Categoria: Jogos

  • O Sumiço das Sílabas | Jogo de alfabetização para completar sílabas

    O Sumiço das Sílabas | Jogo de alfabetização para completar sílabas

    O-lá!

    A alfabetização acontece de forma muito mais significativa quando a criança participa ativamente do processo, interage, levanta hipóteses, conversa, escuta e reflete sobre a língua escrita em diferentes contextos.

    Como destaca Ana Albuquerque (2022, p. 87):

    […] A linguagem escrita deverá estar presente de modo constante e significativo na sala de aula, por meio da criação de rotinas de escrita e leitura e da organização de oportunidades e experiências individuais, a pares e em grupo, promovendo a discussão de pontos de vista e a reflexão metalinguística.

    Pensando nisso, trouxe como sugestão o jogo “O Sumiço das Sílabas”, uma proposta lúdica que contribui para a aprendizagem de forma leve, participativa e divertida.

    Ao procurar sílabas escondidas para completar palavras, a criança precisa observar, pensar, comparar e refletir sobre a estrutura das palavras. Além disso, o jogo favorece momentos de interação entre os participantes, estimulando a troca de ideias e o desenvolvimento da consciência linguística.

    Habilidades estimuladas:

    • conhecimento de sílabas;
    • atenção e concentração;
    • leitura de palavras;
    • reflexão sobre a formação das palavras;
    • percepção visual;
    • memória;
    • participação em jogos com regras;
    • interação social.

    Sugestão de uso do jogo:

    1. Coloque o tabuleiro sobre uma superfície plana, com as fichas “pegadas” cobrindo as sílabas. Deixe as cartelas em uma pilha, viradas para baixo.
    2. Vire a primeira cartela da pilha e mostre a figura para as crianças. Na sua vez, cada jogador deve retirar uma ficha do tabuleiro.
    3. Se a sílaba escondida embaixo da ficha servir para completar o nome da figura da cartela, o jogador fica com a ficha. Caso contrário, deve devolvê-la ao tabuleiro, e a vez passa para o próximo jogador.
    4. O jogo continua até acabarem as cartelas. Ganha quem coletar mais fichas ao final da partida.

    Na alfabetização, experiências concretas e significativas fazem diferença. Quando a criança aprende brincando, ela se envolve emocionalmente com a atividade, participa com mais interesse e encontra mais sentido no contato com a linguagem escrita.

    Jogos pedagógicos não substituem a mediação do professor, mas podem enriquecer muito esse caminho, tornando o aprendizado mais participativo, prazeroso e cheio de descobertas.

    Por hoje é isso!
    Gostou do que viu por aqui?

    Um abraço e até o próximo post 😉

    Referência Bibliográfica:

    ALBUQUERQUE, Ana. Linguagem escrita na educação infantil: práticas pedagógicas promotoras da aprendizagem em sala de aula. In: SARGIANI, Renan (org.). Alfabetização baseada em evidências: da ciência à sala de aula. Porto Alegre: Penso, 2022

     

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    • 36 cartelas;
    • 01 tabuleiro;
    • 01 embalagem;
    • fichas com pegadas;
    • instruções de uso.

    É para você imprimir, montar e jogar.

  • Dino Embaralhado | Jogo de alfabetização para organizar letras e formar palavras

    Dino Embaralhado | Jogo de alfabetização para organizar letras e formar palavras

    O-lá!

    Quando pensamos em alfabetização, é essencial lembrarmos que a leitura é um processo ativo. A criança prevê, testa possibilidades e constrói sentido a partir do que já sabe.

    De acordo com Frank Smith (2003), a leitura envolve um processo de previsão, no qual o leitor utiliza seus conhecimentos prévios para atribuir significado ao que está escrito.

    Isso significa que, ao oferecer pistas sobre o que está escrito para uma criança em processo de aprendizagem da leitura e da escrita, ou sobre o que esperamos que ela escreva, ajudamos a ampliar seu pensamento, levantar hipóteses mais consistentes e se envolver de forma mais significativa com a palavra.

    Foi a partir dessa compreensão que elaboramos o jogo Dino Embaralhado. Organizamos o jogo de forma intencional, incluindo pistas que auxiliam a criança a antecipar quais palavras podem ser formadas a partir de um determinado grupo de letras embaralhadas: nome de animal, fruta, objeto ou vestuário.

    Além disso, as imagens do tabuleiro também funcionam como pistas. Por exemplo: se a dica for “é um animal”, a criança poderá observar quais animais estão disponíveis no tabuleiro e, com base nisso, tentar formar o nome de um deles com as letras apresentadas. (Logo abaixo, há mais detalhes sobre o uso do jogo.)

    Dessa forma, a atividade se torna mais acessível para uma criança que está em processo de aprendizagem, desafiadora na medida certa e muito mais envolvente, favorecendo não apenas o acerto, mas principalmente o raciocínio durante o processo.

    Habilidades estimuladas:

    • leitura e formação de palavras;
    • atenção e concentração;
    • velocidade de processamento;
    • associação entre palavra e imagem;
    • flexibilidade cognitiva.

    Sugestão de uso:

    1. A criança puxa a tira que sai da boca do “Dino”. Nessa tira, encontrará uma palavra com as letras embaralhadas.
    2. Antes de iniciar, será dada uma pista, como: é o nome de um animal, de uma fruta, de um objeto ou de uma peça de vestuário.
    3. Com base nessa informação, a criança deverá descobrir qual é a palavra e organizá-la dentro de um tempo determinado. Se for possível, utilize uma ampulheta ou um cronômetro para marcar esse tempo.
    4. Se conseguir, ganha uma fichinha e deverá procurar, no tabuleiro, a figura correspondente à palavra, colocando a fichinha sobre ela.
    5. Ao final, todos contam suas fichinhas para descobrir quem conquistou mais.

    Ao propor atividades como essa, nosso objetivo vai além do acerto imediato. Queremos que a criança pense, levante hipóteses, teste possibilidades e, principalmente, se envolva com o processo de aprendizagem de forma significativa e prazerosa.

    Quando ajustamos o nível de desafio e oferecemos pistas adequadas, criamos um caminho mais acessível e motivador, respeitando o momento de cada criança e favorecendo avanços reais na leitura e na escrita.

    Espero que essa proposta possa contribuir com a sua prática e trazer momentos de aprendizagem leve, divertida e cheia de descobertas.

    Um abraço,
    Sol 💛

    Referência Bibliográfica:

    SMITH, Frank. Compreendendo a leitura: uma análise psicolinguística da leitura e do aprender a ler. Porto Alegre: Artmed, 2003.

     

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    • 01 tabuleiro;
    • 4 tiras com palavras embaralhadas;
    • 0 arte “Dino”;
    • instruções de uso.

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  • Lago das Sílabas | Jogo de alfabetização com sílabas para formação de palavras

    Lago das Sílabas | Jogo de alfabetização com sílabas para formação de palavras

    O-lá!

    Em um primeiro olhar, especialmente quando ainda não conhecemos profundamente o processo de alfabetização, é comum que a escrita de uma criança chame atenção pelo que “não está certo”. Mas, por trás dessas produções, existe algo muito mais importante acontecendo: a criança está pensando.

    Os estudos na área da alfabetização nos ajudaram a compreender que as primeiras tentativas de escrita não são aleatórias. Existe intenção, organização de ideias e construção de conhecimento em cada registro.

    Mesmo que, para um olhar menos atento ou com pouco conhecimento sobre o assunto, pareça uma escrita cheia de erros, hoje já sabemos que isso não procede. No entanto, nem sempre foi assim.

    Como aponta Ana Albuquerque (2022, p. 77):

    […] pouca importância era dada às primeiras produções escritas das crianças, sendo consideradas simples garatujas sem significado e que não envolviam qualquer ligação com a cognição. Eram vistas como reproduções erradas da escrita […].

    Ainda bem que os tempos são outros, não é mesmo?…Rsrs!

    Hoje, já sabemos que a criança está, sim, pensando sobre a escrita, testando hipóteses e organizando suas ideias sobre como a língua funciona.

    E quando esse olhar muda, muda tudo junto. A escrita deixa de ser julgada apenas pelo acerto e passa a ser compreendida como parte essencial do processo.

    É exatamente nesse ponto que os jogos entram com força. Porque, no jogo, a criança:

    • arrisca sem medo;
    • testa combinações;
    • observa o que funciona e o que não funciona;
    • aprende de forma ativa e significativa.

    Hoje eu trouxe como sugestão o “Lago das Sílabas”. Um jogo em que o sapinho precisa pular de sílaba em sílaba, formando palavras ao longo do caminho.

     Habilidades estimuladas:

    • formação e segmentação de palavras;
    • leitura inicial;
    • atenção e planejamento;
    • orientação espacial;
    • flexibilidade cognitiva.

    Sugestão de uso:

    1. Coloque o tabuleiro em uma superfície plana.
    2. Cada jogador, na sua vez, avança com seu peão tentando formar uma palavra. Pode se mover para a direita, esquerda, frente, atrás e na diagonal, mas não pode pular sílabas.
    3. A cada jogada, deve registrar a palavra formada em uma folha ou caderno.
    4. O jogo termina para o jogador que chegar à última sílaba da margem superior. Ao chegar, não pode mais se mover. Mas atenção: o vencedor não é quem chega primeiro, e sim quem consegue formar mais palavras ao longo do caminho.

    No fim das contas, mais importante do que chegar rápido é o que a criança constrói durante o percurso.

    É isso, turma! Gostaram do que viram por aqui?

    Um abraço e a gente se encontra no próximo post!

    Referência Bibliográfica:

    ALBUQUERQUE, Ana. Linguagem escrita na educação infantil: práticas pedagógicas promotoras da aprendizagem em sala de aula. In: SARGIANI, Renan (org.). Alfabetização baseada em evidências: da ciência à sala de aula. Porto Alegre: Penso, 2022.

     

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 01 tabuleiro;
    • 04 peões;
    • instruções de uso.

    É para você imprimir, montar e jogar.

  • Intrusa F/V, P/B, T/D, M/N | Jogo para trabalhar trocas de letras

    Intrusa F/V, P/B, T/D, M/N | Jogo para trabalhar trocas de letras

    O-lá!

    Se você trabalha com alfabetização ou acompanha alguma criança nesse processo, talvez já tenha observado que, mesmo após um caminho bem construído, algumas delas ainda apresentam trocas na escrita, como F/V, P/B, T/D e M/N.

    Essas trocas costumam gerar dúvidas e até preocupações, principalmente quando persistem por mais tempo do que o esperado.

    Mas é importante dizer com clareza: nem toda troca indica um transtorno. Não precisamos, de imediato, patologizar ou associar essas dificuldades a quadros como dislexia ou déficit de atenção, ainda que, em alguns casos, possam estar relacionados.

    Antes de qualquer rótulo, há algo essencial: a criança precisa de ajuda para perceber e diferenciar os sons da fala(fonemas) e as letras que os representam.

    Muitas vezes, algumas crianças se beneficiam quando chamamos atenção para pequenas pistas na produção dos sons.
    No som de /m/, por exemplo, os lábios se tocam; no /n/, não. O uso de um espelho para que a criança observe os movimentos articulatórios durante a produção dos sons também pode favorecer essa percepção.
    Já no /v/, há vibração das cordas vocais, o que não acontece no /f/. Nesse caso, perceber a vibração colocando a mão no pescoço pode ajudar a criança a diferenciar os sons.
    Esses apoios ajudam a tornar os sons mais perceptíveis e favorecem a discriminação entre letras que costumam gerar confusão.

    Como destacam Artur Gomes de Morais e Tarciana Pereira da Silva Almeida (2022, p. 66):

    […] quando um aprendiz escreve faca em lugar de ‘vaca’, precisa de ajuda para perceber a distinção entre os fonemas /f/ e /v/.”

    Ou seja, estamos falando de uma habilidade que pode, e deve, ser trabalhada de forma intencional.

    O que essas crianças precisam?

    • Apoio direcionado;
    • atividades que evidenciem os sons;
    • oportunidades de comparação entre palavras;
    • intervenções que tornem essa aprendizagem mais concreta e significativa.

    E, claro… de forma leve e envolvente.

    Pensando nisso, criei o jogo “Intrusa F/V, P/B, T/D, M/N”, uma forma lúdica de trabalhar a discriminação entre sons que costumam gerar confusão.

    A ideia é simples: identificar quando uma palavra “não pertence” àquele grupo. Ou seja, quando há um intruso sonoro.

    Habilidades estimuladas:

    • discriminação dos fonemas /F/V/, /P/B/, /T/D/, /M/N/;
    • atenção e concentração;
    • leitura e análise de palavras ;
    • relação fonema–grafema.

    Sugestão de Uso:

    Coloque o tabuleiro no centro da mesa. Organize os jogadores sentados um de frente para o outro.

    Cada jogador ficará com um lado do tabuleiro:  um com palavras que devem ser completadas com F; outro com palavras que devem ser completadas com V.

    Na sua vez, o jogador:

    1. Lança o dado e avança com o peão conforme o número sorteado.
    2. Ao parar em uma casa: Se a palavra corresponde ao seu lado (ex: jogador do F em palavra com F), segue normalmente. Se cair em uma palavra que deveria ser completada com a outra letra, ele encontrou uma intrusa. Nesse caso, ganha um bônus e avança mais três casas.
    3. O jogo continua alternando os turnos.
    4. Vence quem chegar primeiro ao círculo central do tabuleiro.

    Por que funciona?

    Porque a criança não está apenas escrevendo ou repetindo, ela está comparando, analisando e tomando decisões.

    E isso faz toda a diferença no processo de aprendizagem.

    Se você trabalha com alfabetização ou acompanha uma criança que apresenta esse tipo de troca, vale muito a pena incluir propostas assim na rotina.

    Espero que esse jogo contribua com o seu trabalho e, principalmente, com o avanço das crianças.

    Um abraço,
    Sol

    Referência Bibliográfica:

    MORAIS, Artur Gomes de. Jogos para ensinar ortografia: ludicidade e reflexão. Belo Horizonte: Autêntica, 2022.

     

    Clique no linki abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 01 tabuleiro F/V;
    • 01 tabileiro P/B;
    • 01 tabuleiro T/D;
    • 01 tabuleiro M/N;
    • 01 dado;
    • 04 peões;
    • instruções de uso.

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  • Escalada Matemática | Jogo para trabalhar adição, subtração, multiplicação e divisão

    Escalada Matemática | Jogo para trabalhar adição, subtração, multiplicação e divisão

    O-lá!

    Diferentemente de muitos jogos de matemática que apresentam contas prontas para serem resolvidas, no Escalada Matemática a criança precisa criar um cálculo utilizando adição, subtração, multiplicação ou divisão para chegar ao resultado sorteado. Essa proposta favorece o desenvolvimento do pensamento lógico, da resolução de problemas, da elaboração de estratégias e da flexibilidade cognitiva.

    Muitas vezes, quando a criança encontra dificuldade em matemática, o problema não está apenas em realizar um cálculo. Ela pode ter dificuldade para analisar uma situação, decidir por onde começar ou encontrar diferentes caminhos para chegar a uma solução.

    Desenvolver o pensamento lógico significa justamente favorecer esse processo de análise, escolha e construção de estratégias. Quando a criança é desafiada a pensar sobre como resolver um problema, e não apenas a executar um procedimento, ela amplia sua compreensão matemática e fortalece habilidades importantes para novas aprendizagens.

    Como destacam MACEDO, PETTY e PASSOS (2000, p. 13):

    […] jogos são propostos com o objetivo de coletar importantes informações sobre como o sujeito pensa, para ir simultaneamente transformando o momento do jogo em um meio favorável à criação de situações que apresentam problemas a serem solucionados […] de modo que possa produzir um resultado favorável ou, se isso não ocorre, que aprenda a analisar os diferentes aspectos do processo que o impediram de atingi-lo.

    Ou seja, o jogo permite observar como a criança pensa enquanto cria oportunidades reais para o desenvolvimento de novas estratégias de aprendizagem.

    Foi com esse olhar que desenvolvi o Escalada Matemática.

    A proposta foge do modelo tradicional. A criança sorteia um resultado e, em seguida, descobre qual operação deverá utilizar, podendo ser adição, subtração, multiplicação ou divisão. A partir dessas informações, precisa construir um cálculo que resulte exatamente no número sorteado.

    Essa inversão muda completamente a forma de pensar. Em vez de resolver uma conta pronta, a criança precisa criar a própria conta. Isso exige análise, planejamento, tentativa, revisão de estratégias e flexibilidade cognitiva.

    Não se trata apenas de calcular. Trata-se de pensar sobre como calcular.

    O que a criança desenvolve com este jogo?

    • pensamento lógico;
    • flexibilidade cognitiva;
    • raciocínio matemático;
    • resolução de problemas;
    • planejamento de estratégias;
    • atenção e concentração;
    • análise e revisão de erros.

    Quando utilizar este jogo?

    O Escalada Matemática é indicado para crianças que já conhecem as quatro operações e precisam desenvolver estratégias para utilizá-las de maneira mais consciente. Pode ser utilizado em sala de aula, atendimentos individuais, pequenos grupos ou como atividade de revisão das operações matemáticas.

    Sugestões de uso

    1. Fixe o tabuleiro em uma parede, de forma que todas as crianças consigam visualizá-lo.
    2. Na sua vez, a criança pega uma carta com um número e lança o dado. A operação sorteada indica qual cálculo deverá construir para chegar exatamente ao resultado da carta.
    3. Se conseguir, avança com seu peão (lagartixa) para a próxima janela.
    4. Se o dado indicar “Ops!”, passa a vez.
    5. Vence quem alcançar o telhado primeiro.

    Dica: incentive a criança a explicar como pensou. Ao verbalizar seu raciocínio, ela organiza melhor as próprias estratégias e amplia suas possibilidades de aprendizagem.

    Ao longo do jogo, a criança percebe que nem sempre o primeiro caminho funciona. Ela testa, ajusta e tenta novamente. Esse movimento é essencial para a construção do pensamento lógico. Mais do que vencer, o que está em jogo é a forma como ela pensa, analisa e aprende com o próprio processo. É isso que sustenta uma aprendizagem mais sólida e significativa.

    É isso! Gostou da sugestão?

    Um abraço e até o próximo post!

    Referência Bibliográfica

    MACEDO, Lino de; PETTY, Ana Lúcia Sicoli; PASSOS, Norimar Christe. Aprender com jogos e situações-problema. Porto Alegre: Artmed, 2000.

     

     

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    • 24 cartas;
    • 01 dado adição, subtração, multiplicação, divisão;
    • 02 peões;
    • 01 tabuleiro;
    • 01 embalagem;
    • instruções de uso.

    É para você imprimir, montar e jogar! Experimente deixar as crianças participarem da montagem 😉

    Perguntas frequentes

    1. Em que fase da aprendizagem este jogo é indicado?

    O Escalada Matemática é indicado para crianças que já conhecem as quatro operações matemáticas e precisam desenvolver estratégias para utilizá-las de maneira mais consciente e flexível.

    2. O principal objetivo deste jogo é treinar cálculos?

    Não. Embora envolva adição, subtração, multiplicação e divisão, o principal objetivo é estimular o pensamento lógico. Em vez de resolver contas prontas, a criança precisa criar um cálculo que resulte exatamente no número sorteado.

    4. Este jogo pode ser utilizado em sala de aula?

    Sim. O Escalada Matemática pode ser utilizado em sala de aula, atendimentos individuais, pequenos grupos ou como atividade de revisão das quatro operações, realizando adaptações conforme os objetivos do professor.

    5. Por que a criança precisa criar uma conta em vez de apenas resolvê-la?

    Criar um cálculo exige muito mais do que aplicar um procedimento conhecido. A criança precisa analisar o desafio, planejar uma estratégia, testar possibilidades e verificar se o resultado foi alcançado. Esse processo favorece uma compreensão mais profunda das operações matemáticas.

    7. Este jogo pode ajudar crianças que apresentam dificuldades em matemática?

    O jogo pode ser um recurso interessante para criar situações em que a criança reflita sobre as operações matemáticas e desenvolva estratégias para resolver problemas. Como toda intervenção pedagógica, seus benefícios dependem das características da criança, da mediação do professor e dos objetivos propostos.

  • Puxa Palavras | Jogo de alfabetização para trabalhar consciência silábica

    Puxa Palavras | Jogo de alfabetização para trabalhar consciência silábica

    O-lá! 😊

    No processo de alfabetização, é muito comum pensarmos leitura e escrita como habilidades separadas. No entanto, do ponto de vista do desenvolvimento, elas caminham juntas e se influenciam constantemente.

    Mesmo quando a proposta envolve apenas leitura, é importante compreender que há impactos diretos sobre a escrita. Ao ler, a criança entra em contato com as formas convencionais das palavras, observa regularidades e começa a construir representações mentais sobre como elas são organizadas.

    Como aponta Magda Soares (2016, p. 84):

    […] Assim, a escrita alfabética prepara e estimula o uso de uma estratégia alfabética na leitura; por outro lado, a leitura propicia a internalização de representações ortográficas que podem ser transferidas para uma escrita ortográfica.

    Isso significa que, mesmo em atividades centradas na leitura, a criança está, ao mesmo tempo, fortalecendo bases importantes para a escrita, especialmente no que se refere à consolidação de padrões ortográficos.

    Pensando nisso, trago como sugestão o jogo “Puxa Palavras”, que trabalha a leitura de forma significativa e favorece esse processo.

    Algumas habilidades estimuladas:

    • Leitura de palavras;
    • Atenção à estrutura das palavras (sílabas);
    • Identificação da última sílaba e relação com o início de outra palavra;
    • Ampliação de vocabulário;
    • Pensamento lógico-dedutivo;
    • Atenção e concentração.

    Sugestão de uso do jogo

    1. Organize as crianças sentadas em círculo.
    2. Distribua igualmente as cartas entre as crianças. O que sobrar, deixe de lado para uma eventual compra.
    3. Coloque a locomotiva que puxa o vagão com a palavra “nove” no centro da mesa.
    4. A criança que tiver uma carta com uma palavra que começa com “VE” (última sílaba de “nove”) deve colocá-la ao lado do vagão. O jogo segue dessa forma, sempre conectando a última sílaba de uma palavra ao início da próxima.
    5. O jogo termina quando não houver mais vagões.

    Este não é um jogo com ganhadores ou perdedores, a montagem do trem é coletiva.

    Propostas como essa mostram, na prática, como a leitura pode ser trabalhada de forma ativa e significativa, contribuindo para o avanço da alfabetização como um todo.

    Gostou do que viu por aqui? O jogo está disponível gratuitamente na nossa loja.

    Espero que essa proposta contribua com a sua prática e torne o momento de leitura ainda mais significativo para as crianças. 💛
    Depois me conta como foi!

    Um abraço e até o próximo post!

    Referência Bibliográfica:

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

     

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    • 43 cartas;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

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  • Papa Erros | Jogo de alfabetização para trabalhar ortografia

    Papa Erros | Jogo de alfabetização para trabalhar ortografia

    O-lá! 😊

    Depois que a criança compreende o funcionamento do sistema de escrita alfabética, um novo desafio passa a fazer parte do processo de alfabetização: a ortografia. Nessa etapa, ela precisa aprender que algumas palavras não podem ser escritas apenas com base nos sons da fala, exigindo o desenvolvimento da memória ortográfica e o contato frequente com a escrita correta das palavras.

    Diferentemente das palavras que seguem regras previsíveis, existem aquelas cuja grafia precisa ser aprendida gradualmente por meio da leitura, da escrita e de experiências significativas com a linguagem. Pensando nesse desafio, hoje eu trouxe como sugestão o jogo Papa Erros, uma proposta lúdica que favorece a reflexão sobre a escrita correta das palavras.

    Por que algumas palavras são mais difíceis de escrever?

    Quando a criança chega à escrita alfabética, muita coisa já foi conquistada: ela compreende a relação entre sons e letras e consegue registrar palavras de forma legível. Mas é justamente nesse momento que surge um novo desafio e, muitas vezes, o mais persistente: a ortografia.

    Na língua portuguesa, nem sempre existe uma regra que explique por que determinada palavra é escrita de uma forma e não de outra. Existem as chamadas correspondências fonográficas irregulares, isto é, situações em que o mesmo som pode ser representado por letras diferentes.

    Um exemplo clássico é:

    • gigante (com G);
    • jiló (com J).

    As duas palavras começam com o mesmo som, mas são escritas de maneiras diferentes. Nesses casos, conhecer apenas a relação entre sons e letras não é suficiente. A criança precisa construir, aos poucos, a memória da escrita correta dessas palavras.

    Memória ortográfica: por que ela é importante?

    Esse é um ponto fundamental no ensino da ortografia.

    Nas palavras que seguem regularidades, a criança pode compreender padrões e utilizá-los na escrita. Já nas palavras irregulares, o caminho é diferente: entra em cena a memória ortográfica.

    Isso acontece quando a criança tem oportunidades de:

    • encontrar frequentemente determinada palavra na leitura;
    • utilizá-la em diferentes situações de escrita;
    • refletir sobre sua grafia;
    • registrar essa palavra diversas vezes em contextos significativos.

    Não se trata de decorar mecanicamente, mas de construir familiaridade com a escrita correta ao longo do tempo.

    Como destacam Artur Gomes de Morais e Tarciana Pereira da Silva Almeida (2022, p. 21):

    “[…] pensamos que é mais importante ajudar a criança a, desde cedo, escrever ‘homem’, ‘hoje’ e ‘hora’, palavras que reaparecerão nos textos de que será autora, do que cobrar, aos 7 ou 8 anos, que ela não erre ao escrever palavras raras como ‘harpa’, ‘holofote’ ou ‘hélice’.”

    Essa reflexão nos convida a priorizar palavras que realmente fazem parte do cotidiano da criança e que aparecerão com frequência em suas produções escritas.

    Foi pensando nisso que desenvolvi o Papa Erros. Na seleção das palavras, procurei utilizar exemplos de uso frequente, tornando o aprendizado mais significativo e funcional.

    O que a criança desenvolve com este jogo?

    O Papa Erros possibilita trabalhar:

    • ortografia de palavras frequentes;
    • palavras com S/Z;
    • palavras com X/CH;
    • palavras com C/Ç/SC;
    • palavras com R/RR;
    • palavras com G/J;
    • entre outras dificuldades ortográficas;
    • construção da memória ortográfica;
    • atenção e concentração;
    • reflexão sobre a escrita.

    Quando utilizar este jogo?

    O Papa Erros é indicado para crianças que já compreenderam o princípio alfabético e iniciaram a aprendizagem da ortografia. Pode ser utilizado em sala de aula, atendimentos individuais, pequenos grupos ou como atividade complementar para favorecer a reflexão sobre a escrita correta das palavras.

    Sugestão de uso

    1. Deixe que cada criança escolha o seu “monstro” (o seu lado do jogo).
    2. Coloque as cartas em uma pilha.
    3. Na sua vez, cada criança pega uma carta, lê a frase para o colega e informa qual palavra deverá ser soletrada.
    4. Se o colega soletrar corretamente, nada acontece.
    5. Se cometer um erro, deverá puxar o seu lado da tira, fazendo com que o monstro “coma” uma pastilha.
    6. Perde quem ficar primeiro sem nenhuma pastilha.

    Dica: Para favorecer a construção da memória ortográfica, incentive as crianças a escreverem as palavras trabalhadas durante ou após a partida. A escrita complementa a reflexão realizada durante o jogo e contribui para a internalização da grafia correta.

    Quando o desafio deixa de ser como escrever e passa a ser como escrever corretamente, entramos no campo da ortografia. Nesse processo, compreender que algumas palavras seguem regras e outras dependem da memória ortográfica faz toda a diferença. Recursos lúdicos como o Papa Erros tornam essa aprendizagem mais significativa, participativa e prazerosa.

    Referência Bibliográfica:

    MORAIS, Artur Gomes de. Jogos para ensinar ortografia: ludicidade e reflexão. Belo Horizonte: Autêntica, 2022.

     

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    • 36 cartas;
    • 04 “monstrinhos”
    • 01 embalagem;
    • instruções de uso.

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    Perguntas frequentes

    1. Em que fase da alfabetização este jogo é indicado?

    O Papa Erros é indicado para crianças que já compreenderam o funcionamento do sistema de escrita alfabética e iniciaram o aprendizado da ortografia.

    2. O principal objetivo deste jogo é ensinar regras ortográficas?

    Não. O principal objetivo é favorecer a reflexão sobre a escrita correta das palavras e contribuir para a construção da memória ortográfica, especialmente em palavras que não seguem regras simples.

    3. Quais dificuldades ortográficas podem ser trabalhadas?

    O jogo permite trabalhar diferentes correspondências ortográficas, como S/Z, X/CH, G/J, R/R, C/Ç/SC, entre outras, utilizando palavras frequentes no cotidiano da criança.

    4. Este jogo pode ser utilizado em sala de aula?

    Sim. Pode ser utilizado em sala de aula, atendimentos individuais, pequenos grupos ou como atividade complementar para consolidar a aprendizagem da ortografia.

    5. Por que trabalhar palavras de uso frequente?

    Porque são palavras que a criança utilizará com maior frequência em suas produções escritas. Quanto mais contato ela tiver com essas palavras em situações significativas, maiores serão as oportunidades de construir a memória ortográfica.

    6. Como potencializar a aprendizagem durante o jogo?

    Além de soletrar, é interessante que as crianças também escrevam as palavras trabalhadas. A combinação entre leitura, oralidade, escrita e reflexão favorece a consolidação da grafia correta.

    7. Este jogo pode ser utilizado com crianças com dificuldades de aprendizagem?

    Sim. O Papa Erros pode ser utilizado com crianças com diferentes perfis de aprendizagem, incluindo aquelas com dislexia, autismo e outras condições, desde que a proposta seja adaptada às suas necessidades e mediada por um professor, psicopedagogo ou outro profissional responsável.

  • Frase Escondida | Jogo de alfabetização para leitura e construção de frases

    Frase Escondida | Jogo de alfabetização para leitura e construção de frases

    O-lá!

    Estimular a leitura desde a mais tenra idade é abrir portas para o desenvolvimento integral da criança. Muito antes de saber decodificar palavras, ela já pode (e deve) ser inserida em um ambiente rico em linguagem: ouvir histórias, manusear livros, observar imagens, brincar com sons e palavras. Esse contato contribui para o desenvolvimento da imaginação, da oralidade, da atenção e da construção de sentido, bases fundamentais para a alfabetização.

    Como nos lembra Stanislas Dehaene (2012, p. 250):

    […] a pedagogia não será jamais uma ciência exata. Contudo, entre a infinidade de formas de alimentar um cérebro com palavras, algumas são bem melhores do que outras. Cabe a cada professor experimentar com zelo e rigor a fim de identificar, dia após dia, os estímulos ótimos com os quais se alimentarão os alunos.

    Nesse processo, é essencial oferecer experiências significativas e envolventes. E é aí que os jogos entram como grandes aliados, especialmente para as crianças em início do processo de alfabetização.

    Os jogos tornam a aprendizagem mais leve, prazerosa e motivadora. Ao brincar, a criança se envolve emocionalmente, presta mais atenção, se arrisca mais e aprende sem o peso da obrigação. Além disso, os jogos favorecem a repetição de forma natural, o que é fundamental para a consolidação das aprendizagens iniciais, como o reconhecimento de palavras, a construção de frases e a compreensão leitora.

    Hoje, eu trouxe como sugestão o jogo “Frase Escondida”, uma proposta muito rica em possibilidades! Vamos ver?

    Habilidades estimuladas com o jogo:

    • Leitura de palavras e frases;
    • compreensão leitora;
    • atenção e concentração;
    • pensamento lógico;
    • organização da linguagem escrita;
    • construção de frases simples;
    • Formulação de hipóteses.

    Sugestão de uso:

    1. Apresente a atividade para a criança com a frase coberta.
    2. A criança deverá ler as pistas com atenção e tentar descobrir qual é a frase escondida.
    3. Após levantar hipóteses, ela registra sua resposta (escrevendo ou falando, dependendo do nível) e, em seguida, você revela a frase para ela conferir.

    É isso! Gostou do jogo?

    Jogos como esse mostram que aprender a ler pode (e deve!) ser um processo cheio de sentido, desafio e diversão.

    Um abraço e até o próximo post! 💛

    Referência Bibliográfica:

    DEHAENE, Stanislas. Os neurônios da leitura: Como a ciência explica a nossa capacidade de ler. 2. ed. Porto Alegre: Penso, 2018.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 30 desafios;
    • fichas com palavras e figuras;
    • 01 embalagem;
    • instruções de uso.

    É para você imprimir, montar e jogar.

  • No Rastro das Palavras | Jogo de alfabetização para escrita de palavras

    No Rastro das Palavras | Jogo de alfabetização para escrita de palavras

    O-lá!

    Durante o processo de alfabetização, é comum encontrarmos atividades em que a criança apenas copia palavras ou repete exercícios. Embora essas propostas tenham seu espaço, elas nem sempre favorecem algo essencial: o ato de pensar sobre a escrita.

    Aprender a escrever envolve mais do que reproduzir. A criança precisa observar, comparar, levantar hipóteses e tomar decisões. É nesse movimento que a aprendizagem se torna mais significativa.

    Nesse sentido, propor desafios é fundamental. Como afirma Lev Vygotsky:

    O aprendizado adequadamente organizado resulta em desenvolvimento mental e põe em movimento vários processos de desenvolvimento que, de outra forma, seriam impossíveis de acontecer. (VYGOTSKY, 1991, p. 101)

    Essa ideia reforça que o ensino precisa criar situações em que a criança seja desafiada a pensar, e não apenas a repetir.

    Quando a criança precisa descobrir uma palavra a partir de pistas, como é o caso do jogo “No Rastro das Palavras”, que eu trouxe hoje como sugestão, a criança não está apenas tentando acertar. Ela está: analisando informações, fazendo relações, testando possibilidades, organizando o próprio pensamento.

    Esse tipo de atividade contribui para uma aprendizagem mais ativa, em que a escrita passa a fazer sentido.

    Habilidades estimuladas:

    • leitura e interpretação de pistas;
    • escrita de palavras;
    • pensamento lógico;
    • atenção e concentração;
    • formulação de hipóteses;
    • tomada de decisão;
    • autonomia.

    Vamos ver como utilizar o jogo?

    Sugestão de Uso:

    1. Cubra a imagem com a carta do investigador.
    2. A criança deve ler as pistas e tentar descobrir qual é a figura que está escondida.
    3. Em seguida, ela escreve o seu palpite. Depois, revele a imagem para conferir se acertou.

    Considerações finais:

    Criar oportunidades para que a criança pense antes de escrever é um passo importante para tornar a aprendizagem mais significativa.

    Quando há desafio, envolvimento e propósito, o processo de alfabetização se torna mais potente e também mais interessante para quem aprende.

    Referência Bibliográfica:

    Lev Vygotsky, L. S. A formação social da mente. 6. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1991.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 27 cartas;
    • 01 embalagem;
    • instruções de uso.

    É para você imprimir, montar e jogar.

     

  • Caçada Monstruosa | Jogo de matemática para trabalhar números até 20

    Caçada Monstruosa | Jogo de matemática para trabalhar números até 20

    O-lá!

    Iniciar a relação das crianças com os números nem sempre é tão simples quanto parece. Muitas vezes, quando uma criança consegue recitar a sequência numérica “um, dois, três, quatro…”, temos a impressão de que ela já domina a contagem. No entanto, essa é apenas uma parte do processo.

    Contar envolve compreender relações, estabelecer correspondências e perceber quantidades de forma significativa. Como explicam os autores:

    Quando uma criança recita com certa facilidade os números de 1 a 10, pode parecer que ensinar contagem seja simples. Não é, contar é diferente de recitar. Contar implica perceber que cada objeto corresponde somente a um termo da contagem e que não se deve pular nem repetir um objeto. (BIGODE; FRANT, 2011, p. 9)

    Ou seja, mais do que repetir números, a criança precisa compreender que cada objeto contado corresponde a um único número da sequência. Essa construção acontece aos poucos e ganha muito mais sentido quando a aprendizagem ocorre em situações concretas e lúdicas.

    Pensando nisso, eu trouxe como sugestão o jogo “Caçada Monstruosa“, uma proposta simples e divertida que contribui para o desenvolvimento dessas noções iniciais de número e contagem. E tenho uma notícia bem legal: o PDF do jogo está gratuito para você baixar e usar com as crianças. Um presentinho monstruosamente divertido para tornar a aprendizagem ainda mais significativa…Rsrs!.👾

    Habilidades estimuladas com o jogo:

    • contagem com correspondência um a um;
    • reconhecimento dos números 1 a 20;
    • relação entre número e quantidade;
    • atenção e concentração;
    • pensamento lógico;
    • percepção visual.

    Sugestão de uso:

    1. Entregue um tabuleiro para cada criança.
    2. As cartas devem ficar em uma pilha, com as imagens voltadas para baixo.
    3. Na sua vez, uma das crianças pega uma carta e conta quantos monstrinhos há nela.
    4. Depois, procura no tabuleiro o número que corresponde à quantidade e o marca.
    5. Em seguida, coloca a carta utilizada embaixo da pilha.
    6. Se pegar uma carta com a frase “Ops! Pausa monstruosa“, deve esperar uma rodada sem jogar.
    7. Vence quem marcar primeiro todos os números do seu tabuleiro.

    Aprender números pode e deve ser uma experiência cheia de sentido, curiosidade e descoberta. E quando o jogo entra em cena, a aprendizagem costuma acontecer de forma muito mais natural e envolvente.

    Gostou do que viu por aqui? Espero que sim.

    Um abraço e até o próximo post.

    Referência Bibliográfica:

    BIGODE, Antonio J.L; FRANT, Janete Bolite. Matemática: soluções para dez desafios do professor. São Paulo: Ática, 2011.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF GRÁTIS contendo:

    • 24 cartas;
    • 01 tabuleiro;
    • 01 embalagem;
    • instruções de uso.

    É para você imprimir, montar e jogar 🙂