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  • Marque a rima

    Marque a rima

    Oieee!!!

    Queridos, estimular o desenvolvimento da consciência fonológica é sempre muito importante para o processo de alfabetização.

    Capovilla e Capovilla (2007, p. 214-215) afirmam: “[…] procedimentos para desenvolver consciência fonológica e ensinar correspondências grafo-fonêmicas podem efetivamente auxiliar a aquisição de leitura e escrita. […]“

    Esta estimulação pode ser realizada através de jogos e brincadeiras de rimas, aliterações, consciência das palavras, consciência silábica, consciência fonêmica e relação grafema-fonema.

    A sugestão de jogo que eu trouxe hoje, como o próprio título diz, tem o objetivo de estimular a habilidade de identificar rimas. Mas o que é rima? É a repetição de uma sequência de sons a partir da vogal da última sílaba tônica. A equivalência deve ser sempre sonora e não necessariamente gráfica. Exemplo: caroço e osso. No entanto, no jogo que estou apresentando, há também correspondência gráfica.

    Deixei na nossa loja o arquivo PDF com este jogo (é enviado por e-mail). Para adquirir acesse o link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Coloquem o tabuleiro em uma superfície plana e as cartas com figuras em uma sacola. Cada criança deverá ter uma cor de massinha de modelar e, na sua vez, retira uma das cartas da sacola. Todas as crianças, ao mesmo tempo, deverão procurar no tabuleiro uma palavra que rime com a figura da carta. Quem encontrar coloca uma bolinha de massinha de modelar sobre a palavra. Para cada figura há duas palavras no tabuleiro que rimam com ela. O jogo termina quando não há mais cartas na sacola. Ganha o jogo quem conseguir marcar mais palavras.

    Observação 1: Caso a criança encontre muita dificuldade em ler as palavras do tabuleiro, vocês podem ir lendo com ela porque o objetivo inicial deste jogo é fazer com que a criança consiga identificar a correspondência sonora.

    Observação 2: Já se a criança está em um processo um pouco mais avançando e o jogo estiver muito fácil, vocês podem cobrir as palavras das cartas. Assim ela irá se atentar somente ao som e não a correspondência gráfica.

    Ou seja, façam as adaptações necessárias para que o jogo tenha um desafio, mas que seja possível de ser realizado 😉

    Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    CAPOVILLA, Alessandra Gatuzo Seabra; CAPOVILLA, Fernando César. Problemas de leitura e escrita: como identificar, prevenir e remediar numa abordagem fônica. São Paulo: Memnon, 2007.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 01 tabuleiro;
    • 12 cartas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Leia e responda

    Leia e responda

    Oieee!!!

    Hoje tem arquivo PDF GRÁTIS!!! Uhuuu! Podem comemorar!

    Gente, sabemos que, a melhor maneira de estimular a competência leitora das nossas crianças é proporcionar leitura. Quanto mais gêneros textuais elas tiverem acesso, mais familiarizadas ficarão com o universo da leitura e o letramento vai acontecendo.

    Apresentar textos curtos pode ser uma boa estratégia para as crianças que estão iniciando o processo.  Obviamente que, classificar se o texto é longo ou suficientemente curto, é o educador que poderá fazer, porque a seleção deve ser feita de acordo com os conhecimentos prévios da criança. Digo isso porque para algumas crianças conseguir ler uma palavra representa um desafio, enquanto que para outra, ler uma frase é um desafio mais adequado. Agora, também é bacana deixar a criança escolher. Confesso que prefiro esta última opção. E, supondo que, no transcorrer da leitura eu perceba que a criança esteja apresentando cansaço vou lendo com ela. Ou seja, leio uma parte e ela lê outra. Há muitos métodos de alfabetização, mas é sempre preciso ter flexibilidade para alterar de acordo com as necessidades que irão surgindo.

    “Afinal, quem alfabetiza não são os métodos, mas o(a) alfabetizador(a) […]”. (SOARES, 2016, p. 52).

    Queridos, deixei o arquivo PDF gratuito com este material na nossa loja. Para receber cliquem no link escrito GRÁTIS disponível no final deste post. Espero que aproveitem e, se o material for útil para vocês, ficarei muito feliz em saber.

    Sugestão de uso:

    A criança faz a leitura da parlenda. Após, lê a pergunta que se encontra na margem inferior da carta e assinala a resposta correta.

    Obs.: Eu plastifiquei as minhas cartas. Desta maneira as crianças podem fazer a marcação com canetinha e, depois do uso, apagamos com uma flanela. Se vocês aplicarem papel Contact o efeito será o mesmo.

    É isso!  Espero que contribua muuuito!

    Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 15 cartas;
    • Instruções de uso.

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  • Descubra a palavra secreta

    Descubra a palavra secreta

    Oieee!

    Quem acompanha há algum tempo o meu trabalho vai perceber que a ideia que estou compartilhando hoje é semelhante ao forme palavras e leia. E é mesmo…rs! Porém, neste material, temos também sílabas complexas.

    Espero que seja útil para vocês e, só vou ficar sabendo, se me falarem!!! Então deixem comentários que vou amar saber. Se tiverem sugestões também podem falar. Na medida do possível, vou atendendo. Saibam que estou sempre pensando a melhor maneira de contribuir com o trabalho de vocês, por isso os feedbacks que recebo me ajudam muito.

    Então vamos lá! Quem quiser adquirir o arquivo PDF com este material deve clicar  no link disponível no final deste post.

    Pretendemos com esta atividade estimular além da alfabetização a atenção, a concentração e a percepção. A criança vai precisar estar atenta aos detalhes de cada imagem para resolver o enigma porque,  alguns deles, possuem cores e formas semelhantes. É importante que façamos isso de maneira tranquila, para que a criança se sinta realmente acolhida e incentivada. Inclusive, estes quesitos são importantes para o desempenho da memória e, assim, fazer com que o aprendizado ocorra com mais eficiência. Vejam o que nos diz Cypel (2006, p. 377) sobre a memória:

    A memória constitui-se em uma capacidade funcional do sistema nervoso para codificar, classificar, armazenar e evocar eventos já acontecidos. […] Necessita, para o seu desempenho, boas condições de atenção, capacidade de concentração, e estado emocional adequado do sujeito.

    Sabendo disso vamos a explicação da ideia de hoje. 😉

    Sugestão de uso:

    • A criança procura na tabela os símbolos solicitados nas páginas da apostila;
    • vê quais sílabas estão nos quadros dos respectivos símbolos;
    • utilizando letras móveis passa para a apostila as sílabas encontradas na tabela;
    • lê a palavra que formou;
    • fala oralmente ou escreve frases/textos com as palavras.

    É isso, um forte abraço e até o próximo post <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    CYPEL, Saul. O papel das funções executivas nos transtornos da aprendizagem. In: ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia;  RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2006.

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    • 20 páginas para formar palavras;
    • 01 tabela com símbolos/sílabas;
    • Instruções de uso.

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  • Combine Relógio com Texto

    Combine Relógio com Texto

    Oie!!! Há muito tempo estou querendo publicar algo que possamos utilizar com as crianças para que elas sejam estimuladas a identificar as horas em relógio analógico. Afinal, apesar de que os relógios digitais estão por toda parte, este conhecimento é também muito importante.

    No entanto, para dar significado a esta aprendizagem podemos construir junto com a criança uma agenda na qual ela irá registrar quanto tempo se dedica aos estudos, às brincadeiras, acesso à Internet, etc. Viu só que ideia bacana para a criança desde cedo aprender sobre a importância da administração do tempo?!

    ANTUNES (2003, p. 74) nos diz:

    Ensine a criança a administrar seu tempo. […] Dê-lhe uma agenda, ensine-a usar e cumprimente-a por sua execução.

    Deixei o arquivo PDF com este material disponível na nossa loja. Para adquirir acesse o link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Disponibilizar um relógio analógico verdadeiro para que a criança possa manipular, girar os ponteiros e vê-lo funcionando.

    Após, a criança escolhe uma das cartas, lê o texto, acerta o relógio de acordo com o que ela leu. Por fim, procura a carta com o desenho do relógio que registra o mesmo horário descrito no texto.

    Para concluir esta atividade organize com a criança o registro com os horários estabelecidos para as atividades diárias. Ela poderá colar no caderno ou deixar em um local visível.

    Vai ser show!!!

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. Petrópolis: Vozes, 2003.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 10 cartas com texto;
    • 10 cartas com desenhos de relógio;
    • 01 ficha para agenda;
    • Instruções de uso.

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  • Tríade

    Tríade

    Oieee!!!

    Gente, vocês conhecem o jogo “Trinca” ou então o “Pife”? Quando eu era criança jogava muito com minha mãe. Após o almoço eu tinha a responsabilidade de lavar a louça e fazia isso bem rapidinho só para jogar com ela. Era pura diversão… hehe Óbvio que, a questão ali não era apenas jogar, mas estar perto da minha mãe. Grandes lições aprendi com ela, por exemplo, paciência e persistência.

    CURY (2003, p. 33) nos faz refletir:

    Bons pais corrigem falhas, pais brilhantes ensinam os seus filhos a pensar.

    E por que estou falando tudo isso? Porque o jogo de hoje lembra um pouco a Trinca. No entanto, a primeira adaptação que fiz foi que na Trinca é preciso agrupar três grupos de três cartas. Sei que é meio difícil segurar tantas cartas com mãos ainda pequenas, então será necessário apenas um grupo de três cartas (um tríade). Explico melhor logo abaixo.

    Sugestão de uso:

    O desafio do jogo será agrupar a figura de um animal com as sílabas que formam o seu nome (observem a imagem acima).

    Comecem distribuindo três cartas para cada jogador. O que sobrar coloquem dentro de uma caixa ou sacola.

    Uma criança pega uma carta da sacola, se ela quiser ficar deverá descartar uma das suas cartas sobre a mesa. Se não quiser, é só colocar sobre a mesa. O outro jogador poderá escolher se fica com a carta da mesa ou pega outra da sacola. Assim o jogo segue até uma das crianças atingir o objetivo.

    Tríade

    Variação: Talvez, para algumas crianças, este jogo seja mais desafiador se vocês cobrirem os nomes dos animais (veja imagem ao lado) 😉

    Bom, é isso meus queridos! Escrever este post me trouxe doces lembranças. E vocês, gostaram? Querem mais jogos assim? É a participação de vocês que vai me orientando a melhor maneira de ajudá-los, ok?

    Um forte abraço,

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    CURY, Augusto. Pais brilhantes, professores fascinantes. Rio de Janeiro: Sextante, 2003.

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    • 27 cartas;
    • Instruções de uso.

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  • Varal para formar palavras com sílabas complexas

    Varal para formar palavras com sílabas complexas

    Oieee!!!

    Lembram que há um tempinho eu compartilhei com vocês aqui no site o varal para formar palavras? A ideia que compartilho hoje é semelhante. A diferença é que agora temos sílabas complexas. Isso porque, como falei naquele post, é importante adaptarmos a atividade de acordo com os conhecimentos prévios das crianças e, também, é sempre preciso nos preocuparmos em estipular um desafio.

    Então, supondo que a criança já tenha facilidade com as sílabas simples, é hora de apresentar as sílabas complexas; ou seja, partimos do que a criança já sabe em direção ao que ela precisa se desenvolver. Aliás, aproveitando o gancho, isso é algo que quero há muito tempo falar com vocês. É comum eu receber perguntas, por exemplo, assim: “estou atendendo uma criança que tem dislexia, qual atividade você recomenda?” Gente, um diagnóstico nos diz muito pouco sobre a PESSOA. Para escolher uma intervenção precisamos saber o que a criança/adolescente já sabe e quais interesses tem. E, ne-nhum, diagnóstico de TDAH, Dislexia, Autismo, vai nos dar essas respostas.

    A maioria das dificuldades de aprendizagem escolar são ‘anorexias intelectuais’. Obrigar alguém a empanturrar-se de comida nunca resolveu o problema da anorexia, ao contrário. (LAPIERRE e AUCOUTURIER, 2012, p. 134)

    Sendo assim, a sugestão de hoje pode servir para qualquer criança que esteja em processo de alfabetização, independente do diagnóstico que por acaso apresente. Vocês só precisam observar os conhecimentos prévios dela, para não ser muito difícil e também não muito fácil.

    Para concluir esta fala, precisamos olhar além do invólucro porque muitos talentos podem estar escondidos atrás de um diagnóstico; ou seja, é possível que grandes mentes estejam aprisionadas. Isso sem contar que… espera… preciso tomar fôlego para escrever isso: o diagnóstico pode estar errado. Pronto, falei!

    Partiu fazer a diferença?

    Sugestão de uso:

    Disponibilizem o varal para formar palavras para a criança explorá-lo. Deixem-na olhar as imagens, falar quais conhece ou não, etc. Após, fechem o varal e façam perguntas, por exemplo: quais imagens ela lembra de ter visto? Quantos animais tinha? Qual a cor do trator?

    Se a criança não se lembrar de muita coisa, deixem-na explorar mais uma vez o material. Desta maneira ela irá ficar mais atenta a cada detalhe.

    Depois é hora de escrever os nomes das figuras. Para isso entreguem as fichas com sílabas.

    Uma ideia bacana também é pedir para a criança pensar em outras palavras que tenham as mesmas sílabas das fichas. Isso ajudará na fixação das sílabas estudadas. 🙂

    Um forte abraço

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    LAPIERRE, Andre; AUCOUTURIER, Bernard. A simbologia do movimento: psicomotricidade e educação. Fortaleza: RDS, 2012.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 20 fichas com imagens (para organizar o varal);
    • 15 fichas com sílabas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Desafio e treino ortográfico

    Desafio e treino ortográfico

    Oie!!!

    Enfim chegou o dia que a criança compreendeu o princípio alfabético. Agora ela escreve alfabeticamente, maaaas, será que suas dúvidas sobre a escrita acabaram? Sabemos que não! Agora a ouvimos dizer: “pássaro” é com “ç” ou “ss”? É, a busca da criança para encontrar alguma regularidade no sistema de escrita que a ajude resolver seus conflitos vai continuar! Por isso, quando a criança chega nesta fase, dizemos que o seu desafio é ortográfico.

    Ao chegar à escrita alfabética, a criança segue na busca de uma regularidade no sistema de escrita em que para cada som existe uma letra correspondente. Ao confrontar suas hipóteses com a realidade, passa a descobrir, provavelmente, com uma sensação de incômodo ou traição, que a relação som/letra não é suficiente. Dá-se conta de que há letras que representam sons distintos e de que há sons iguais que são representados por letras diferentes. Sendo assim, passa a reconhecer que há uma forma “autorizada” de escrever que não consiste apenas na transcrição da fala e que seus erros não são devidos a falta de competência, de atenção ou de esforço. (MOOJEN, 2009, p. 38)

    Como vamos contribuir com a continuação deste processo? Quem me acompanha por aqui já sabe que minha resposta é: vamos utilizar jogos e brincadeiras! O lúdico é sempre a melhor maneira de deixar o caminho do conhecimento mais significativo e suave.

    Então vamos a ideia que eu trouxe hoje. Deixei o arquivo PDF com este material na nossa loja. Para adquirir clique no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Cada criança deverá receber botões, pedras ou fichas; algo que ela possa usar como marcação (cada criança uma cor). Coloque o tabuleiro sobre uma superfície plana e deixe as crianças lerem as palavras, fazerem suas descobertas e observações por um tempo. Após, é hora do jogo. Cada criança, na sua vez, joga os dois dados. Supondo que caia a quantidade “2” e a letra “S”. A criança deverá procurar no tabuleiro duas palavras que tenham a letra “s”, colocar uma marcação (fichas, pedras, botões) sobre elas e escrevê-las na tabela “Desafio Ortográfico”. Se cair uma letra que não tenha mais nenhuma palavra com ela no tabuleiro passa a vez. O jogo continua até não ter mais nenhuma palavra disponível no tabuleiro. Neste momento é hora de contar as marcações. Ganha o jogo quem fizer pontuação maior.

    Peça para as crianças escreverem frases que tenham as palavras do tabuleiro. Após, para verificar a aprendizagem, que tal fazer um ditado com as palavras estudadas? Detalhe, as crianças fazem o ditado entre elas. Ou seja, deixe as crianças brincarem de professor(a). Os acertos poderão ser verificados no tabuleiro. 🙂

    É muito bom aprender assim, vocês não acham?!

    Desafio e treino ortográfico

    Ahhh!!! Fiquei imaginando aqui que, talvez, as palavras que você esteja precisando trabalhar com as crianças possam não ser as mesmas que coloquei no tabuleiro. Então, deixei também no arquivo PDF um tabuleiro sem palavras escritas. Para utilizar você pode escrever as palavras desejadas em etiquetas e fixar sobre o tabuleiro. Olhe na imagem ao lado. Ainnn, eu sou muito fofa!!! hehe

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MOOJEN, Sônia Maria Pallaoro. A escrita ortográfica na escola e na clínica: teoria avaliação e tratamento. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2009.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 01 tabuleiro com palavras (S, SS, Ç);
    • 01 tabuleiro sem palavras (que você poderá fixar etiquetas com as palavras que precisa trabalhar);
    • 01 tabela para escrita;
    • 02 dados;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Dominó percepção visual

    Dominó percepção visual

    Oie!!!

    Gente, aqui neste site, apresento muitos recursos para a aprendizagem da leitura e escrita e, também, pensamento lógico. Agora, sei muito bem, que estes conhecimentos estão fortemente ligados a uma boa percepção. Portanto, a criança que é estimulada a perceber detalhes, por exemplo, igual/diferente, terá um impacto positivo nessas aprendizagens.

    Os jogos lúdicos que desafiam as crianças a perceberem detalhes é sempre um excelente recurso. Apesar de nunca ser tarde para aprender, quanto mais cedo proporcionarmos estímulos (claro, observando as condições maturacionais de cada criança), mais áreas cerebrais serão desenvolvidas adequadamente e poderão ser melhor aproveitadas ao longo da vida.

    Os cinco primeiros anos de vida de um ser humano são fundamentais para o desenvolvimento de suas inteligências (ANTUNES, 1998, p. 14).

    Este jogo que eu trouxe como sugestão foi utilizado com crianças a partir de 4 anos. Falem pra mim se conseguirem utilizar com crianças menores 😉

    Sugestão de uso:

    Distribuir cinco peças do dominó para cada criança. O que sobrar deixar em uma pilha para “compra”. As crianças deverão unir lados com figuras iguais; para isso, precisam ficar atentas a detalhes como: cor das figuras, cor do fundo, sequência e posição.

    Ganha o jogo quem ficar se nenhuma peça de dominó primeiro.

    É isso , meus queridos! Espero que este post tenha contribuído. Um forte abraço!!!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para as múltiplas inteligências. 12. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 1998.

    Cliquem abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 18 peças;
    • Instruções de uso.

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  • Varal para formar palavras

    Varal para formar palavras

    Oie!!!

    Quero começar este post de hoje expressando a imensa felicidade que sinto ao saber – pelas várias mensagens que recebo – que o trabalho que venho desenvolvendo e compartilhando neste site há 10 anos, vem sendo aproveitado em diversos espaços pelo Brasil e mundo; coisas que a internet tornou possível. Minha responsabilidade só cresce com cada pessoa que por aqui passa e lê as minhas tentativas de escrita.

    Acredito e tenho muita fé que juntos, mesmo que por vezes pareça que estamos fazendo pouco, vamos espalhar sementes de uma educação com mais diversão e principalmente afetividade.

    ”Vivemos com nossos sentimentos mais do que com nossa inteligência e nossas decisões apenas parecem racionais. “ (LAPIERRE, 2010, p. 15).

    Então vamos nessa?! Seguimos lembrando de sempre apresentar um material que seja adequado para os conhecimentos prévios da criança e dos desafios que são possíveis e necessários para ela alcançar.

    O material que trouxe como sugestão tem somente sílabas simples. Falem pra mim se querem que eu desenvolva um material semelhante com sílabas complexas, ok? 🙂

    Tem arquivo PDF com este material na nossa loja. Para adquirir cliquem no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Disponibilizem o varal para formar palavras para a criança explorá-lo. Deixem-na olhar as imagens, falar quais conhece ou não, etc. Após, fechem o varal e façam perguntas, por exemplo: quais imagens ela lembra de ter visto, quantos animais tinha, qual a cor do fone , qual a cor da luva…

    Se a criança não se lembrar de muita coisa, deixem-na explorar mais uma vez o material. Desta maneira ela irá ficar mais atenta a cada detalhe.

    Depois é hora de escrever os nomes das figuras. Para isso entreguem as fichas com sílabas 🙂

    É isso, espero que contribua. Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    LAPIERRE, Andre. Da psicomotricidade relacional à análise corporal da relação. Curitiba: UFPR, 2010.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 20 fichas com imagens (para organizar o varal);
    • 15 fichas com sílabas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Ampliar vocabulário

    Ampliar vocabulário

    Oieee!

    É verdade que com o nome que escolhi para este post já deixei evidente que um dos objetivos almejados é ampliar o vocabulário das nossas crianças/adolescentes, mas, podemos ir além! Utilizar este recurso para desencadear aquela conversa gostosa e falar de sentimentos, emoções. Ou seja, uma boa estratégia para promover um melhor conhecimento de si e dos outros. Estou falando da inteligência emocional; que é indispensável para nossa vida pessoal e profissional. Considero importante ressaltar que para que esta vivência seja positiva o mediador precisa se despir de julgamentos. É uma ocasião propícia para aprimorar a escuta do que a criança/adolescente conhece e sente.

    “[…] Parece-nos ingênuo acreditar que esse projeto pretenda ´mudar a emoção´ dos alunos; mais coerente seria acreditar que os jogos poderiam propiciar um melhor conhecimento de si mesmo e de outros e, portanto, construir relações humanas mais serenas e laços de afetividade mais sólidos. […]” (ANTUNES, 1998, p. 245)

    Então, mãos à obra!

    Sugestão de uso:

    Cobrir os quadros que tem palavras, pedir para a criança observar a imagem e nos dizer o que parece que a pessoa está sentindo. Só depois mostrar a palavra do quadro azul e perguntar se ela concorda ou não e por qual motivo. Também podemos explorar se ela já viveu situação semelhante e como foi. Após, pedir para ela tentar descobrir outra palavra, que tem o mesmo significado, mas que está com as sílabas misturadas no quadro amarelo.

    Obs.: Uma boa estratégia, para deixar a atividade mais lúdica, é usar uma lupa e dizer que vamos ter que investigar mais de perto as expressões das pessoas para descobrir o que estão sentindo.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estipulação das múltiplas inteligências. 12 ed. Petrópolis: Vozes, 1998.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 15 fichas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.