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  • 10 da Mesma

    10 da Mesma

    Oie!!!

    Queridos, vamos começar contando uma notícia boa: o jogo que sugerimos hoje está disponível em arquivo PDF GRÁTIS na nossa loja! Uhuuu!!!

    Depois desta informação maravilhosa queremos citar algumas palavras de Constance Kamii para um reflexão.

    “[…] o meio ambiente pode agilizar ou retardar o desenvolvimento lógico-matemático.” (KAMII, 1990, p. 38):

    Certamente, somos do grupo de profissionais que quer proporcionar um ambiente facilitador do desenvolvimento lógico-matemático, não é mesmo?! … rsrs Sendo assim, é importantíssimo estarmos cientes que, antes de mais nada, este conhecimento é construído pela própria criança e o nosso trabalho vai muito além de ensinar números!!! É preciso proporcionar meios para que as crianças façam a construção da estrutura mental do número. E, inclusive, podemos aproveitar diversas situações do dia a dia em uma sala de aula para isso. Por exemplo, dizer para a criança: “Entregue um lápis para cada colega da sala”, pode fazer ela pensar e contar quantos colegas têm para depois pegar a quantidade de lápis necessário. Isso é diferente de simplesmente entregar a quantidade exata e pedir para ela distribuir.
    Jogos lúdicos também são excelentes para isso porque fazem as crianças resolverem desafios, conflitos, pontos de vista diferentes, paciência, persistência. Sendo assim, esperamos que possam aproveitar muuuito o recurso que estamos compartilhando com vocês hoje. <3

    Sugestão de Uso:

    Dois jogadores devem sentar de frente um para o outro e colocar o tabuleiro no meio deles em uma superfície plana (mesa ou chão). Cada jogador, na sua vez, joga o dado e marca em seu lado do tabuleiro a figura que for sorteada. O jogo segue assim até que um dos jogadores complete 10 figuras da mesma. Este será o ganhador.

    Obs.: Perceberam que os personagens do jogo estão usando máscara? Pensamos que esta é também uma maneira de contribuirmos na conscientização da importância do uso da máscara neste momento de pandemia que estamos vivendo 😉

    Esperamos que contribua. Um forte abraço e até o próximo post!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
    KAMII, Constance.  A criança e o número: implicações da teoria de Piaget para atuação junto a escolares de 4 a 6 anos. Campinas, São Paulo : Papirus,  1990.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF GRÁTIS (enviado por e-mail) contendo:

    • 01 tabuleiro;
    • 01 dado;
    • Instruções de uso.
  • Qual é a única?

    Qual é a única?

    Oie!!!

    Gente, uma maneira de estimular o pensamento lógico, a atenção, a percepção, a memória, é disponibilizar às crianças jogos e brincadeiras que elas possam comparar objetos (forma, tamanho, cor diferente). A habilidade de comparar é um ato mental no qual é preciso colocar as coisas em relação umas com as outras para identificar semelhanças e diferenças. Dependendo da idade e conhecimento prévio do aprendente pode ser uma tarefa bem complexa.

    […] problemas envolvendo comparação são difíceis, pelo menos para crianças menores… na verdade, comparar é bastante complexo. (KAMII, DECLARK, 1997, p. 158).

    Sendo assim, o jogo que trouxemos como sugestão hoje é um daqueles recursos excelentes que devem estar presentes em ambientes que pretendem incentivar o desenvolvimento cognitivo.

    Sugestão de uso:

    Coloque todas as cartas dentro de uma sacola/caixa. Cada jogador, na sua vez, retira uma carta da caixa. Todos os jogadores, ao mesmo tempo, procuram qual figura é a única que não tem outra igual a ela. Deve ser ignorado o tamanho e a direção. Quem encontrar primeiro bate com a mão sobre a carta e mostra a figura. Cada acerto vale um ponto. Ganho o jogo quem chegar a cinco pontos primeiro.

    Gente, este jogo, como os demais compartilhados com vocês, foi desenvolvido com muito comprometimento e entusiasmo. Esperamos que vocês sintam o toque do nosso afeto em cada detalhe. Utilizem com as crianças e depois nos contem como foi a experiência, ok?

    Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

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    • 18 cartas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Palavra revirada

    Palavra revirada

    Oieee!

    Hoje tem PDF GRÁTIS! Uhuuu!!! Esperamos que possa ser muito útil para vocês 🙂

    O objetivo deste jogo é estimular o processo de alfabetização, mas também estimula o pensamento hipotético e pensamento lógico porque o aprendente terá uma situação-problema para resolver.

    […] É fundamental considerar que desenvolvimento e aprendizagem não estão nos jogos em si, mas no que é desencadeado a partir das intervenções e dos desafios propostos aos alunos. […] (MACEDO; PETTY; PASSOS, 2000, p. 22)

    Sugestão de Uso:

    Dobre e coloque em um pote as fichas com as palavras reviradas.

    Coloque sobre uma mesa as fichas com as imagens para cima.

    Cada jogador, na sua vez, retira uma ficha “palavra revirada” do pote e observa as letras que estão fora de ordem. Em seguida, olha as fichas com figuras de animais e faz um palpite dizendo qual deles é possível escrever o nome utilizando somente as letras disponíveis na ficha “palavra revirada”. Tenta escrever. Se acertou o palpite, faz ponto. Do contrário, devolve a ficha “palavra revirada” para o pote. Ganha o jogador que fizer três pontos primeiro.

    Dica: Você pode dizer para a criança prestar atenção ao som inicial do nome do animal e verificar, nas letras disponíveis na ficha “palavra revirada”, se tem alguma com som correspondente.

    É isso!!! Um forte abraço e até o próximo post <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MACEDO, Lino de; Petty, Ana Lúcia Sicoli; PASSOS, Norimar Christe. Aprender com jogos e situações-problema. Porto Alegre: Artmed, 2000.

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    • 20 fichas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

     

  • Simetria

    Simetria

    Oie!!!
    De uma maneira geral, os aprendentes demonstram interesse em atividades semelhantes a esta que estamos compartilhando com vocês porque desperta a curiosidade. Querem saber qual desenho irá formar. Sendo assim, podemos aproveitar esse interesse para promover o conhecimento sobre o que simetria, mas também estimular: atenção, percepção, pensamento lógico, aumento de vocabulário, orientação espacial, dentre outras habilidades.
    No entanto, da mesma maneira que qualquer outra intervenção proposta, é importante uma sondagem para investigar o que o aprendente já sabe, o que consegue fazer com autonomia e o que precisa de uma mediação maior.

    Conhecer as principais características do desenvolvimento da criança com a qual se trabalha é condição para planejar uma aula adequada, o que pode garantir um bom desempenho do aluno. Dessa forma, é possível propor atividades que ele tenha condições de resolver ou, pelo menos, que seja criado algum tipo de perturbação para o pensamento. (MACEDO; PETTY; PASSOS, 2000, p. 37)

    Toda intervenção precisa ter desafios, mas que sejam possíveis de ser realizados. 😉

    Deixamos na nossa loja o arquivo PDF GRÁTIS com estas fichas. Tem link no final deste post <3 Uhuuu!

    Sugestão de uso:

    Vocês podem começar pedindo para o aprendente dobrar a ficha ao meio (verticalmente), encostá-la a um espelho, observar e tirar uma foto da imagem que formou. Em seguida, peçam que trace uma linha ao meio da ficha (bem na marca que ficou da dobra) e pinte os quadrados exatamente iguais do outro lado da linha. Será preciso observar cor, quantidade e localização. Quando concluir a pintura pode comparar com a imagem que formou no espelho e registrou em foto. Se ele tiver pintado os quadrados corretamente aparecerá a mesma imagem. É importante, neste momento, explicar ao aprendente que quando dividimos uma figura ao meio, obtendo partes exatamente iguais, sendo uma o reflexo da outra, dizemos que a figura é simétrica.

    Ficamos por aqui! Esperamos que este material contribua com o desenvolvimento de muitas crianças. Amamos compartilhar materiais com vocês e ficamos muito felizes quando recebemos feedback porque é importante saber se o nosso trabalho está contribuindo.

    Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MACEDO, Lino de; PETTY, Ana Lúcia Sicoli; PASSOS, Norimar Christe. Aprender com jogos e situações-problema. Porto Alegre: Artmed, 2000.

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    • 10 fichas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Ligue os pontos coloridos

    Ligue os pontos coloridos

    Oie!!!
    O jogo que estamos compartilhando com vocês lembra um pouco o tradicional Jogo dos Pontinhos, porém, é diferente! Sendo assim fiquem atentos às regras! 😉

    O arquivo PDF está disponível gratuitamente na nossa loja. Tem link para adquirir no final deste post! uhuuu!!! <3

    Habilidades estimuladas: atenção, percepção, pensamento lógico, orientação e localização espacial, coordenação motora fina, tolerância à frustração, entre outras.

    Como este jogo exigirá muito da atenção e da percepção visual é importante estarmos cientes que nem todas as pessoas tem a mesma amplitude de atenção e percebe as coisas do mesmo jeito. Ou seja, a capacidade da atenção, de perceber as coisas ao seu redor é muito particular de cada um. Sofre influências da personalidade, dos interesses, do meio cultural em que vive e, também dos estímulos que recebe. Sendo assim, sempre é possível melhorar o desempenho, mas é essencial respeitar as particularidades de cada aprendente. 😉

    […] Não somos todos igualmente atentos e não prestamos atenção da mesma maneira. A forma de absorver as informações é influenciada pela educação, mas também depende da personalidade, dos interesses e das atitudes em relação ao mundo. (ATENÇÃO, 2006, p. 40).

    Sugestão de uso:

    Coloquem o tabuleiro sobre uma superfície plana. Os jogadores deverão ficar de frente para o tabuleiro.

    Após, cada um, na sua vez, joga o dado. Em seguida, localiza no tabuleiro quatro pontos que tenham as mesmas cores e localização espacial que foram sorteadas no dado. Une os quatro pontos com traços para formar um quadrado e coloca a inicial do seu nome no interior.

    Se for sorteado “todas as cores” o jogador pode escolher qualquer um dos lados do dado para procurar o grupo de pontos no tabuleiro.

    Observações importantes:

    1) A linha azul que consta no dado determina a margem inferior dele;

    2) É proibido utilizar pontos que já foram marcados em jogadas anteriores (isso aumenta a necessidade de prestar atenção).

    3) Passa a vez do jogador se ele jogar o dado e for sorteado um grupo de pontos que não tem mais disponível para traçar e formar um quadrado;

    4) Encerra a partida se um dos jogadores passar a vez três jogadas seguidas ou não ter mais quadrado disponível para fechar.

    Ganha o jogo quem fechar mais quadrados.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ATENÇÃO. In101 maneiras de melhorar sua memória. Rio de Janeiro: Reader’s Digest, 2006.

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    • 01 tabuleiro;
    • 01 dado;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Quebra-cabeça Moradia

    Quebra-cabeça Moradia

    Oieee!!!

    O quebra-cabeça é um jogo muito conhecido e, frequentemente, utilizado como um passatempo. No entanto, ele desenvolve muitas habilidades, dentre elas: a percepção visual e espacial, a coordenação motora fina, a capacidade de resolução de problemas, o pensamento lógico, a atenção, a concentração. Se for realizado na companhia de outra(a) pessoa(s) estimula as habilidades de trabalho cooperativos, em equipe, a socialização. Ufa! Quanta coisa, não é mesmo?!

    Quando temos como objetivo melhorar ou ampliar desempenho cognitivo, os estímulos – claro que sem excessos -, são fundamentais.

    Os estímulos são o alimento das inteligências (ANTUNES, 2003, p. 18).

    Na semana passada compartilhamos o Quebra-cabeça Procure Cor, Forma e Leia. Pelas mensagens que recebemos está sendo bem útil para vocês. Esperamos que o jogo de hoje também contribua.

    Sugestão de uso:

    Espalhem todas as peças dos quebra-cabeças (as seis casas misturadas) sobre uma superfície plana. Um jogador joga o dado e em seguida procura as peças para formar a casa que foi sorteada.
    Se quiserem aumentar o desafio determinem um tempo para que a casa seja montada.

    É isso! Estamos com a expectativa que vocês possam aproveitar muuuito este jogo. Vamos amar saber!

    Bjs

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003.

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    • 01 dado;
    • 06 imagens de casa;
    • Instruções de uso.

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  • Risque e Complete a tabuada

    Risque e Complete a tabuada

    Oie!!! Genteeee, vamos de jogo lúdico para estudar a tabuada? Este jogo é mais indicado para os aprendentes que já passaram pela fase de compreender a tabuada. Ou seja, já sabem, por exemplo, que 3 x 1 é 1+1+1. Sendo assim, é o momento adequado de se apropriar da tabuada para facilitar os cálculos.

    É importante ficarmos atentos ao fato de que cada aprendente apresenta um desempenho de acordo com o que já construiu. Ou seja, a idade ou um diagnóstico nos diz muito pouco sobre os conhecimentos e potencial que cada um possui e, muito menos, nos dirá se o jogo vai ser fácil ou difícil. Façam as adaptações que julgarem necessárias. 😉

    Conforme Kamii e Declark (1997, p. 105):

    […] Um jogo pode ser considerado fácil quando a criança pode dar a resposta imediatamente. […]

    O arquivo PDF com este jogo está GRATUITO na nossa loja. Ficaram felizes, não é mesmo?! Estamos sabendo, a gente lê pensamentos por aqui…rsrs Para receber cliquem no botão escrito “GRÁTIS” no final deste post.

    Sugestão de Uso:

    Distribuir para cada jogador os dois tabuleiros: Risque a Tabuada e Complete a Tabuada. Se você colocar os tabuleiros dentro de sacos plásticos transparentes ou plastificar, os jogadores poderão escrever com canetinha e, após o uso, apagar com uma flanela.

    Cada jogador, na sua vez, joga o dado duas vezes.

    Na primeira vez que jogar deve anotar “um” dos dois números que estão na “margem superior” do dado (fundo amarelo).

    Na segunda vez anota “um” dos dois números que estão na “margem inferior” do dado (fundo laranja).

    Procura e risca no tabuleiro “Risque a tabuada” o resultado da multiplicação desses dois números que ele escolheu.

    Em seguida, anota este resultado no tabuleiro “Complete a tabuada”.

    Após, é a vez do outro jogador.

    O jogo segue até que um dos jogadores complete uma linha ou coluna inteira. Este será o ganhador.

    Variação: Com o passar do tempo vocês podem fazer a tentativa de incentivar os aprendentes a primeiro registrar o resultado no tabuleiro “Complete a tabuada” e, só depois, conferir no tabuleiro “Risque a tabuada”.

    Observações importantes:

    Se o jogador chegar a um espaço que já preencheu o resultado da multiplicação em uma jogada anterior, ele pode:

    1) Fazer o cálculo ao contrário. Exemplo: Se já completou o espaço no tabuleiro com o resultado da multiplicação 5 x 8= 40. Pode fazer 8 x 5= 40. O resultado é o mesmo, mas tem posição diferente para ser preenchida no tabuleiro.
    2) Se estes espaços, mencionados no item 1, já estiverem preenchidos, o jogador pode utilizar o outro número que constava no dado na primeira ou segunda jogada para fazer a multiplicação. Exemplo: Na segunda vez que jogou o dado tinham os números “7” e “8″ para escolher. O jogador escolheu o “8”. Então pode tentar multiplicar pelo “7” para obter um resultado diferente.
    3) Se os espaços, mencionados nos itens 1 e 2, também já estiverem preenchidos no tabuleiro, passa a vez para outro jogador.

    Ficamos por aqui! Esperamos que este jogo promova muuuita diversão e aprendizado. Amamos quando vocês nos enviam relatos.

    Um forte abraço!!! Upaaaa! rsrs

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

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    • 02 tabuleiros;
    • 01 dado;
    • Instruções de uso.
  • Fichas de registro

    Fichas de registro

     

    Oie!!! Gente, assim como vocês, com a pandemia do Coronavírus, estamos tendo que nos adaptar nos espaços familiar, social e profissional. Nos adaptar significa também criar estratégias para lidar da melhor forma possível com o momento que estamos vivendo.

    Aproveitar a experiência conhecida e transformá-la através do ato criador faz parte do processo de aprendizagem do(a) profissional que vai mediar o conhecimento. (BARBOSA, 2002, p. 34).

    Pelas mensagens que temos recebido, sabemos que muitos profissionais da educação/saúde estão fazendo atendimentos on-line. Precisamos estar cientes que ter um registro destes momentos é tão importante quanto dos atendimentos presenciais para que as intervenções sejam mais assertivas. Sendo assim, desenvolvemos o material que estamos compartilhando com vocês para auxiliar na organização das informações dos pacientes/aprendentes, bem como no registro das sessões.

    Está disponível GRATUITAMENTE o arquivo PDF com este material na nossa loja. Tem link para adquirir no final deste post. Uhuu!!!

    Sugestões de uso:

    São três fichas diferentes de registro. Vocês podem organizá-las em uma pasta catálogo.

    Primeira ficha: anotar as informações consideradas mais importantes sobre o aprendente. Se você é psicopedagogo(a), são alguns dos dados coletados, geralmente, na anamnese com os pais, responsáveis e escola:

    • Nome do aprendente;
    • Data de nascimento;
    • Interesse(s): o que ele/ela gosta de fazer, aprender;
    • Queixa(s): dificuldade(s) relatada(s) pela família e escola;
    • e outras informações importantes.

    Atenção! Nesta ficha não constam todos os dados coletados em uma anamnese. É apenas um resumo das informações mais importantes que podem contribuir nas intervenções.

    Segunda ficha: anotar números de telefones para contatos:

    • Família, escola e outros profissionais que atendam o paciente/aprendente.

    Terceira ficha: Registrar de maneira sucinta como foi a sessão com o aprendente. Nela constam os seguintes campos:

    • Nome do aprendente;
    • Número da sessão;
    • Síntese da sessão (qual avaliação ou intervenção foi feita naquele dia);
    • Algo que o aprendente disse ou fez que chamou atenção;
    • Lembrete para próxima sessão (exemplo: trabalhar trocas F/V);
    • Combinados (exemplo: “J” vai trazer um brinquedo ou livro que gosta na próxima sessão);
    • Avanços e dificuldades percebidas durante a sessão.
    • Nível de interesse do aprendente. Neste campo sugerimos pintar as estrelas de acordo com o que for percebido ou o próprio aprendente relatar durante a sessão. Uma estrela: pouco interesse, duas estrelas: médio interesse, três estrelas: muito interesse.

    Estas anotações serão muito úteis para, ao longo do trabalho, vocês conhecerem melhor o perfil do aprendente (potencial, dificuldades, atitudes que se repetem, etc.) e, assim, organizar intervenções mais assertivas.

    Gente, acreditamos que o carinho investido na organização deste material é perceptivo em cada detalhe. Esperamos que vocês possam fazer um bom uso! Se ficaram dúvidas, deixem nos comentários que teremos o maior prazer em responder. A dúvida de um pode ser a mesma de outro, então fiquem à vontade para perguntar, ok?!

    Um forte abraço,

    Até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    BARBOSA, Laura Monte Serrat. PCN: parâmetros curriculares nacionais: o papel da escola no século XXI. Curitiba: Bella Escola, 2002.

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    • 03 fichas diferentes de registro;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail. Você poderá imprimir quantas vezes quiser.

  • Separe as palavras

    Separe as palavras

    Oie!!!
    Mediar o processo de alfabetização é, certamente, uma das profissões mais belas. Conforme as crianças (jovens, adultos) vão avançando na construção da leitura e da escrita ficamos com o coração saltitante de alegria. E não é para menos, afinal, sabemos que podemos modificar totalmente a trajetória de vida de uma pessoa através da sua condição leitora.

    […] aprender a ler e a escrever e, além disso, fazer uso da leitura e da escrita transformam o indivíduo, levam o indivíduo a um outro estado ou condição sob vários aspectos: social, cultural, cognitivo, linguístico, entre outros. (SOARES, p. 38, 2001).

    No entanto, este caminho é feito de muitas etapas e traz desafios. Uma coisa é certa(!), conforme vamos adquirindo prática e conhecimento do processo de construção da leitura e escrita, conseguimos compreender, identificar e mediar muito melhor cada uma das etapas.

    O recurso que trouxemos como sugestão hoje é excelente para aguçar a curiosidade e a imaginação das crianças, mas, é também, apropriado para utilizar como ferramenta de intervenção com crianças que estejam apresentando hipótese de escrita alfabética, porém, com dificuldade na segmentação de palavras. Ah, podem comemorar porque o arquivo PDF está GRÁTIS na nossa loja! <3

    Sugestão de uso:

    Colocar as páginas em uma pasta catálogo (aquelas com plástico) e entregar para a criança. Explicar que, em cada página, há um título de alguma história. Possivelmente, ela já conhece ou ouviu falar. As imagens servirão de pistas. O desafio da criança será separar as palavras do título colocando cada uma delas em um quadro. Ela pode escrever com canetinha sobre o plástico. Após o uso é só apagar com uma flanela.
    Podemos concluir esta atividade com a leitura de alguma história que a criança não conhece ou tem interesse em reler.

    Ficamos por aqui!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica, 2001

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    • 10 páginas;
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  • Pinte a forma igual

    Pinte a forma igual

    Oieee!!! Hoje tem presenteeee!!! O arquivo PDF com o jogo que sugerimos neste post está gratuito na nossa loja. Uhuuu!!! A gente se diverte fazendo vocês felizes 😉

    Pensamos em duas formas de utilizar este recurso e ficaremos muito felizes em saber se vocês pensarem em maneiras diferentes.

    O jogo exige precisão e por isso é super indicado para estimular a atenção, percepção e concentração. A criança precisará ficar atenta à posição do pequeno traço (se ele está para baixo, para cima, para o lado, etc.) e à cor das figuras.

    […] Para definir concentração, poderíamos dizer que é a forma mais intensa de atenção. É necessário prestar atenção para atingir uma verdadeira concentração. […] (ATENÇÃO, p. 48, 2006).

    Então vamos estimular estas habilidades? Sim, podemos desenvolver ou aperfeiçoá-las!!!

    Sugestão de jogo 1:

    Uma criança joga o dado. Observa a cor da figura que caiu no dado e, também, para que lado está o traço. Em seguida, procura e pinta (com a mesma cor) uma figura igual (em qualquer lugar do tabuleiro). Depois é a vez de outra criança.  Se a criança jogar o dado e cair uma figura que ela não tem mais disponível para pintar em seu tabuleiro, passa a vez para outro jogador. O jogo segue assim até uma das crianças completar uma coluna ou linha inteira do seu tabuleiro.

    Sugestão de jogo 2:

    Uma das crianças joga o dado e, todas ao mesmo tempo, procuram e pintam em seus tabuleiros TODAS as figuras iguais a que caiu no dado. Ganha o jogo quem conseguir encontrar e pintar as figuras em menos tempo.

    Observação 1: O traço laranja indica a margem inferior do dado. É importante ficar atento a este detalhe no momento do jogo.

    Observação 2: Se o tabuleiro for colocado dentro de um saco plástico as marcações poderão ser feitas com canetinha sobre ele e, após o uso, apagadas com uma flanela.

    Ficamos por aqui!

    Se vocês têm dúvidas perguntem nos comentários que respondemos!

    Bju

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ATENÇÃO e concentração. In: 101 maneiras de melhorar sua memória. Rio de Janeiro: Reader’s Digest, 2006.

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    • 01 tabuleiro;
    • 01 dado;
    • Instruções de uso.

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