Tag: alfabetização

  • O que é? O que é?

    O que é? O que é?

    Queridos, alfabetizar letrando é, certamente, um desafio constante. Precisamos regularmente avaliar o trabalho que estamos desenvolvendo para garantir que as crianças não estejam apenas lendo e registrando com autonomia palavras alfabeticamente, mas, também, que estejam compreendendo e construindo textos socialmente.

    Para que isso ocorra é preciso nos aproximarmos das nossas crianças, para saber o que já sabem e, também, garantir que possam ser desafiadas para ir além do conhecimento que já possuem. Afinal, toda criança já pensa sobre a escrita muito antes de frequentar os bancos escolares.

    Conforme Luria (1998, p. 188) apud Soares (2016, p. 61):

    Antes que a criança tenha compreendido o sentido e o mecanismo da escrita, já efetuou inúmeras tentativas para elaborar métodos primitivos, e estes são, para ela, a pré-história da sua escrita.

    A sugestão que compartilhamos hoje com vocês é uma excelente ferramenta para isso.

    Sugestão de Uso:

    Coloquem as páginas em uma pasta catálogo (aquelas com plástico).

    Cubram a imagem, deixem a criança ler a charadinha e dar um palpite para a resposta. Após, revelem a imagem. Em seguida, a criança procura e circula as sílabas que formam o nome da figura. Ou seja, a resposta para a charadinha 😉

    Por fim, que tal a criança pesquisar com seus familiares, uma charadinha e trazer em um próximo encontro para compartilhar com os colegas?

    Pensaram em uma maneira diferente de utilizar este material? Vamos amar saber!

    Um forte abraço e até próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 20 páginas;
    • Instruções de uso.

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  • Lince de Alimentos

    Lince de Alimentos

    Oieee!!! Feliz 2021!!!
    Que saudade estávamos de vocês!!!
    E já chegamos com uma suuuper ideia de um jogo para crianças em processo de alfabetização.

    Os jogos lúdicos para alfabetização, quando bem planejados observando as demandas e características de cada grupo, encorajam as crianças a pensar, discutir, defender pontos de vista sobre a escrita e isto é de suma importância para o desenvolvimento delas.


    As crianças devem ser encorajadas a pensar, a discutir, a conversar e, a raciocinar sobre a escrita alfabética. (CORSINO, 2007, p. 57)

    Sendo assim, o melhor que podemos fazer é explorar estes momentos ao longo do ano em prol do desenvolvimento das crianças.

    Sugestão de uso:

    Coloquem o tabuleiro sobre uma superfície plana e
    as fichas dobradas dentro de uma sacola ou caixa.
    Verifiquem se as crianças conhecem todos os alimentos que estão dispostos no tabuleiro. Podem, inclusive, dizer se gostam ou não. Caso não conheçam, se gostariam de experimentar.
    Depois, cada criança, na sua vez, retira uma ficha da sacola, lê e aponta o alimento no tabuleiro. Se acertar, fica com a ficha. Do contrário, deve devolver a ficha para a sacola.
    Ganha o jogo quem conseguir cinco fichas primeiro.
    Observação: É interessante, para aumentar o desafio, determinar um tempo para a criança apontar o alimento.

    Por hoje é isso! Esperamos que esta sugestão de jogo tenha chegado em bom momento para vocês. Façam as devidas adaptações, ok?

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    CORSINO, Patrícia. As crianças de seis anos e as áreas do conhecimento. In: Ensino Fundamental de nove anos: orientações para a inclusão da criança de seis anos de idade. BEAUCHAMP, Jeanete; PAGEL, Sandra Denise, NASCIMENTO, Aricélia Ribeiro do (org). Brasília: Ministério da Educação, Secretaria da Educação Básica, 2007. p. 57 a 68.

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    • 01 tabuleiro nível fácil;
    • 20 fichas;
    • 01 tabuleiro com maior grau de dificuldade;
    • Instruções de uso.
  • Teste sua Força com as Palavras

    Teste sua Força com as Palavras

    Oie!!!

    Mais uma vez trouxemos para vocês um jogo super bacana para estimular o processo de construção da escrita. Já temos diversos por aqui com este objetivo porque temos a certeza que a diversão pode contribuir e muito com o processo de alfabetização.

    Há muitos métodos de alfabetização e, inclusive, alguns profissionais defendem mais um do que outro. Sinceramente, nossa experiência sempre demonstrou que cada criança aprende de um jeito. Inclusive, há estudos comprovando que nós seres humanos somos dotados de múltiplas inteligências. Sendo assim, cada um tem mais interesse por algumas áreas do saber que outras e, também, o jeito de absorver o conhecimento é particular.

    […] já se afasta o conceito de uma inteligência única e geral e ganha espaço a convicção de Howard Gardner e de uma grande equipe da Universidade de Harvard de que o ser humano é dotado de inteligências múltiplas […]. (ANTUNES, 2003, p. 13, grifo do autor).

    Agora, aliar diversão com aprendizagem é a mistura perfeita. Então vamos nesta? \o/

    Sugestão de uso:

    Entreguem para cada jogador uma cartela “Teste sua Força com as Palavras”.

    Deixem disponível para todos os jogadores a cartela com figuras. Verifiquem se os jogadores sabem os nomes de todas elas. Inclusive, podem discutir sobre com qual sílaba/som cada uma começa o seu nome.

    Coloquem as fichas com sílabas dentro de uma sacola/caixa.

    Cada jogador, na sua vez, retira uma ficha da sacola. Escreve na cartela “Teste sua Força com as Palavras” uma palavra que começa com a sílaba/som que está em destaque na ficha. Se não souber pode tentar descobrir olhando a cartela com figuras. Em seguida, pode escrever outras palavras que começam com as demais sílabas da ficha (neste caso, não terá figura para servir de pista). Após, devolve a ficha para a sacola.

    Se o jogador retirar uma ficha que ele já tenha pego anteriormente ele pode escrever uma palavra que termina com a sílaba/som que está em destaque. No entanto, neste caso, não pode utilizar a cartela de figuras como ajuda. Ou seja, ficará mais difícil. Após, devolve a ficha para a sacola.

    Ganha o jogo quem completar 10 palavras na cartela “Teste sua Força com as palavras”.

    Por hoje é isso!

    Um forte abraço e até o próximo post!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003.

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    • 16 fichas de sílabas;
    • 01 cartela de figuras;
    • 01 cartela Teste sua Força com as Palavras;
    • Instruções de uso.

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  • Complete o diálogo

    Complete o diálogo

    Oie!!! Hoje tem PDF GRÁTIS!! Uhuuu!!!

    Exercitar a imaginação é essencial para obtermos uma boa competência criativa. E, esta habilidade, é importante na nossa vida porque, muitas vezes, conseguir lidar bem com os perrengues que a vida nos traz é uma questão de ter criatividade, não é mesmo?

    Todos seríamos beneficiados por conservar a inventividade da infância por meio de jogos criativos, a fim de desenvolver nossa capacidade de encontrar respostas originais para novos problemas. É por meio da criatividade que a sociedade evolui, desenvolve-se e progride. (IMAGINAÇÃO, 2006, p.58)

    Sendo assim, vamos estimular a criatividade da criançada? O recurso que trouxemos para vocês hoje tem este objetivo, além disso, estimula o letramento.

    Sugestão de uso:

    A criança escolhe uma ficha e completa as frases de uma maneira a produzir um diálogo com algum significado.
    O diálogo que for desenvolvido pode ser utilizado para a construção de uma história. Vai ser show !

    Esperamos que vocês tenham curtido o nosso presente. Vamos ficar muito felizes se vocês nos contarem se contribuímos.
    Um forte abraço e até o próximo post 😉

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    IMAGINAÇÃO. In101 maneiras de melhorar sua memória. Rio de Janeiro: Reader’s Digest, 2006.

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    • 10 fichas;
    • Instruções de uso.

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  • Quem sou eu?

    Quem sou eu?

    Oie!!!

    O material que trouxemos hoje para vocês pode ser utilizado com sujeitos em processo de alfabetização, como também, é interessante para estimular o pensamento hipotético e o pensamento lógico.

    Logo abaixo deixamos algumas sugestões de uso, porém, somente quem conhece o aprendente com quem irá utilizar este recurso é que tem um conhecimento mais adequado para conseguir antecipar possíveis dificuldades ou facilidades e fazer as devidas adaptações 😉
    Sendo assim, fiquem atentos as reações dos aprendentes.

    É necessário oferecer à criança um meio pedagógico coerente, sem o que há o risco de aumentar a sua inadaptação […]. (LAPIERRE e AUCOUTURIER, 2012, p. 23).

    Ou seja, é importante que vocês observem as reações dos aprendentes antes, durante e logo após o desenvolvimento da atividade. Tanto a comunicação verbal quanto a corporal podem contribuir para que consigamos conhecer melhor cada aprendente.

    Agora segue o modo que pensamos para a utilização deste recurso.

    Sugestão de uso:

    Primeiramente, deixem o aprendiz escolher uma cartela e verifiquem se ele conhece o nome de todas as figuras que constam nela.

    Em seguida, ele deverá ler os itens da cartela para descobrir qual das figuras deverá ter seu nome escrito nos quadros.  

    Dica: Instruam o aprendente a riscar as figuras que não atendem as informações descritas no texto. É uma forma de aprender a eliminar hipóteses.

    Por hoje é isso! Esperamos que tenha contribuído.

    Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    LAPIERRE, Andre; AUCOUTURIER, Bernard. A simbologia do movimento: psicomotricidade e educação. Fortaleza: RDS, 2012.

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    • 16 cartelas;
    • Instruções de uso.

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  • Siga o caminho

    Siga o caminho

    Oie!!!
    Outro dia recebemos uma mensagem na qual nos perguntavam sobre qual o melhor método de alfabetização. Este é um questionamento que não temos como responder. Nossa experiência nos demonstrou, por diversas vezes, que cada criança aprende de um jeito. Por isso o mais indicado é observar a criança para identificar como ela aprende.
    Um outro ponto importante é que jamais podemos nos referir a uma criança em processo de alfabetização que: “Ela/ele ainda não sabe nada”. Talvez a criança não esteja atendendo a expectativa convencional de escrita dos pais, dos professores, mas isso não significa que a ela não tenha nenhum conhecimento.

    […] nenhum sujeito parte do zero ao ingressar a escola de ensino fundamental, nem sequer as crianças de classe baixa, os desfavorecidos de sempre. […] (FERREIRO, E. ; TEBEROSKY, A., 1999, p. 291).

    Ou seja, é preciso entender que aprender a ler e escrever é um processo de construção e cada criança tem um ritmo e necessidade de mediação particular. O mediador precisa ampliar a escuta, a observação e, realmente, não tem fórmula mágica. A prática e a boa vontade faz com que desenvolvemos nossa sensibilidade para a escuta 😉

    Esperamos que vocês possam aproveitar a sugestão de intervenção que trouxemos hoje. O objetivo é estimular a consciência fonológica, a relação fonema x grafema, o pensamento lógico, a coordenação motora fina para auxiliar no processo de construção da escrita. Ampliem, façam as adaptações necessárias. <3

    Sugestão de uso:

    Comecem pedindo para as crianças observarem a letra que está em destaque na página. Em seguida, tentarem reproduzir a letra com o corpo (podem imitar a figura que aparece na página) e falar nome/som.

    Depois, solicitem que as crianças identifiquem e percorram o caminho das palavras que iniciam com aquela letra/som para chegar ao livro.

    Por fim, digam para as crianças escreverem os nomes das figuras observando que cada uma tem um campo correspondente.

    Dica: Se vocês colocarem as páginas em uma pasta catálogo (aquelas com plástico), os aprendentes podem escrever sobre o plástico com uma canetinha e, após o uso, é só apagar com uma flanela.

    Encerramos mais um post com o desejo que tenha contribuído.
    Um forte abraço 😘

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    FERREIRA, Emilia; TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artmed, 1999

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    • 22 páginas;
    • Instruções de uso.

    Consta alfabeto de A a Z (exceto H, K, W, Y).

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  • Qual das Sílabas está Faltando?

    Qual das Sílabas está Faltando?

    Oie!!!

    Trabalhar com crianças em processo de alfabetização é muito prazeroso, mas exige do profissional, além de um perfil paciente e persistente, estudo constante. Dentre os conhecimentos essenciais está o saber identificar hipótese de escrita. Afirmamos isso porque é preciso fazer sondagem frequente para verificar o que a criança já sabe. Tendo este conhecimento aumentam as possibilidades de conseguir organizar uma intervenção mais assertiva.
    Para vocês terem uma ideia do que estamos falando, o material que sugerimos hoje é mais indicado para crianças que estejam apresentando hipótese de escrita silábica. Isso não significa que não pode ser utilizado com outras crianças, mas, dependendo do que a criança já sabe, vai precisar de adaptação. Por exemplo, para uma criança com hipótese de escrita alfabética esta atividade vai ser mais desafiadora se vocês cobrirem a imagem e as sílabas em destaque. Desta forma, a criança faz um palpite e escreve a sílaba que está faltando. Após a tentativa da criança vocês revelam as sílabas e imagem. Entendem o que queremos dizer? O conhecimento sobre o que a criança já sabe sobre a escrita é fundamental para que possamos organizar uma atividade que tenha desafio, mas que seja possível de ser realizada. Sendo assim, o profissional que atua na área da alfabetização precisa saber identificar hipótese de escrita.

    […] a mão que escreve e o olho que lê estão sob o comando de um cérebro que pensa sobre a escrita que existe em seu meio social e com a qual toma contato através da sua própria participação em atos que envolvem o ler e o escrever, em práticas sociais mediadas pela escrita. (WEISZ, 1999, p. viii).

    Agora vamos a sugestão de uso, mas vocês já estão cientes que, dependendo da hipótese de escrita do aprendente, vai ser necessário fazer adaptação. <3

    Sugestão de Uso:

    Entregue letras em EVA e a pasta com a atividade para o aprendente. O desafio dele será identificar qual das sílabas que aparecem em destaque está faltando para completar a palavra. Após identificar completa a palavra com letras em EVA.

    Dica: Ao invés de utilizar letras de EVA (como na imagem em destaque), o aprendente pode escrever sobre o plástico com uma canetinha e, após o uso, apagar com uma flanela (isso se vocês colocarem as páginas em uma pasta catálogo com plástico, claro! … rs).

    Por hoje é isso! Esperamos ter contribuído de alguma forma.
    Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    FERREIRO, Emilia; TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artmed, 1999.

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    • 20 páginas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Não pertence

    Não pertence

    Oie!!!
    Há um tempo compartilhamos aqui com vocês o jogo Letra x Som. Recebemos muitas mensagens solicitando um jogo parecido, porém, com um nível mais fácil, para crianças que estão bem no começo do processo de alfabetização. No jogo Letra x Som tem várias imagens e a as letras em destaque podem estar em qualquer lugar dos nomes das figuras (começo, meio ou final). Neste jogo que estamos compartilhando hoje tem menos imagens e as letras em destaque devem ser localizadas somente no início dos nomes das figuras. Na sugestão do jogo explicamos melhor! Antes queremos enfatizar a importância de trabalharmos o som das letras.

    Precisamos estar cientes que trabalhar a relação fonema x grafema é essencial no processo de alfabetização. Podemos, inclusive, prevenir diversos atrasos na construção da escrita por estimularmos este conhecimento. Claro que isto de maneira lúdica e sem forçação de barra! Mas todo dia um pouco. 😉 Falar de palavras que começam ou terminam com o mesmo som/letra é sempre uma excelente estratégia de intervenção.

    A ideia essencial é a da que a análise explícita das palavras em unidades fonológicas é indispensável para compreender o código alfabético, e através disso, aprender a ler. (ALEGRIA, LEYBAERT e MOUSTY apud CAPOVILLA e CAPOVILLA, 2007, p. 25).


    Agora vamos à explicação do jogo.

    Sugestão de uso:

    A criança escolhe uma cartela e fala letra/som que está em destaque. Em seguida, a criança coloca uma ficha “Não Pertence” na(s) figura(s) cujo(s) nome(s) não começa(m) com essa letra/som.

    Vocês podem contribuir falando o nome de cada figura enfatizando o som inicial. Exemplo: /AAAAABACATE/.

    É isso! Um forte abraço e até o próximo post! <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SEABRA, Alessandra Gotuzo; CAPOVILLA, Fernando César. Teoria e pesquisa em avaliação neuropsicológica. São Paulo: Memnon, 2009.

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    • 23 cartelas (alfabeto A a Z, exceto KWY);
    • Ficha carimbo;
    • Instruções de uso.

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  • Encontre os Erros

    Encontre os Erros

    Oie!!!
    É comum no início do processo de construção da escrita as crianças escreverem letras e números ao contrário. Quem trabalha com crianças em alfabetização vê isso com muita frequência. Temos inclusive um artigo no qual explicamos possíveis motivos para isso acontecer. Se você tiver interesse em saber clique em: escrita espelhada.

    Precisamos compreender que a criança que está em processo de construção da escrita faz suas tentativas de acordo com o que ela já sabe. E, muitas vezes, o seu saber não é valorizado. Ou, o que é pior, suas tentativas de escrita consideradas como erro. É preciso nos vigiarmos, ficarmos atentos as nossas ações com as crianças.

    O sujeito que conhecemos através da teoria de Piaget é aquele que procura ativamente compreender o mundo que o rodeia e trata de resolver as interrogações que este mundo provoca. (FERREIRO e TEBEROSKY, 1999, p. 29) 

    Então se a escrita espelhada faz parte da construção da escrita não precisamos fazer nada? Também não é bem assim! Precisamos mostrar a direção correta das letras e, há casos, em que é preciso fazer uma intervenção mais direta para que a criança integre o conhecimento da orientação espacial das letras. Hoje o jogo que trouxemos tem este objetivo.

    Sugestão de uso:

    Escolha três letras que a criança costuma escrever ao contrário e entregue para ela as cartelas com essas letras. Peça para ela observar a direção das letras que estão na margem superior em destaque e falar o nome/som. Em seguida pintar a parte interna da letra que está em branco. Depois reproduzir a letra com massinha de modelar/argila. Por fim, procurar e circular as letras que estão ao contrário em cada cartela. 
    Variação: colocar todas as cartelas em uma sacola ou caixa. Cada criança pega uma cartela e, ao seu sinal, todas procuram e circulam as letras que estão ao contrário o mais rápido que conseguirem. Faz ponto quem achar primeiro. Ganha o jogo quem fizer três pontos primeiro.

    É isso! Um forte abraço!!!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    FERREIRA, Emilia; TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artmed, 1999.

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    • 26 cartelas do alfabeto maiúsculo;
    • 26 cartelas do alfabeto minúsculo;
    • Instruções de uso.

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  • Palavra revirada

    Palavra revirada

    Oieee!

    Hoje tem PDF GRÁTIS! Uhuuu!!! Esperamos que possa ser muito útil para vocês 🙂

    O objetivo deste jogo é estimular o processo de alfabetização, mas também estimula o pensamento hipotético e pensamento lógico porque o aprendente terá uma situação-problema para resolver.

    […] É fundamental considerar que desenvolvimento e aprendizagem não estão nos jogos em si, mas no que é desencadeado a partir das intervenções e dos desafios propostos aos alunos. […] (MACEDO; PETTY; PASSOS, 2000, p. 22)

    Sugestão de Uso:

    Dobre e coloque em um pote as fichas com as palavras reviradas.

    Coloque sobre uma mesa as fichas com as imagens para cima.

    Cada jogador, na sua vez, retira uma ficha “palavra revirada” do pote e observa as letras que estão fora de ordem. Em seguida, olha as fichas com figuras de animais e faz um palpite dizendo qual deles é possível escrever o nome utilizando somente as letras disponíveis na ficha “palavra revirada”. Tenta escrever. Se acertou o palpite, faz ponto. Do contrário, devolve a ficha “palavra revirada” para o pote. Ganha o jogador que fizer três pontos primeiro.

    Dica: Você pode dizer para a criança prestar atenção ao som inicial do nome do animal e verificar, nas letras disponíveis na ficha “palavra revirada”, se tem alguma com som correspondente.

    É isso!!! Um forte abraço e até o próximo post <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MACEDO, Lino de; Petty, Ana Lúcia Sicoli; PASSOS, Norimar Christe. Aprender com jogos e situações-problema. Porto Alegre: Artmed, 2000.

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    • 20 fichas;
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