Tag: matemática

  • Simetria

    Simetria

    Oie!!!
    De uma maneira geral, os aprendentes demonstram interesse em atividades semelhantes a esta que estamos compartilhando com vocês porque desperta a curiosidade. Querem saber qual desenho irá formar. Sendo assim, podemos aproveitar esse interesse para promover o conhecimento sobre o que simetria, mas também estimular: atenção, percepção, pensamento lógico, aumento de vocabulário, orientação espacial, dentre outras habilidades.
    No entanto, da mesma maneira que qualquer outra intervenção proposta, é importante uma sondagem para investigar o que o aprendente já sabe, o que consegue fazer com autonomia e o que precisa de uma mediação maior.

    Conhecer as principais características do desenvolvimento da criança com a qual se trabalha é condição para planejar uma aula adequada, o que pode garantir um bom desempenho do aluno. Dessa forma, é possível propor atividades que ele tenha condições de resolver ou, pelo menos, que seja criado algum tipo de perturbação para o pensamento. (MACEDO; PETTY; PASSOS, 2000, p. 37)

    Toda intervenção precisa ter desafios, mas que sejam possíveis de ser realizados. 😉

    Deixamos na nossa loja o arquivo PDF GRÁTIS com estas fichas. Tem link no final deste post <3 Uhuuu!

    Sugestão de uso:

    Vocês podem começar pedindo para o aprendente dobrar a ficha ao meio (verticalmente), encostá-la a um espelho, observar e tirar uma foto da imagem que formou. Em seguida, peçam que trace uma linha ao meio da ficha (bem na marca que ficou da dobra) e pinte os quadrados exatamente iguais do outro lado da linha. Será preciso observar cor, quantidade e localização. Quando concluir a pintura pode comparar com a imagem que formou no espelho e registrou em foto. Se ele tiver pintado os quadrados corretamente aparecerá a mesma imagem. É importante, neste momento, explicar ao aprendente que quando dividimos uma figura ao meio, obtendo partes exatamente iguais, sendo uma o reflexo da outra, dizemos que a figura é simétrica.

    Ficamos por aqui! Esperamos que este material contribua com o desenvolvimento de muitas crianças. Amamos compartilhar materiais com vocês e ficamos muito felizes quando recebemos feedback porque é importante saber se o nosso trabalho está contribuindo.

    Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MACEDO, Lino de; PETTY, Ana Lúcia Sicoli; PASSOS, Norimar Christe. Aprender com jogos e situações-problema. Porto Alegre: Artmed, 2000.

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    • 10 fichas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Quebra-cabeça Moradia

    Quebra-cabeça Moradia

    Oieee!!!

    O quebra-cabeça é um jogo muito conhecido e, frequentemente, utilizado como um passatempo. No entanto, ele desenvolve muitas habilidades, dentre elas: a percepção visual e espacial, a coordenação motora fina, a capacidade de resolução de problemas, o pensamento lógico, a atenção, a concentração. Se for realizado na companhia de outra(a) pessoa(s) estimula as habilidades de trabalho cooperativos, em equipe, a socialização. Ufa! Quanta coisa, não é mesmo?!

    Quando temos como objetivo melhorar ou ampliar desempenho cognitivo, os estímulos – claro que sem excessos -, são fundamentais.

    Os estímulos são o alimento das inteligências (ANTUNES, 2003, p. 18).

    Na semana passada compartilhamos o Quebra-cabeça Procure Cor, Forma e Leia. Pelas mensagens que recebemos está sendo bem útil para vocês. Esperamos que o jogo de hoje também contribua.

    Sugestão de uso:

    Espalhem todas as peças dos quebra-cabeças (as seis casas misturadas) sobre uma superfície plana. Um jogador joga o dado e em seguida procura as peças para formar a casa que foi sorteada.
    Se quiserem aumentar o desafio determinem um tempo para que a casa seja montada.

    É isso! Estamos com a expectativa que vocês possam aproveitar muuuito este jogo. Vamos amar saber!

    Bjs

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003.

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    • 01 dado;
    • 06 imagens de casa;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

     

     

  • Risque e Complete a tabuada

    Risque e Complete a tabuada

    Oie!!! Genteeee, vamos de jogo lúdico para estudar a tabuada? Este jogo é mais indicado para os aprendentes que já passaram pela fase de compreender a tabuada. Ou seja, já sabem, por exemplo, que 3 x 1 é 1+1+1. Sendo assim, é o momento adequado de se apropriar da tabuada para facilitar os cálculos.

    É importante ficarmos atentos ao fato de que cada aprendente apresenta um desempenho de acordo com o que já construiu. Ou seja, a idade ou um diagnóstico nos diz muito pouco sobre os conhecimentos e potencial que cada um possui e, muito menos, nos dirá se o jogo vai ser fácil ou difícil. Façam as adaptações que julgarem necessárias. 😉

    Conforme Kamii e Declark (1997, p. 105):

    […] Um jogo pode ser considerado fácil quando a criança pode dar a resposta imediatamente. […]

    O arquivo PDF com este jogo está GRATUITO na nossa loja. Ficaram felizes, não é mesmo?! Estamos sabendo, a gente lê pensamentos por aqui…rsrs Para receber cliquem no botão escrito “GRÁTIS” no final deste post.

    Sugestão de Uso:

    Distribuir para cada jogador os dois tabuleiros: Risque a Tabuada e Complete a Tabuada. Se você colocar os tabuleiros dentro de sacos plásticos transparentes ou plastificar, os jogadores poderão escrever com canetinha e, após o uso, apagar com uma flanela.

    Cada jogador, na sua vez, joga o dado duas vezes.

    Na primeira vez que jogar deve anotar “um” dos dois números que estão na “margem superior” do dado (fundo amarelo).

    Na segunda vez anota “um” dos dois números que estão na “margem inferior” do dado (fundo laranja).

    Procura e risca no tabuleiro “Risque a tabuada” o resultado da multiplicação desses dois números que ele escolheu.

    Em seguida, anota este resultado no tabuleiro “Complete a tabuada”.

    Após, é a vez do outro jogador.

    O jogo segue até que um dos jogadores complete uma linha ou coluna inteira. Este será o ganhador.

    Variação: Com o passar do tempo vocês podem fazer a tentativa de incentivar os aprendentes a primeiro registrar o resultado no tabuleiro “Complete a tabuada” e, só depois, conferir no tabuleiro “Risque a tabuada”.

    Observações importantes:

    Se o jogador chegar a um espaço que já preencheu o resultado da multiplicação em uma jogada anterior, ele pode:

    1) Fazer o cálculo ao contrário. Exemplo: Se já completou o espaço no tabuleiro com o resultado da multiplicação 5 x 8= 40. Pode fazer 8 x 5= 40. O resultado é o mesmo, mas tem posição diferente para ser preenchida no tabuleiro.
    2) Se estes espaços, mencionados no item 1, já estiverem preenchidos, o jogador pode utilizar o outro número que constava no dado na primeira ou segunda jogada para fazer a multiplicação. Exemplo: Na segunda vez que jogou o dado tinham os números “7” e “8″ para escolher. O jogador escolheu o “8”. Então pode tentar multiplicar pelo “7” para obter um resultado diferente.
    3) Se os espaços, mencionados nos itens 1 e 2, também já estiverem preenchidos no tabuleiro, passa a vez para outro jogador.

    Ficamos por aqui! Esperamos que este jogo promova muuuita diversão e aprendizado. Amamos quando vocês nos enviam relatos.

    Um forte abraço!!! Upaaaa! rsrs

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

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    • 02 tabuleiros;
    • 01 dado;
    • Instruções de uso.
  • Sudoku Expressões

    Sudoku Expressões

    Oie!!! A linguagem verbal é fortemente privilegiada na nossa sociedade. No entanto, há outras maneiras de nos comunicarmos uns com os outros. A expressão facial é um exemplo. Muitas vezes, basta um olhar para entendermos o que um amigo está querendo, precisando ou sentindo, não é mesmo?!

    […] o encontro de olhares é um dos tipos de comunicação mais profunda que se pode estabelecer, uma vez que “o intercâmbio de olhares é uma captação recíproca” (LAPIERRE, 2010, p. 23).

    O jogo que trouxemos como sugestão hoje tem o intuito de colocarmos a expressão facial em discussão, ou seja, brincar com elas e identificar seus significados. Escolhemos o jogo Sudoku porque com ele, de quebra, estimulamos o pensamento lógico das crianças. \o/ Uhuuu!!!

    Gostaram? Tem arquivo PDF com este jogo disponível na nossa loja. Para adquirir clique no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Disponibilizem um espelho para a criança. Após, ela escolhe uma cartela, observa as expressões faciais que os personagens apresentam e imita-os no espelho dizendo se estão tristes, contentes, zangados, etc. O adulto que estiver mediando este jogo deve entrar na brincadeira, ok?! 😉

    Por fim, a criança deve pegar as fichas com personagens iguais aos que estão disponíveis na cartela e preencher os quadrados seguindo as regras do Sudoku: Não repetir personagens na mesma linha, na mesma coluna e nem na mesma grade.

    Ficamos por aqui! Esperamos que tenha sido útil.

    Um forte abraço

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    LAPIERRE, A. Da psicomotricidade relacional à análise corporal da relação. Curitiba: UFPR, 2010.

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    • 16 cartelas;
    • 21 fichas de personagens;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Verdadeiro ou Falso

    Verdadeiro ou Falso

    Oie!!! Hoje trouxemos para vocês uma ideia para contemplar as quatro operações: adição, subtração, multiplicação e divisão. Uhuuu!!! \o/

    Importante: Dependendo dos conhecimentos prévios das crianças é necessário deixar material concreto (palitos de picolé, tampas de garrafa PET, etc.) para auxiliar nos cálculos. Esta é também uma estratégia essencial se a criança apresentar discalculia.

    A intervenção em crianças com discalculia será bem-sucedida quando as noções de números elementares de 0 a 9 (habilidade léxica), a produção de novos números (habilidade sintática), as noções de quantidade, ordem, tamanho, espaço, distância, hierarquia, os cálculos com as quatro operações e o raciocínio matemático forem trabalhados, primeiramente como experiências não-verbais significativas. A criança só irá trabalhar com fatos aritméticos mentalmente quando superar as etapas citadas. (BASTOS, 2007, p. 204).

    Perceberam o quanto é necessário disponibilizarmos atividades significativas? Como diz o velho ditado: “Não adianta querer colocar a carroça na frente dos bois”. As crianças precisam vivenciar no concreto para compreender e construir o conhecimento. Só então terão condições maturacionais para fazer cálculos mentais.

    Segue nossa ideia de hoje!

    Sugestão de uso:

    Coloquem as cartas em uma caixa/sacola. Cada criança, na sua vez, retira uma carta e faz um palpite colocando um marcador na opção que achar correta: Verdadeiro ou Falso. Depois faz o cálculo para verificar se acertou o palpite. Se a criança acertou, fica com a carta. Do contrário, deve devolver a carta na caixa/sacola.

    No jogo há também duas cartas sem nenhum cálculo. A criança que pegar uma destas cartas deve pensar em uma conta para outro(a) colega resolver. Se ele/ela acertar, fica com a carta. Se errar, a criança que pensou no cálculo fica com a carta.

    Ganha o jogo quem conquistar mais cartas.

    É isso! Um forte abraço e até o próximo post!

    P.S. Pensou em uma maneira diferente para utilizar este material? Ah, então conta pra nós, vai!!!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    BASTOS, José Alexandre. Discalculia: transtorno específico da habilidade em matemática. In: ROTTA, N. T.; OHLWEILER, L.; RIESGO, R. S. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2007.

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    • 34 cartas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Lince de Divisão

    Lince de Divisão

    Oie!!!
    Há algum tempo nos pedem jogos para trabalhar a divisão. Bom, apesar da demora, nasceu! hehe

    Antes da explicação do jogo, queremos dizer que é muito importante estarmos atentos ao fato de que, para a criança entender a divisão – assim como qualquer aprendizado -, é preciso que ela tenha condições para isso, que já tenha conhecimento prévio suficiente.

    “[…] as crianças aprendem com instrução só o que elas podem aprender com o conhecimento que já adquiriram.” (KAMII; DECLARK, 1997, p. 168.)

    Ou seja, não adianta querer pular etapas. Às vezes, na ansiedade e preocupação com o conteúdo que precisa ser passado acontecem atropelos. E ensinar algo que esteja muito acima do que a criança tem condições, naquele momento, de aprender pode causar prejuízos muito sérios. Para citar um deles é o sentimento de incapacidade que a criança pode adquirir. E quem é que consegue aprender alguma coisa quando não se sente capaz?

    Após este breve alerta, vamos a explicação do jogo. 😉

    Sugestão de uso:

    Colocar o tabuleiro sobre uma mesa e as fichas em uma sacola/caixa. Cada criança, na sua vez, retira uma das fichas da sacola, resolve o cálculo, procura e circula (com canetinha) o resultado no tabuleiro. Se conseguir, fica com a ficha. Se não conseguir, devolve a ficha para a sacola. Ganha o jogo quem conquistar cinco fichas primeiro.

    Para ampliar o desafio pode ser determinado um tempo para que a criança localize o resultado.

    Obs. 1: Se for aplicado papel Contact ou plastificado o material, após o uso, poderá apagar as marcações de canetinha com uma flanela. 😉

    Obs.2 : Para algumas crianças talvez seja necessário deixar disponível a tabuada para que elas possam consultar em caso de dúvidas.

    Concluímos este texto deixando um forte abraço a todos que o leram até aqui. <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13 ed. Campinas: Papirus, 1997.

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    • 01 tabuleiro;
    • 20 fichas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Calendário

    Calendário

    Oieee!!!
    Primeiro post de 2020 e já começamos com um presente maravilhoso para vocês: tem arquivo PDF GRÁTIS com a atividade que trouxemos como sugestão hoje!!! Uhuuu!!! Esperamos que vocês fiquem tão felizes quanto nós que estamos compartilhando este material.

    Antes de baixar o arquivo acompanhem nossa breve explicação sobre a relevância deste recurso 😉

    Trabalhar a noção de tempo é muito importante e, geralmente, as crianças demonstram interesse em anotar no calendário, por exemplo, a data do aniversário ou outro evento que irá acontecer e ir riscando os dias que faltam para chegar. Além disso, é interessante propiciar às crianças o funcionamento dos números dentro de um contexto. Portanto, utilizar o calendário é um excelente recurso porque a criança terá a oportunidade de aprender algo que tem uma conexão com o seu dia a dia. É muito mais do que simplesmente absorver algo que a professora falou.

    “Nenhuma criança é uma esponja passiva que absorve o que lhe é apresentado.” (ANTUNES, 2003, p. 16)

    Então mãos à obra!!! 🙂

    Sugestão de uso:

    Entreguem o calendário do mês corrente para a criança/adolescente preencher.

    Após, vocês podem complementar a atividade com outros questionamentos. Por exemplo:

    – Qual dia da semana você mais gosta? Por quê?

    – Quantos dias faltam para o aniversário de…?

    – O dia 20 de janeiro será…

    – Quais dias da semana você vai para a escola?

    Vocês perceberão que aos poucos os conhecimentos serão integrados. Também será muito gratificante ver o entusiasmo das crianças quando no início de cada mês vocês entregarem um novo calendário para ser preenchido.

    Um forte abraço!

    Clique abaixo no botão escrito “GRÁTIS” para adquirir dois arquivos em PDF (enviados por e-mail) contendo:

    • 12 fichas;
    • Instruções de uso.

    São enviados dois arquivos em PDF para que, no momento da impressão, você possa escolher dentre eles o tamanho mais adequado (fichas com tamanho de uma página A4 ou 1/2 página A4).

     

  • Decomponha os números

    Decomponha os números

    Oie!

    Há muitas maneiras de demonstrar carinho e gratidão por alguém: com um abraço, um beijo, um olhar, … No entanto, a distância que me separa fisicamente de vocês que acompanham o meu trabalho, impede que eu faça isso pessoalmente. Sendo assim, a maneira que demonstro o meu carinho é procurando dar atenção a todos os comentários que recebo e, de tempos em tempos, dedico algumas horas do meu trabalho para produzir algo que não receberei uma recompensa monetária por ele, mas, tenho a expectativa que vocês se sentirão tocados e acarinhados por mim. Tudo que compartilho tem o intuito de levar muito mais do que informações, almejo que esteja proporcionando experiências positivas.

    Deixei na nossa loja o arquivo PDF com este material. É enviado por e-mail e é gratuito!!! Para receber clique no botão escrito “Grátis” disponível no final deste post.

    Bom, chega de papo … rs, agora vou discorrer sobre a ideia de hoje.

    Os números podem ser apresentados de maneiras diferentes: compostos ou decompostos. Por exemplo: o número 123 está na forma composta, mas eu posso decompor ele e, então, apresentá-lo assim: 100 + 20 + 3. As duas maneiras representam o mesmo valor. E qual a relevância de sabermos isso? É importante para entendermos padrões e relações dentro de um número maior e entre números dentro de uma equação.

    Considero importante salientar que valor posicional não é uma técnica a ser aprendida pela criança. Na verdade, é algo que precisa ser construído por ela e que envolve raciocínio lógico-matemático. Sendo assim, é preciso primeiro que a criança tenha construído a unidade para que possamos apresentar as dezenas. Da mesma forma, ela precisa ter construído o entendimento de dezenas e das unidades para que seja apresentado as centenas e assim por diante.

    […] ‘Dezenas e unidades’ podem ser ensinadas somente depois de as crianças terem construído as ‘unidades’ […] (KAMII e DECLARK, 1997, p. 93.)

    Sugestão de uso:

    A criança escolhe uma cartela e, para decompor o número em destaque, deve procurar os grampos que tenham os números necessários e fixá-los na cartela colocando-os em sequência, do maior para o menor.

    Queridos(as), mesmo que eu esteja ciente da riqueza deste material, fico esperando que me digam se contribuiu com o trabalho de vocês.

    Um abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 15 cartelas;
    • 18 fichas;
    • Instruções de uso.

    É GRÁTIS e enviado por e-mail.

  • Combine Relógio com Texto

    Combine Relógio com Texto

    Oie!!! Há muito tempo estou querendo publicar algo que possamos utilizar com as crianças para que elas sejam estimuladas a identificar as horas em relógio analógico. Afinal, apesar de que os relógios digitais estão por toda parte, este conhecimento é também muito importante.

    No entanto, para dar significado a esta aprendizagem podemos construir junto com a criança uma agenda na qual ela irá registrar quanto tempo se dedica aos estudos, às brincadeiras, acesso à Internet, etc. Viu só que ideia bacana para a criança desde cedo aprender sobre a importância da administração do tempo?!

    ANTUNES (2003, p. 74) nos diz:

    Ensine a criança a administrar seu tempo. […] Dê-lhe uma agenda, ensine-a usar e cumprimente-a por sua execução.

    Deixei o arquivo PDF com este material disponível na nossa loja. Para adquirir acesse o link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Disponibilizar um relógio analógico verdadeiro para que a criança possa manipular, girar os ponteiros e vê-lo funcionando.

    Após, a criança escolhe uma das cartas, lê o texto, acerta o relógio de acordo com o que ela leu. Por fim, procura a carta com o desenho do relógio que registra o mesmo horário descrito no texto.

    Para concluir esta atividade organize com a criança o registro com os horários estabelecidos para as atividades diárias. Ela poderá colar no caderno ou deixar em um local visível.

    Vai ser show!!!

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. Petrópolis: Vozes, 2003.

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    • 10 cartas com texto;
    • 10 cartas com desenhos de relógio;
    • 01 ficha para agenda;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Deu Bam!

    Deu Bam!

    Oieee!

    Gente, hoje vamos falar de matemática! Não, vamos falar de jogos! Não, vamos falar de pensamento lógico! Não, vamos falar de diversão! Não, vamos falar de aprendizagem! Não, vamos falar de tudo isso…rs É que, na verdade, tudo pode caminhar junto. E eu me esforço, mas não consigo compreender como brincadeiras e jogos são deixados de lado quando as crianças se encaminham para o Ensino Fundamental. É incrível como é aceitável na educação infantil e, depois, parece que o caderno precisa estar cheio de cópia. Desculpa, isso me incomoda!

    Com isso será que estou dizendo que as cópias devem ser abolidas da escola? Óbvio que não! Agora, a cópia pela cópia não constrói conhecimento. Repetição pela repetição, também não! Fazer as crianças escreverem o número 1 até preencherem uma linha inteira não estará fazendo com que elas compreendam o valor do número. Agora, dizer, por exemplo: “Quantos números 1 vocês acham que conseguem escrever em uma linha?” Isso já é diferente; fará com que as crianças sejam motivadas a pensar, levantar hipóteses e depois escrever para verificar. Entenderam?

    “[…] as crianças aprendem com instrução só o que elas podem aprender com o conhecimento que já construíram” (KAMII, 1997, p. 157).

    Os jogos são excelentes desencadeadores da aprendizagem. Durante um jogo diferentes pontos de vista podem ser expostos e confrontados. Cada criança precisa expor o que pensa e isso exige uma concentração e nível de pensamento muito maior. A criança está ali, inteira.

    Ai, ai! Tanto a ser dito, mas preciso economizar nas palavras porque sei que o meu texto precisa ser curto. Sendo assim, vou explicar o jogo de hoje. Vamos de maneira lúdica trabalhar unidade, dezena, centena e milhar. Uhuu!!!

    Tem arquivo PDF com as cartas e dados para o jogo em nossa loja. Para adquirir clique no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Colocar as cartas em uma sacola. Cada criança, na sua vez, retira uma carta, representa o número com os dados sobre o tabuleiro e fica com a carta. Outra criança repete o procedimento anterior. O jogo segue, mas  se a carta sorteada estiver escrito “BAM” é preciso devolver para dentro da sacola todas as cartas acumuladas até o momento pela criança. Ganha o jogo quem conseguir acumular três cartas primeiro.

    As crianças, simplesmente, amam esse jogo. Disponibilizar o material dourado para elas compreenderem no concreto também será excelente.

    Se você sentir que é possível determine um tempo para elas organizarem o número sobre o tabuleiro. 😉

    Um forte abraço e tchau!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

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    • 23 cartas;
    • 04 dados;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.