Categoria: Jogos

  • Maior ou Menor

    Maior ou Menor

    Oie!!!

    Hoje trouxemos para vocês um jogo maravilhoso para estimular o conhecimento lógico-matemático. Portanto, preparem-se porque vamos sugerir várias ideias para deixar o caminho da construção do número muito divertida para as crianças.

    “[…] Como as crianças se tornam capazes de ´conservar´ número? As crianças adquirem esta capacidade quando elas já construíram, até certo ponto, a estrutura lógico-matemática do número. [..] (KAMII e DECLARK, 1997, p. 37, grifo do autor)

    A construção do número não é algo que se adquire rapidamente. É preciso que a criança vivencie várias experiências no concreto para que ela vá pouco a pouco fazendo relações, comparações e, por fim, compreenda. Sendo assim, podemos estimular, mas é necessário que estejamos cientes que é um processo muito mais complexo do que simplesmente ensinar a recitar os números.

    As brincadeiras espontâneas e os jogos lúdicos podem contribuir muito para isso. Sendo assim, vamos às sugestões que pensamos para o jogo que estamos compartilhando com vocês hoje. Ah, ele está disponível gratuitamente em arquivo PDF. <3

    Sugestão de Uso:

    Coloquem as cartas dentro de uma caixa ou sacola.

    Cada jogador, na sua vez, pega uma carta da caixa. Aquele que pegar a carta com número maior fica com as duas cartas.

    Se tiver peças de Lego para que os jogadores possam comparar no concreto qual número representa a quantidade maior será excelente (!), mas também pode ser palitos de picolé. 

    Ganha o jogo quem conquistar mais cartas.

    Outras possibilidades de uso:

    1) Um jogador pega uma carta da caixa. Os demais jogadores devem tentar adivinhar o número que ele pegou. Para isto o jogador que está com a carta pode ir dando pistas. Exemplo: “é um número maior” ou “é um número menor”. Ganha quem acertar mais vezes.

    2) Os jogadores pegam duas cartas da caixa e devem fazer a soma ou subtração dos dois números.

    3) Colocar uma carta na mesa e pedir para as crianças procurarem as cartas com os números que vêm antes e que vêm depois.

    4) Pedir para os jogadores organizarem as cartas em ordem crescente ou decrescente.

    Ufa!…rsrs Queridos, esperamos que vocês possam aproveitar muuuito! Contem pra gente nos comentários se pensaram em outras possibilidades de uso para este jogo. Vamos amar saber! 

    Um forte abraço, fiquem bem!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
    KAMII, Constance.  A criança e o número: implicações da teoria de Piaget para atuação junto a escolares de 4 a 6 anos. Campinas, São Paulo : Papirus,  1990.

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    • 50 cartas;
    • Instruções de uso.
  • Dominó Aliteração

    Dominó Aliteração

    Oie!!!

    Já abordamos em várias publicações a importância da consciência fonológica para a alfabetização. Neste post estamos trazendo uma sugestão para instigar a aliteração que é a habilidade de identificar sons iniciais iguais (sílabas ou fonemas).

    A ideia essencial é a de que a análise explícita das palavras em unidades fonológicas é indispensável para compreender o código alfabético e, através disso, aprender a ler. (ALEGRIA, LEYBAERT e MOUSTY , 1997 apud CAPOVILLA e CAPOVILLA, 2007, p. 25).

    Oferecer jogos e brincadeiras que instiguem essa habilidade são excelentes. Especialmente, se a criança estiver apresentando dificuldade de aprendizagem. Sendo assim, vamos a proposta que trouxemos para vocês hoje. <3

    Sugestão de Uso:

    Distribuir igualmente as peças do dominó entre dois jogadores.

    O jogador que ficar com a peça que tem a imagem de uma /BALANÇA/ dá início ao jogo.

    Os jogadores deverão unir peças do dominó com sons/sílabas iniciais iguais.

    Exemplo: BAlança com BAteria.

    Ganha o jogo quem ficar sem nenhuma peça primeiro.

    Por hoje é isso! Até o próximo post <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    CAPOVILLA, Alessandra Gotuzo Seabra; CAPOVILLA, Fernando César. Problemas de leitura e escrita: como identificar, prevenir e remediar numa abordagem fônica. 5. ed. São Paulo: Memnon, 2007.

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    • 20 peças;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Risque a Sombra

    Risque a Sombra

    Oie!!

    Nossos olhos são responsáveis por nossa percepção visual e estimular esse sentido é super importante. Estamos nos referindo a ir além do ver, queremos instigar a percepção de detalhes.

    Essa capacidade é importante, inclusive, para a construção da escrita ou do número. Afinal, um simples acento pode mudar completamente o sentido de uma palavra. Exemplo: sabia” e “sabiá”. O mesmo acontece com os números “6” e “9” que a diferença está na direção.

    Quando você observa algo, quando presta atenção, todos os seus recursos intelectuais e psicológicos são envolvidos. (ATENÇÃO, 2006, p. 38).

    Sabendo desta importância desenvolvemos o jogo que estamos compartilhando com vocês hoje. Além do objetivo de incentivar a percepção visual, este jogo também estimula a tolerância a frustração, coordenação motora fina, dentre outras habilidades.

    Sugestão de Uso:

    Disponibilizem para cada jogador um tabuleiro e uma canetinha.

    Cada jogador, na sua vez, joga o dado e deve riscar no seu tabuleiro a sombra da imagem que for sorteada.
    Se for sorteada uma sombra que não há mais disponível no tabuleiro passa a vez para o outro jogador.
    Se for sorteada “- 1”o jogador deve apagar a marcação de uma das sombras que já havia riscado.

    O jogo segue até que um dos jogadores risque todas as sombras do seu tabuleiro.

    Finalizamos este post deixando nossos votos que vocês possam aproveitar muito nossa sugestão de hoje. No próximo post esperamos vocês aqui, ok?

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ATENÇÃO. In101 maneiras de melhorar sua memória. Rio de Janeiro: Reader’s Digest, 2006.

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    • 01 tabuleiro;
    • 01 dado;
    • Instruções de uso.

     

  • Palavra Escondida

    Palavra Escondida

    Oie!!!
    Gente, uma excelente maneira de estimular o desenvolvimento da construção da escrita das nossas crianças é utilizarmos jogos e brincadeiras que façam elas prestarem atenção aos sons da nossa fala, instigá-las na percepção auditiva. Inclusive, para muitas crianças que estejam apresentando dificuldade de aprendizagem pode representar uma mudança significativa no processo de alfabetização delas.

    A capacidade auditiva da criança, sua capacidade de ouvir e discriminar os sons diferentes constitui fator indispensável à aprendizagem da leitura e da escrita […]. (ANTUNES, 2003, 46)

    O jogo que trouxemos como sugestão tem justamente esse objetivo, ou seja, estimular a percepção auditiva. Além disso, também trabalha tolerância a frustração, coordenação motora fina, entre outras habilidades. Pode ser realizado oralmente ou por escrito. É importante vocês avaliarem o que é mais adequado para cada criança. 😉

    Sugestão de Uso:

    Coloquem o tabuleiro sobre uma superfície plana e entreguem para cada jogador um pião.

    As cartas devem ser colocadas dentro de uma sacola ou caixa.

    Cada jogador, na sua vez, retira uma carta da caixa, tenta identificar a palavra escondida que há no nome da figura e escreve.

    Exemplo: Na palavra “CEBOLA” a palavra escondida é “BOLA”

    Se o jogador conseguir descobrir, anda no tabuleiro com o seu pião o número de casas que há na lupa da carta. Depois devolve a carta para a caixa.

    Se não conseguir, devolve a carta para a caixa.

    Se parar em uma casa que tem uma escada, o jogador deve ir para a casa que está no topo dela.

    Se parar em uma casa que tem a figura de um robô, o jogador deve voltar à casa do início do jogo.

    Ganha o jogo quem chegar ao final da trilha primeiro.

    Finalizamos este post deixando votos de que vocês possam aproveitar muuuito este jogo.

    Um forte abraço e até o próximo post <3

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    • 01 tabuleiro;
    • 18 cartas;
    • Instruções de uso.
  • Risque Cor, Forma ou Tamanho

    Risque Cor, Forma ou Tamanho


    Oie!!!

    Através de mensagens recebemos desabafos de alguns profissionais dizendo que, muitas vezes, é difícil manter o lúdico em sala de aula/espaço psicopedagógico porque eles sofrem com a pressão das famílias. Geralmente, os pais querem que os filhos cheguem em casa com os cadernos cheios.

    Entendemos que esse fato é muito sério, pois pode desqualificar o trabalho que está sendo desenvolvido e a criança sente isso. Sendo assim, é necessário que os profissionais chamem as famílias para orientá-las e, definitivamente, tomem o leme das suas salas de aula, de seus consultórios. Afinal, não se vai ao médico dizendo qual o melhor tratamento.

    Nesta conversa é preciso esclarecer às famílias que os prejuízos podem ser bem significativos se for aplicado conteúdo teórico para crianças que não têm maturidade neurológica adequada para compreender, ou seja, ainda necessitam que os conhecimentos sejam integrados no concreto. O lúdico é fundamental para isso.

    O brincar traz com ele muitos elementos essenciais para aprendizagens futuras.

    Na verdade, ela não está brincando por brincar, ela está fazendo uma importante construção, que vai embasar toda a aprendizagem futura. (SIMONS, 2003, p. 16).

    Portanto, deixem claro às famílias que não temos como abrir mão de ferramentas lúdicas no nosso trabalho, ok?

    Sendo assim, vamos ao jogo! Uhuuu!!! \o/

    Este recurso que trouxemos como sugestão hoje tem como objetivo estimular o processo de construção lógica. Exemplificando melhor, se nós mostrarmos duas caixas com cores diferentes à uma criança, ao notar esta diferença (de cores) ela estará demonstrando um exemplo de conhecimento lógico-matemático. Esta diferença é uma relação criada mentalmente e só pode ser feita por cada indivíduo, ok?! 😉

    Sugestão de uso:

    Os jogadores precisam receber 1 tabuleiro e 1 canetinha (individualmente).

    Cada jogador, na sua vez, joga o dado.

    Se for sorteado “Cor”, o jogador precisa riscar em qualquer lugar do seu tabuleiro duas figuras que tenham cores iguais. Exemplos: duas vermelhas, duas amarelas ou duas azuis (não importa a forma ou o tamanho).

    Se for sorteado “Forma”, o jogador precisa riscar em qualquer lugar do seu tabuleiro duas figuras que tenham a mesma forma. Exemplos: dois círculos, dois quadrados, dois retângulos ou dois triângulos (não importa a cor ou o tamanho).

    Se for sorteado “Tamanho”, o jogador precisa riscar em qualquer lugar do seu tabuleiro duas figuras que tenham o mesmo tamanho. Exemplos: duas pequenas ou duas grandes (não importa a forma ou a cor).

    O jogo segue até que uma das crianças risque todas as figuras de uma linha ou uma coluna. Este será o ganhador.

    Complemento: se vocês tiverem uma caixa com blocos lógicos podem pedir para os jogadores, após riscarem as figuras no tabuleiro, procurarem duas peças iguais. Vai ser show!

    Por hoje é isso! Esperamos que vocês gostem do jogo que desenvolvemos e estamos compartilhando com muito carinho em arquivo PDF GRÁTIS! 💝

    Um forte abraço e até o próximo post <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SIMONS, Ursula Marianne. Blocos lógicos: 150 exercícios. Curitiba: Hubertus, 2003.

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    • 01 tabuleiro;
    • 01 dado;
    • Instruções de uso.

     

  • Descubra a Ordem das Sílabas

    Descubra a Ordem das Sílabas

    Oie!

    Estamos sempre falando da importância de utilizar jogos lúdicos com nossas crianças. Inclusive, defendemos que eles não devem ser utilizados somente após as crianças concluirem as atividades escolares ou como prêmio. Consideramos pertinente salientar que é preciso, após o término do jogo, um registro no qual as crianças digam o que aprenderam.

    Uma sugestão é que isso seja feito em formato de diário individual ou em grupo onde todos pontuem seus aprendizados. Para crianças menores este registro pode ser feito através de desenhos ou então a professora servir de escriba.

    É maravilhoso quando conseguimos utilizar diversos jogos bem planejados para que possam ser aplicados de maneira progressiva. Os resultados aparecem, especialmente, quando as crianças começam a verbalizar o que aprenderam. Entendam, isso também é um processo de aprendizagem. Algumas crianças podem precisar de um tempo maior para conseguir colocar em palavras o que aprendeu.

    Os exercícios ou ginásticas cerebrais precisam que se tenha tempo para sua aplicação e que, na medida do possível, sejam essas aplicações produtos de um “programa” que envolva jogos diferentes, aplicados de forma progressiva, partindo sempre dos mais fáceis aos mais difíceis. (ANTUNES, 1998, p. 15).

    Sendo assim, aproveitem o jogo que compartilhamos hoje e façam as adaptações necessárias para o seu melhor aproveitamento.

    Sugestão de Uso 1:

    Deixem as fichas espalhadas sobre uma superfície plana. Peçam para as crianças agruparem as fichas que tem a mesma figura e, em seguida, colocar as sílabas na ordem certa.

    Sugestão de Uso 2:

    Coloquem uma ficha no centro da mesa. As outras fichas dentro de uma sacola ou caixa.

    Cada criança, na sua vez, retira uma ficha da caixa.

    Se na ficha tiver a mesma figura daquela que ficou no centro da mesa e a criança conseguir colocar as duas fichas em ordem para formar o nome da figura ela faz ponto.

    Se não for a mesma figura a criança deve deixar a ficha fora da caixa.

    Ganha o jogo quem fizer três pontos primeiro.

    Finalizamos deixando o nosso abraço virtual recheado de afeto. <3

    Até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003.

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    • 24 fichas;
    • Instruções de uso.
  • Conte a história e calcule

    Conte a história e calcule

    Oie!!!
    Outro dia, no post Estrutura e Lógica, falávamos que nem todo mundo tem a mesma capacidade lógica, mas que sempre podemos melhorar. Hoje queremos complementar dizendo que quando começamos a exercitar nosso cérebro, podemos nos surpreender ao atingir níveis que não imaginávamos serem possíveis

    […] não devemos ser medrosos: nossa capacidade de raciocínio é, de forma geral, maior do que suspeitamos […] (BATTLORI, 2009, p. 10.)

    Quando estamos querendo estimular o desenvolvimento cognitivo das crianças devemos ficar atentos na escolha de recursos adequados para as condições de entendimento delas. Geralmente, esta capacidade está atrelada ao que elas já têm de conhecimento prévio. Ou seja, se vocês estão com dúvidas de por onde começar, comecem tentando identificar o que as crianças já sabem 😉

    O recurso que sugerimos hoje tem o objetivo de contribuir na construção do número, no pensamento lógico. Façam as adaptações necessárias, ok?!

    Sugestão de Uso:

    A criança escolhe uma cartela, observa as imagens e conta oralmente ou por escrito uma história matemática. Após, faz o cálculo.
    Exemplo: Ao observar a cartela com bichos de pelúcia a criança pode dizer: “Sofia está fazendo uma coleção de bichos de pelúcia. Ela já tem 5 ursos e 2 dinossauros. Quantos bichos de pelúcia Sofia já tem?”

    Finalizamos deixando um forte abraço. Fiquem bem e até o próximo post <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    BATLLORI, Jorge. Jogos para treinar o cérebro. 11. ed. São Paulo: Madras, 2009.

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    • 12 cartelas;
    • Instruções de uso.
  • O que é? O que é?

    O que é? O que é?

    Queridos, alfabetizar letrando é, certamente, um desafio constante. Precisamos regularmente avaliar o trabalho que estamos desenvolvendo para garantir que as crianças não estejam apenas lendo e registrando com autonomia palavras alfabeticamente, mas, também, que estejam compreendendo e construindo textos socialmente.

    Para que isso ocorra é preciso nos aproximarmos das nossas crianças, para saber o que já sabem e, também, garantir que possam ser desafiadas para ir além do conhecimento que já possuem. Afinal, toda criança já pensa sobre a escrita muito antes de frequentar os bancos escolares.

    Conforme Luria (1998, p. 188) apud Soares (2016, p. 61):

    Antes que a criança tenha compreendido o sentido e o mecanismo da escrita, já efetuou inúmeras tentativas para elaborar métodos primitivos, e estes são, para ela, a pré-história da sua escrita.

    A sugestão que compartilhamos hoje com vocês é uma excelente ferramenta para isso.

    Sugestão de Uso:

    Coloquem as páginas em uma pasta catálogo (aquelas com plástico).

    Cubram a imagem, deixem a criança ler a charadinha e dar um palpite para a resposta. Após, revelem a imagem. Em seguida, a criança procura e circula as sílabas que formam o nome da figura. Ou seja, a resposta para a charadinha 😉

    Por fim, que tal a criança pesquisar com seus familiares, uma charadinha e trazer em um próximo encontro para compartilhar com os colegas?

    Pensaram em uma maneira diferente de utilizar este material? Vamos amar saber!

    Um forte abraço e até próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 20 páginas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Lógica e Estrutura

    Lógica e Estrutura

    Oie!

    Queridos, nem todo mundo tem a mesma capacidade lógica, porém, podemos sempre melhorar e, na infância, exercícios que estimulam atos mentais são essenciais para formação da estrutura lógica.

    É durante a infância que os elementos básicos da lógica são adquiridos. (LÓGICA, p. 212).

    Ser lógico exige raciocinar seguindo algumas regras para chegar a solução de um determinado problema. Agora, isso não significa que todos precisam pensar da mesma maneira. Na verdade, cada pessoa desenvolve a sua própria lógica e método para resolver problemas.

    Ao estruturar a sua atividade mental de forma inteligente, você dá à sua memória aquilo de que ela precisa: ordem. (LÓGICA, p. 212)

    O exercício que trouxemos como sugestão hoje tem como objetivo que a criança coloque em prática a sua capacidade de percepção para comparar e associar formas, estruturas. Talvez para algumas das crianças seja um pouco complexa e muito abstrata esta tarefa. No entanto, prestem atenção na sugestão de uso porque também deixamos uma maneira de driblar esta dificuldade e transformar um ato mental abstrato em concreto.

    Agora vamos a explicação do recurso! Ah! Deixamos o arquivo PDF grátis na nossa loja! Uhuuu!!! Vocês ficam contentes, né?!

    Sugestão de Uso:

    A criança deve circular as figuras que formam o
    quadrado que está em destaque.

    Observação: Para ajudar a criança que precisa do concreto vocês podem, após ela circular as figuras, pedir que recorte e forme o quadrado. Desta maneira a criança irá conseguir verificar se o palpite dela estava certo.

    Por hoje é isso! Esperamos que vocês aproveitem muuuito o nosso presente!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    LÓGICA e estrutura. In101 maneiras de melhorar sua memória. Rio de Janeiro: Reader’s Digest, 2006.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF GRÁTIS contendo:

    • 10 páginas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Lince de Alimentos

    Lince de Alimentos

    Oieee!!! Feliz 2021!!!
    Que saudade estávamos de vocês!!!
    E já chegamos com uma suuuper ideia de um jogo para crianças em processo de alfabetização.

    Os jogos lúdicos para alfabetização, quando bem planejados observando as demandas e características de cada grupo, encorajam as crianças a pensar, discutir, defender pontos de vista sobre a escrita e isto é de suma importância para o desenvolvimento delas.


    As crianças devem ser encorajadas a pensar, a discutir, a conversar e, a raciocinar sobre a escrita alfabética. (CORSINO, 2007, p. 57)

    Sendo assim, o melhor que podemos fazer é explorar estes momentos ao longo do ano em prol do desenvolvimento das crianças.

    Sugestão de uso:

    Coloquem o tabuleiro sobre uma superfície plana e
    as fichas dobradas dentro de uma sacola ou caixa.
    Verifiquem se as crianças conhecem todos os alimentos que estão dispostos no tabuleiro. Podem, inclusive, dizer se gostam ou não. Caso não conheçam, se gostariam de experimentar.
    Depois, cada criança, na sua vez, retira uma ficha da sacola, lê e aponta o alimento no tabuleiro. Se acertar, fica com a ficha. Do contrário, deve devolver a ficha para a sacola.
    Ganha o jogo quem conseguir cinco fichas primeiro.
    Observação: É interessante, para aumentar o desafio, determinar um tempo para a criança apontar o alimento.

    Por hoje é isso! Esperamos que esta sugestão de jogo tenha chegado em bom momento para vocês. Façam as devidas adaptações, ok?

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    CORSINO, Patrícia. As crianças de seis anos e as áreas do conhecimento. In: Ensino Fundamental de nove anos: orientações para a inclusão da criança de seis anos de idade. BEAUCHAMP, Jeanete; PAGEL, Sandra Denise, NASCIMENTO, Aricélia Ribeiro do (org). Brasília: Ministério da Educação, Secretaria da Educação Básica, 2007. p. 57 a 68.

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    • 01 tabuleiro nível fácil;
    • 20 fichas;
    • 01 tabuleiro com maior grau de dificuldade;
    • Instruções de uso.