogadores vira uma carta da pilha. Deve contar o número de dinossauros e dizer qual seria o dobro. Em seguida, colocar um marcador sobre o número no tabuleiro.

    Obs.: Você pode disponibilizar material concreto (palitos de picolé, tampas de garrafa PET) para auxiliar no cálculo 😉

    Se o jogador virar uma carta escrito “OPS!”, ele ficará uma rodada sem jogar.

    Se virar uma carta escrito “DIGA”, ele deve pensar em um número e dizer o seu dobro. Após, colocar um botão sobre o número no tabuleiro.

    Ganha o jogo quem primeiro completar todo o seu lado do tabuleiro.

    É isso! Gostou do jogo? Depois de utilizar com as crianças conta pra mim como foi 😉 Eu amoooo saber!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

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  • Vogais Roubadas

    Vogais Roubadas

    O-lá!

    Como assim, roubaram as vogais?! O que a gente não inventa para instigar a leitura das nossas crianças, não é mesmo?… Rsrs!

    Aqui no Brasil, com as particularidades de cada região, sabemos que nem sempre o meio onde a criança vive possibilita acesso a livros. Muitas vezes é somente na escola que as crianças terão esta oportunidade. Porém, se a escola é um espelho do sistema no qual ela está inserida, certamente, em muitas localidades, os professores não terão à sua disposição os recursos que gostariam para instigar a leitura de seus alunos.

    […] sistema de ensino, seja público seja particular, reflete sempre a sociedade em que está inserido. A escola não é isolada do sistema socioeconômico, mas, pelo contrário, é um reflexo dele […]. (WEISS, 2007, p. 17, grifo do autor)

    Já vi muitos professores, eu, inclusive, tirando do próprio bolso dinheiro para comprar livros para fazer rodas de leitura.  E olha que eu moro em Blumenau-SC, uma região considerada a “Europa Brasileira”.

    Bom, apesar desta realidade, seguimos o nosso trabalho sempre lançando sementes que possam contribuir para despertar o desejo de leitura das nossas crianças.

    Para o jogo “Vogais Roubadas” eu escrevi textos curtos, engraçados, em forma de poema e tirei as vogais de algumas palavras. O objetivo é despertar o interesse pela leitura e estimular a interpretação de texto. Vamos ver a explicação?

    Sugestão de Uso:

    Comece dizendo para a criança: “Vamos brincar de detetive?”.

    Em seguida, peça para ela escolher uma cartela.

    A criança lê o texto e tenta descobrir quais vogais estão faltando nas palavras que estão escritas em azul. Estas são as “vogais roubadas”.

    Após, confere a resposta na carta-gabarito.

    Finalizo manifestando o meu desejo de que as crianças gostem muito de ler os textos e de descobrir as “vogais roubadas”.

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    WEISS, Maria Lúcia L. Psicopedagogia clínica: uma visão diagnóstica dos problemas de aprendizagem escolar. 12. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007.

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    • 15 cartelas com textos curtos em forma de poema;
    • 15 cartas-gabarito;
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  • Pesque e Leia

    Pesque e Leia

    O-lá!

    Hoje vai ter jogo com PDF grátiiiis!!! Uhuuu!!

    Porém, antes, quero falar com vocês sobre um tema que talvez gere polêmica: a letra cursiva. E quero falar sobre isso porque, depois de muitos pedidos, o jogo que estou compartilhando gratuitamente tem uma versão em letra caixa alta e outra versão em letra cursiva.

    Quero expressar meu pensamento sobre a obrigação que algumas escolas trazem em relação à letra cursiva. Entendo que a letra cursiva ainda precisa ser ensinada no sentido de informação. Porém, a letra é particular. É preciso respeitar a subjetividade de cada criança e deixar que escolham a sua forma de se expressar. Eu, por exemplo, escrevo com letra script. E daí?!

    As crianças devem ser preparadas para o mundo e não para a escola, certo? Sendo assim, não entendo a obrigação da letra cursiva porque, geralmente, o único lugar que ainda se utiliza a letra cursiva é na escola e no rótulo de algumas marcas de produtos. Eu não queria falar Coca-Cola… Mas já falei. Rsrs.

    Sem contar crianças com dificuldade motora tendo um tempo absurdo despendido em treinar a letra cursiva quando muitas outras habilidades poderiam estar sendo desenvolvidas. Em minha opinião, é um sofrimento desnecessário!

    Como diz Celso Antunes (2003, p. 18):

    “Os estímulos são o alimento das inteligências.”

    Então, vamos “alimentar” nossas crianças com estímulos que realmente vão promover diferenças no desenvolvimento cognitivo e convívio social.

    Agora, como falei no início deste texto, considero importante que a escola ainda apresente a letra cursiva às crianças. Como sempre, os jogos e brincadeiras podem ser utilizados para isso! Porém, obrigar uma criança a escrever com esta ou aquela letra… Não! O importante é que a criança consiga desenvolver a leitura e a escrita para compreender e se comunicar com o mundo que a cerca.

    Agora vamos a explicação do jogo?!

    Sugestão de Uso:

    Coloque as figuras de peixes em uma bacia com areia. Disponibilize um tabuleiro para cada criança.

    Cada criança, na sua vez, “pesca” um peixe da bacia. Se pescar um peixe que tem cabeça verde, deve procurar no tabuleiro o nome de um objeto. Após ler, deve pintar de verde. O mesmo procedimento deve ser feito se “pescar” um peixe que tenha cabeça rosa, porém, deve pintar de rosa o nome de um alimento.

    Ganha o jogo quem pintar primeiro toda uma linha. 

    Gostaram do jogo? 

    Contem pra mim 😉

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003

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    • 02 tabuleiros com palavras escritas em letra caixa alta;
    • 02 tabuleiros com palavras escritas em letra cursiva;
    • 10 fichas de peixes com cabeça verde;
    • 10 fichas de peixes com cabeça rosa;
    • 01 embalagem;
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  • Decodifique

    Decodifique

    O-lá!

    Nosso site é recheado com ideias de jogos e toda quarta tem novidade. Talvez você se pergunte: “Preciso de tantos jogos assim?” Na verdade, é importante ter a disposição uma boa gama de jogos, porque à medida que as crianças compreendem um jogo e já o utilizaram muitas vezes, eles acabam não trazendo mais desafios. Além disso, um jogo pode ser útil para uma criança e não ser muito significativo para outra. Ainda que tenham a mesma idade.

    Uma boa estratégia é não deixar todos à vista das crianças. Disponibilize alguns em uma caixa e à medida que você percebe que elas enjoaram do jogo ou que ele não está mais promovendo desafios, troque por outros. O importante é que você avalie se o jogo está alinhado com os interesses e objetivos de intervenção que você tem com as crianças. A qualidade é muito mais importante do que a quantidade de jogos.

    […] jamais avalie sua qualidade de professor pela quantidade de jogos que emprega, e sim pela qualidade dos jogos que se preocupou em pesquisar e selecionar. ” (ANTUNES, 2003, p. 37)

    O jogo que eu trouxe hoje é maravilhoso para estimular a alfabetização e também o pensamento lógico. Vamos ver?

    Coloque as fichas com imagens viradas para baixo e o tabuleiro sobre uma superfície plana. Cada criança deve receber um peão e colocar no início do tabuleiro.

    Depois, cada uma na sua vez, vira uma ficha. A criança precisará descobrir uma palavra utilizando as letras iniciais de cada figura da ficha. Após descobrir, avança com seu peão na mesma quantidade de figuras que tem na ficha que ela sorteou. Ou seja, se tem 3 figuras, avança 3 casas.

    Ganha o jogo quem chegar ao final da trilha primeiro.

    Observação: No arquivo tem dois tabuleiros. Em um, constam as letras iniciais de cada figura. No outro, para aumentar o desafio, há apenas as figuras do jogo.

    É isso! Se você leu até aqui espero que tenha contribuído.

    Um forte abraço, Sol

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003

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    • 18 cartas;
    • 01 tabuleiro com imagens e alfabeto;
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  • Domissílabas

    Domissílabas

    O-lá!

    Vou começar o post de hoje falando de desmotivação, falta de interesse em aprender. Isso é um assunto muito preocupante e parece que, ano após ano, as reclamações a este respeito só aumentam. É comum ouvirmos queixas do tipo: “ele/ela não quer aprender”. Porém, é preciso nos questionarmos: o que está por trás deste desânimo e falta de interesse que acomete algumas (para não dizer muitas) das nossas crianças?

    Será que é o mundo cada vez mais  informatizado e virtual? É a falta de acompanhamento familiar? É a saúde da criança: anemia, sono, alimentação, audição, visão, …? Estamos bem preparados e motivados para ensinar? Estamos conseguindo adequar o ensino aos interesses delas? Estamos promovendo desafios, maaaas, entretanto, todavia, (…Rsrs) adequamos para as condições maturacionais de cada criança?

    Já sabemos que não adianta tentar enfiar conteúdo de “goela abaixo”. Isso só irá causar frustração à criança e, consequentemente, falta de interesse. Enfim, podemos levantar as hipóteses para tentar entender o que está acontecendo com cada criança. As variáveis são muitas. Afinal, cada criança é um universo a ser desvendado! No entanto, precisamos tentar entender para agir! Isso é simples de ser colocado em prática? Claro que não! Quem entra na educação achando que é fácil, logo percebe o equívoco que cometeu…Rsrs! Exige muito estudo, paciência e persistência. 

    Uma coisa é certa: os jogos lúdicos podem contribuir (e muuuitooo) para despertar interesse e motivar a criançada! 😉

    […] Podemos compreender que o interesse está relacionado à motivação, a tendência do ser humano em buscar o prazer, pois tudo o que não o gratifica deixa de ser prioridade. Dessa forma, se a criança não consegue aprender, esta perde o interesse e o estudo deixa de ser sua prioridade. ( TABAQUIM; et al., 2017, p. 154)

    O jogo que eu trouxe hoje como sugestão é adequado para crianças que estejam aprendendo sílabas simples e que precisam de imagens para auxiliar na associação. E, como todo jogo de dominó, estimula o pensamento lógico.

    Vamos ver como utilizar?

    Sugestão de uso:

    Distribua as peças igualmente entre as crianças. Se sobrar, reserve para uma eventual “compra”.

    Sorteie quem colocará a primeira peça no centro da mesa.

    O jogador seguinte deve colocar uma peça que forme uma palavra. Uma pista é que as sílabas que formam uma palavra têm as mesmas cores. Porém, isto não quer dizer que qualquer sílaba que tenha a mesma cor formará uma palavra! É preciso ficar atento a isso. 

    É isso! Você tem mais uma sugestão de jogo para estimular a alfabetização. Espero que contribua. Abaixo, um vídeo com a explicação do jogo.

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.

    TABAQUIM, Maria de Lourdes Merighi; et al. Funções executivas na escola: fundamentos e práticas. In: RIECHI, Tatiana Izabele Jaworski de Sá; et al. Práticas em neurodesenvolvimento infantil: fundamentos e evidências científicas. Curitiba: Íthala, 2017.

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  • Achados e Perdidos

    Achados e Perdidos

    O-lá!

    Alfabetizar, eis uma tarefa que é para os fortes! Sim, não é um trabalho para qualquer pessoa. Lembro que quando estava em sala de aula ouvia muito: “Ah, você trabalha com os pequenos! Ensina a ler e escrever, isso é fácil!”. Com o tempo, eu entendi que não adiantava tentar argumentar com quem não estava ali na lida diária, no chão de sala de aula com crianças. Penso que cada etapa do ensino traz suas facilidades e desafios. Cabe a cada profissional se preparar para a área que escolheu e com a qual tem mais afinidade.

    Na alfabetização, por exemplo, um dos desafios constantes é adaptar as atividades para cada hipótese de escrita. Isto é necessário porque nem todas as crianças evoluem no mesmo ritmo. O que é fácil para uma criança, pode ser muito difícil para a outra… E não é possível ficar antecipando etapas. Isso seria como construir uma casa sem fazer o fundamento.

    […] um aprendizado que se antecipe à maturação da criança não é apenas inoportuno porque exige um gasto de energia inútil, […] mas também porque a criança faz esse trabalho contra a sua vontade, ou se distancia do tal trabalho porque lhe associa aos desagradáveis sentimentos de fracasso. (FALK, 2010, p. 80).

    O jogo que eu trouxe como sugestão hoje, da maneira que ele foi organizado, pode ser muito complexo para crianças que estejam apresentando hipótese de escrita pré-silábica. Sendo assim, você pode, por exemplo, previamente escrever junto com as crianças a palavra completa e dizer para elas primeiro verificarem (comparando a sua escrita com a palavra que está na ficha) qual sílaba está faltando na carta. Só então iniciar a jogada!

    Enfim, é preciso estar sempre prestando muita atenção para adaptar os jogos às necessidades de cada criança e assim ter mais assertividade nas intervenções.  

    Sugestão de uso:

    Esconda as cartas com sílabas pela sala ou coloque dentro de um saco.

    Uma das crianças pega uma carta em que está faltando uma sílaba. Discutem entre elas para descobrir qual sílaba está faltando. Esta é a “sílaba perdida”.

    Quando já souberem qual sílaba está faltando, elas devem, procurar pela sala ou, se você colocou em um saco, cada uma na sua vez, tirar uma carta. Quem encontrar a “sílaba perdida” recebe uma “ficha diamante”.

    Ganha o jogo quem conquistar primeiro 3 fichas diamante.

    Importante: Se você colocar as fichas com sílabas em um saco elas devem ser devolvidas ao saco após um jogador encontrar a sílaba perdida.

    Este jogo vai ser super divertido!!!

    É isso! Espero que o jogo contribua!

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    FALK, Judit. Abordagem Pikler: educação infantil. São Paulo: Omnisciência, 2010.

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    • 18 fichas diamante;
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  • Domialerta

    Domialerta

    O-lá!

    Vou começar este post com uma boa notícia: o jogo Domialerta está gratuito para você baixar, imprimir, montar e jogar com as crianças. Iupiii, é festa!!!

    Agora quero falar um pouco sobre a importância dos jogos lúdicos para o aprendizado. Eles são fundamentais no espaço educativo. Além dos conteúdos que podem ser trabalhados, também contribuem para desenvolver o pensamento lógico, estimulam a aceitação de regras e normas, a tolerância à frustração, o pensamento estratégico, a criatividade para lidar com situações-problema e a socialização. Por falar nisso, no espaço escolar, os jogos têm um papel ainda mais favorável para o desenvolvimento saudável do convívio coletivo do que em casa com seus familiares, pois, desta forma, a criança precisa aprender a lidar com diferentes opiniões e culturas.  

    […] o jogo na escola apresenta vantagens sobre o jogo que se pratica em família. Em casa, a criança brinca sozinha ou com seus irmãos […], no centro escolar brinca com muitas outras crianças da mesma idade, frequentemente de várias procedências e culturas, havendo, portanto, uma importante vertente socializante que se deve saber aproveitar.

    O jogo Domialerta, além do descrito acima, estimula a atenção, a percepção, o desenvolvimento da orientação espacial. Vamos à explicação do jogo?

    Sugestão de uso:

    Distribua as peças igualmente entre as crianças. Se sobrar, reserve para uma eventual “compra”.

    Sorteiem quem colocará a primeira peça no centro da mesa.

    O jogador seguinte deve colocar uma peça que tenha uma figura igual a um dos dois lados da peça que foi colocada no centro da mesa. Para isso, deve prestar atenção à cor e também à posição dos braços do(s) robô(s).

    É isso! Gostou do jogo? Vai contribuir com o seu trabalho? Conta nos comentários 😉

    Um forte abraço!

    BATLLORI, Jorge. Jogos para treinar o cérebro. 11. ed. São Paulo: Madras, 2009

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