imageQue atire a primeira pedra quem nunca cometeu um erro ao escrever e só percebeu tarde demais para poder corrigir. Nossa, isso é muito chato! Dói na alma, não é mesmo?! Ou estou exagerando?…rs

O que me causa um certo conforto é o fato de eu não conhecer ninguém que tenha devorado as regras gramaticais e ortográficas, a um ponto de dominá-las totalmente, mas, se você que está lendo este texto é esse “ser supremo”, aceite meus sinceros parabéns! Eu prefiro outra dieta!

É tanta regra enfadonha (desculpa!), que por vezes me pergunto: o que acontecerá com a criatividade se escrevermos preocupados com a ortografia e a gramática? Penso que certamente ela se perderá no caminho das regras ortográficas, e ficará infeliz para sempre, presa na teia das regras gramaticais.

O problema é que, ao nos despreocuparmos, só nos restará um caminho: o dos eternamente perdidos na “santa ignorância”. Então, pensando com um pouco mais de leveza e vestindo a roupa do simples mortal, penso que o melhor é, além de fazermos uma “reza brava” para jamais cometermos um erro muito burlesco, é ler muito e entendermos que – possivelmente – estaremos eternamente em processo de alfabetização. A prática de escrever também ajuda muito.

Agora, ao encontrarmos algum erro por aí, se tivermos intimidade com a pessoa, é legal corrigi-la, mas sem muito nariz empinado, porque somos todos factíveis de cometer erros.

É isso! Possivelmente, este texto não acrescentou nada ao seu português, então, espero que ao menos tenha lhe proporcionado um sorriso. E se cometi algum erro, por favor me avise! Esta atitude poderá nos aproximar, no entanto, preciso alertar que não o tornará mais esperto do que eu ou qualquer outra pessoa que o esteja lendo. Afinal, como disse Paulo Freire: “Não há saber mais ou saber menos, há saberes diferentes.”

Bjo!

Especialista em Psicopedagogia Clinica e Institucional. Formação em Avaliação Dinâmica do Potencial de Aprendizagem e em PEI (Programa de Enriquecimento Instrumental) pelo CDCP (Centro de Desenvolvimento Cognitivo do Paraná) Centro de Treinamento Autorizado pelo Hadassah Wizo-Canada Reserach Institute e pelo ICELP - The Internacional Center for the Enhancement of Learning Potential, Jerusalém - Israel. Experiência em alfabetização e dificuldades de aprendizagem. Autora do e-book: "Mamãe, deixe-me crescer" e idealizadora da Revista Psicosol. Ama ler e tem levado bem a sério a sua brincadeira de escrever.

4 comentários em “A criatividade pede licença para escrever

  1. Sol adorei o texto!

    Muitas vezes também fico confusa por ter que obedecer a tantas regras ortográficas e gramaticais.
    Beijos
    Ruth

  2. Sol, gostei muito do texto e de todo blog, iremos “trocar” muitas experiencias, pois estou me formando em Psicopedagogia Clínica e Institucional.
    Beijos, até mais!

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