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  • Role os dados e resolva o enigma

    Role os dados e resolva o enigma

    Oie!!!

    Gente, a luta continua firme e forte no desenvolvimento de recursos que sejam práticos e atrativos para as crianças em processo de alfabetização. O letramento também precisa estar sempre em pauta e, quanto mais a criança tem a oportunidade de ler e interpretar textos que circulam na sociedade, terá melhor condição de assimilar as informações, adquirir consciência da diversidade textual e aprender a linguagem.

    Soares, (2017, p. 45) diz:

    […] não basta apenas aprender a ler e a escrever. As pessoas se alfabetizam, aprendem a ler e a escrever, mas não necessariamente incorporam a prática da leitura e da escrita, […]

    Isso que Magda Soares diz vemos acontecer no nosso dia a dia, não é mesmo? Uma opção é estarmos atentos aos interesses das crianças para oferecermos leitura que seja adequada. E, também, apresentar gêneros textuais diferentes para a criança conhecer. Afinal, a leitura é semelhante a uma refeição, para nos interessarmos precisa ser apetitosa. Algumas vezes, um alimento novo nos faz torcer o nariz, mas, conforme experimentamos, podemos acabar gostando.

    Sei que é um trabalho de formiguinha, mas sem nós poderá ficar ainda pior. Sendo assim, vejam a ideia que eu trouxe hoje!

    Sugestão de uso:

    A criança escolhe uma carta e, supondo que tenha texto, deverá ler e pensar em uma resposta. Após, tenta formar a palavra com os dados.

    Quando não tiver mais cartas disponíveis, podemos propor à criança que pense em um enigma para ser resolvido por outro colega. Para isso, primeiro tenta formar com os dados alguma palavra diferente daquelas que já foram encontradas (e pode utilizar somente dois dados). Depois escreve em uma carta um enigma para outra criança descobrir a palavra que ela encontrou.

    Observação: Se for para atendimento individual, você pode propor que seja elaborado um enigma para uma criança de outro atendimento. Elas amaaam!

    Viram só que bacana? A criança poderá colocar em prática o gênero textual que acabou de vivenciar. Uma ideia super incrível para estimular a leitura e também a escrita.

    Pensou em uma maneira diferente para utilizar este material? Fale pra mim nos comentários, vou amar saber.

    Um abraço e até o próximo post <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. 3. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2017.

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    • 03 dados;
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  • Bingo Fonema x Grafema

    Bingo Fonema x Grafema

    Oie!!!

    Se existe uma ferramenta que precisa estar presente em um ambiente alfabetizador, certamente, é uma que envolva o conhecimento da relação grafema x fonema (letra/som).

    Bus e Van Ijzendoorn apud Soares (2016, p. 217) esclarecem:

    […] a plena compreensão do princípio alfabético se fundamenta na associação entre letras e fonemas. Esses pesquisadores, com base na análise de 71 pesquisas experimentais sobre o desenvolvimento da consciência fonêmica, com ou sem o suporte do conhecimento de letras, concluíram que a aprendizagem da escrita ocorreu de forma mais consistente e efetiva nos programas que desenvolveram simultaneamente fonemas e letras […].

    Para reforçar ainda mais a importância deste conhecimento para a construção da escrita vejam o que Montessori (1965, p. 202), nos diz:

    […] Quando se apresenta à criança uma letra, emitindo seu som, ela fixa a imagem mediante o seu sentido visual e, ao mesmo tempo, com seu sentido tátil-muscular; associa o som aos sinais correspondentes, isto é, toma conhecimento da linguagem gráfica.

    Queridos, eu tomo o cuidado de fundamentar o que trago de sugestão para vocês porque considero importante estarmos bem embasados teoricamente na nossa prática que, jamais(!), pode ser desenvolvida por “achismo”. Além disso, devido a subjetividade de cada criança, é preciso constantemente reavaliar o nosso trabalho para nos certificarmos se estamos proporcionando a intervenção adequada. Tenho esta convicção por compreender que nem sempre uma atividade que foi eficiente no desenvolvimento de uma criança será para outra. Sendo assim, procurar por autores que já desenvolveram pesquisas na área é fundamental.

    Então vamos a ideia de hoje?

    Sugestão de uso:

    Distribuir para cada criança ou dupla uma cartela com letras e marcadores (botões, bolinhas de papel reciclado, …). Colocar as fichas com imagens dentro de uma sacola/caixa.

    Para o jogo começar é preciso retirar uma ficha da sacola, falar o som da primeira letra do nome da figura. Exemplo: /mmmm/ para maçã. As crianças deverão procurar em suas cartelas uma letra que tenha esse som. Quem tiver coloca um marcador sobre a letra e fala o som. Após, é necessário mostrar a carta com a figura, falar novamente o som e mostrar a letra para a criança ter certeza que marcou corretamente (se for necessário, escrevam no quadro). O jogo continua e ganha quem marcar primeiro três letras na horizontal, vertical ou diagonal. Vocês também podem combinar que é necessário completar a cartela toda para vencer o jogo. É preciso avaliar o que é mais adequado.

    Vou encerrar deixando uma dica importante: O conhecimento da relação fonema x grafema (som/letra) deve ser apresentada ao longo do ano juntamente com outras atividades para estimular o desenvolvimento da consciência fonológica. Supondo que a criança não tenha nenhum conhecimento sobre este assunto, sugiro apresentar duas ou três letras/som a cada dia. Sendo que, as letras já aprendidas, devem ser revisadas nos dias seguintes. Ok?!

    Um forte abraço e até o próximo post 😉

    Ah! Fale nos comentários se este texto lhe ajudou, vou amar saber.

    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

    MONTESSORI, Maria. Pedagogia científica. São Paulo: Flamboyant, 1965.

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

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  • Consciência de sílaba

    Consciência de sílaba

    Oie!

    Gente, vocês já estão cansados(as) do tema  consciência fonológica? Espero que não porque ainda tenho muitas ideias para compartilhar aqui com vocês…rs Hoje a sugestão é para estimular a consciência de sílaba, que é a habilidade de segmentar as palavras em sílabas. Esta aprendizagem contribui muito no processo de alfabetização. Inclusive, para um aprendente que esteja apresentando hipótese de escrita pré-silábica é fundamental que seja feita uma intervenção estimulando este conhecimento.

    […] Os estágios iniciais da consciência fonológica (consciência de rimas e sílabas) contribuem para o desenvolvimentos dos estágios iniciais do processo de leitura. […] (CAPOVILLA e CAPOVILLA, 2007, p. 33).

    Quem trabalha com alfabetização sabe que, muitas vezes, quando segmentamos as palavras para as crianças  enfatizando pausadamente os sons, elas apresentam escrita com hipótese diferente daquela que elas conseguem fazer sozinhas. Isso é uma demonstração clara de que precisam desenvolver a consciência fonológica. O jogo que eu trouxe como sugestão hoje estimula as crianças a se esforçarem na aprendizagem deste conhecimento.

    Sugestão de uso:

    Entregue para cada criança um peão (pode ser botões coloridos). Disponibilize o tabuleiro sobre uma superfície plana e coloque as cartas com figuras dentro de uma caixa ou sacola. Cada criança escolhe uma casa no tabuleiro para colocar o seu peão. Depois, cada uma na sua vez, pega uma carta da caixa, fala em voz alta o nome da figura e segmenta a palavra em sílabas (pode bater uma palma para cada sílaba). O número de sílabas será correspondente à quantidade de casas que a criança deve avançar no percurso do tabuleiro. Se cair em uma casa que tenha o símbolo 👏🏽 (uma palma), avança mais uma casa. Se cair em uma casa que tenha o símbolo👇(dedo indicador para baixo), volta uma casa. Após, a criança coloca a carta de volta na caixa/sacola. Ganha o jogo quem conseguir dar uma volta completa no percurso e retornar à sua casa primeiro.

    Variação: a criança pode colocar um marcador na carta para sinalizar a quantidade de sílabas da figura.

    Quero concluir este texto dizendo que as crianças simplesmente amaaam este jogo.

    Espero ter contribuído! Fale pra mim nos comentários 😉

    Um forte abraço

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    CAPOVILLA, Alessandra Gotuzo Seabra; CAPOVILLA, Fernando César. Problemas de leitura e escrita: como identificar, prevenir e remediar numa abordagem fônica. 5. ed. São Paulo: Memnon, 2007.

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  • Decomponha os números

    Decomponha os números

    Oie!

    Há muitas maneiras de demonstrar carinho e gratidão por alguém: com um abraço, um beijo, um olhar, … No entanto, a distância que me separa fisicamente de vocês que acompanham o meu trabalho, impede que eu faça isso pessoalmente. Sendo assim, a maneira que demonstro o meu carinho é procurando dar atenção a todos os comentários que recebo e, de tempos em tempos, dedico algumas horas do meu trabalho para produzir algo que não receberei uma recompensa monetária por ele, mas, tenho a expectativa que vocês se sentirão tocados e acarinhados por mim. Tudo que compartilho tem o intuito de levar muito mais do que informações, almejo que esteja proporcionando experiências positivas.

    Deixei na nossa loja o arquivo PDF com este material. É enviado por e-mail e é gratuito!!! Para receber clique no botão escrito “Grátis” disponível no final deste post.

    Bom, chega de papo … rs, agora vou discorrer sobre a ideia de hoje.

    Os números podem ser apresentados de maneiras diferentes: compostos ou decompostos. Por exemplo: o número 123 está na forma composta, mas eu posso decompor ele e, então, apresentá-lo assim: 100 + 20 + 3. As duas maneiras representam o mesmo valor. E qual a relevância de sabermos isso? É importante para entendermos padrões e relações dentro de um número maior e entre números dentro de uma equação.

    Considero importante salientar que valor posicional não é uma técnica a ser aprendida pela criança. Na verdade, é algo que precisa ser construído por ela e que envolve raciocínio lógico-matemático. Sendo assim, é preciso primeiro que a criança tenha construído a unidade para que possamos apresentar as dezenas. Da mesma forma, ela precisa ter construído o entendimento de dezenas e das unidades para que seja apresentado as centenas e assim por diante.

    […] ‘Dezenas e unidades’ podem ser ensinadas somente depois de as crianças terem construído as ‘unidades’ […] (KAMII e DECLARK, 1997, p. 93.)

    Sugestão de uso:

    A criança escolhe uma cartela e, para decompor o número em destaque, deve procurar os grampos que tenham os números necessários e fixá-los na cartela colocando-os em sequência, do maior para o menor.

    Queridos(as), mesmo que eu esteja ciente da riqueza deste material, fico esperando que me digam se contribuiu com o trabalho de vocês.

    Um abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

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    É GRÁTIS e enviado por e-mail.

  • Troca letra

    Troca letra

    Oieee!

    Pensem em uma atividade rica para alfabetização, agora pensem em uma atividade simples para alfabetização e… tcham… tcham…tcham… tcham…

    Eu coloquei o nome de “troca letra”, mas poderia muito bem ser “troca som” porque nesta atividade a criança terá a possibilidade de observar que a mudança de apenas uma letra/som em uma palavra pode mudar completamente o seu sentido. Isso é um excelente exercício de percepção e discriminação auditiva. É importante proporcionarmos para as crianças em processo de alfabetização atividades que elas confrontem sons iguais/sons diferentes.

    A capacidade de discriminar sons diferentes constitui fator indispensável à aprendizagem da leitura e escrita. (ANTUNES, 2003, p. 46).

    Sugestão de uso:

    A criança deverá pegar uma cartela, observar o grupo de letras disponível na margem superior. Procurar o grampo que tenha o mesmo grupo de letras e fixá-lo na cartela, junto com a primeira letra que está em destaque, ler a palavra que formou. Para descobrir uma palavra diferente deve mudar a posição do grampo para a outra letra em destaque na cartela.

    Construir frases e histórias com as palavras descobertas será uma excelente maneira de colocá-las em um contexto e, assim, contribuir no aprendizado.

    Gostaram? Quero saber!!!

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências.12 edPetrópolis: Vozes, 2003

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  • Quebra-cabeça de foguetes

    Quebra-cabeça de foguetes

    Oieee!

    Gente, o lúdico é uma ferramenta super poderosa para promover a aprendizagem. Tenho observado, pela procura crescente aqui no site por parte de professores, psicopedagogos , fonoaudiólogos, … que enfim, este recurso vem sendo mais utilizado. Espero que esteja ficando para trás o tempo que se separava jogo, brincadeira de uma atividade séria. O lúdico, além de estimular o desenvolvimento cognitivo da criança, enriquece aspectos sociais e emocionais.

    Antunes (2003, p. 36) reforça que:  […] a maioria dos filósofos, sociólogos, etológos e antropólogos compreendem que o jogo é uma atividade que contém em si mesmo o objetivo de decifrar os enigmas da vida e de construir um momento de entusiasmo e alegria na aridez da caminhada humana.[…]

    Sendo assim, seguimos com passos firmes cientes que estamos na direção certa. Vamos ao jogo de hoje?

    Sugestão de uso:

    Espalhem as peças sobre uma superfície plana. A criança deverá montar os foguetes. Precisa ficar atenta porque alguns foguetes são bem semelhantes. Poderá olhar o gabarito para se certificar se está correto. Quando concluir lê a palavra que formou. 😉

    Eu fico aqui imaginando o montão de olhinhos curiosos e entusiasmados com as descobertas.

    As palavras que coloquei nos foguetes são itens que podem ser necessários em uma viagem. Que tal escrever uma história utilizando essas palavras? Para onde será que as crianças gostariam de viajar de foguete? Levariam itens diferentes?

    Vou amar se vocês me enviarem fotos com textos das crianças.

    Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências.12 edPetrópolis: Vozes, 2003

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    • 10 imagens de foguetes;
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    É enviado por e-mail.

  • Decifre a mensagem

    Decifre a mensagem

    Oie!!!

    Queridos(as), sabem aquelas crianças que apresentam escrita com hipótese alfabética, mas escrevem palavras sem colocar os devidos espaços?  A ideia que eu trouxe como sugestão hoje foi pensada nelas. É um meio de fazê-las refletir sobre a escrita já sabendo que há algo que precisa ser corrigido e que o erro não foi feito por elas. 😉

    E, o que é ainda mais legal, é que esta atividade proporciona um meio de conhecermos um pouco mais sobre as crianças: o que gostam de fazer, o que não gostam, o que sentem medo, o que as deixam felizes, o que as deixam tristes, o lugar preferido para dormir, etc. Estarmos conectados afetivamente com as crianças é de suma importância para que consigamos êxito no seu desenvolvimento e, uma maneira de criarmos vínculo, é demonstrarmos interesse por elas e o meio em que vivem (sem julgamentos).

    Vygotsky apud Valiati e Antoniuk (1979, p. 37) afirma: “[…] as emoções tem participação ativa no funcionamento mental, concordando com as relações entre afeto e cognição.[…]”

    Sugestão de uso:

    Coloquem as cartas dentro de envelopes para que sejam sorteadas pela criança. Digam que o ET Caramujo (personagem da carta) gosta muito de desenhos e quer ser nosso amigo. Ele enviou uma mensagem solicitando para que desenhássemos algo, mas, como ele está aprendendo a escrever na nossa língua, ainda não sabe colocar os espaços entre as palavras. Então devemos primeiro escrever a frase corretamente para entendermos a mensagem e, depois, fazer o desenho que ele solicitou.

    Enquanto a criança desenha fiquem atentos(as) ao que ela fala porque é comum que um papo bem bacana surja desta atividade. 😉

    É isso! Pensaram em uma maneira diferente de utilizar esta atividade? Deixem nos comentários, além de me deixar feliz poderá ser útil para outras pessoas que passarem por aqui.

    Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    RIECHI, Tatiana Izabelle Jaworski; et all. Práticas em neurodesenvolvimento infantil: fundamentos e evidências científicas. Curitiba: Íthala, 2017.

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  • Pescaria de Aliteração

    Pescaria de Aliteração

    Oieee!!!

    Hoje vou continuar nosso assunto da semana passada sobre consciência fonólogica. Lembram que falei sobre a rima? Naquele post também abordei que um dos itens a ser desenvolvido da consciência fonológica é a aliteração,  que é a habilidade de identificar sons iniciais iguais (sílabas ou fonemas). Antes de tudo é importante estarmos cientes que utilizar a rota fonológica é essencial para o desenvolvimento da leitura e, mesmo nós, leitores fluentes, precisamos recorrer a ela quando estamos diante de uma palavra nova. Estimular a consciência fonológica faz a criança voltar sua atenção para a cadeia sonora das palavras e, se apresentarmos jogos ou brincadeiras que elas possam verificar a representação gráfica fará, consequentemente, que elas encontrem correspondências gráficas.

    Soares (2016, p. 184), afirma: “[…] atividades que levem a criança a confrontar rimas e aliterações com sua representação escrita podem introduzir a compreensão da relação entre os sons e os grafemas que os representam, ou seja, a compressão do princípio alfabético.”

    Agora vamos ao jogo? Deixei o arquivo PDF com este material na nossa loja. Para adquirir clique no link disponível no final do post.

    Sugestão de uso:

    Coloquem os peixes em uma bacia com areia e as cartas com figuras em uma sacola. Cada criança, na sua vez, retira uma carta da sacola e tenta pescar um peixe que tenha uma palavra que inicie com o mesmo som (fonema) da figura da carta. Se conseguir, fica com o peixe. Se não conseguir, deverá devolver a carta para a sacola e o peixe para a bacia (no mesmo lugar que estava).

    Se a criança tirar um peixe que estiver escrito “+ 1 CHANCE”, ela poderá pescar mais uma vez, porém, antes precisará cumprir alguma tarefa. Pode ser dizer uma palavra que começa com o mesmo som que precisa encontrar ou outra tarefa que vocês acharem interessante para a brincadeira.

    Ganha o jogo quem conquistar mais peixes.

    Gente, as crianças amam este jogo. Espero que contribua com o trabalho de vocês e que tenhamos mais alegria no processo de construção da escrita e leitura.

    Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

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    • 14 peixes;
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  • Marque a rima

    Marque a rima

    Oieee!!!

    Queridos, estimular o desenvolvimento da consciência fonológica é sempre muito importante para o processo de alfabetização.

    Capovilla e Capovilla (2007, p. 214-215) afirmam: “[…] procedimentos para desenvolver consciência fonológica e ensinar correspondências grafo-fonêmicas podem efetivamente auxiliar a aquisição de leitura e escrita. […]“

    Esta estimulação pode ser realizada através de jogos e brincadeiras de rimas, aliterações, consciência das palavras, consciência silábica, consciência fonêmica e relação grafema-fonema.

    A sugestão de jogo que eu trouxe hoje, como o próprio título diz, tem o objetivo de estimular a habilidade de identificar rimas. Mas o que é rima? É a repetição de uma sequência de sons a partir da vogal da última sílaba tônica. A equivalência deve ser sempre sonora e não necessariamente gráfica. Exemplo: caroço e osso. No entanto, no jogo que estou apresentando, há também correspondência gráfica.

    Deixei na nossa loja o arquivo PDF com este jogo (é enviado por e-mail). Para adquirir acesse o link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Coloquem o tabuleiro em uma superfície plana e as cartas com figuras em uma sacola. Cada criança deverá ter uma cor de massinha de modelar e, na sua vez, retira uma das cartas da sacola. Todas as crianças, ao mesmo tempo, deverão procurar no tabuleiro uma palavra que rime com a figura da carta. Quem encontrar coloca uma bolinha de massinha de modelar sobre a palavra. Para cada figura há duas palavras no tabuleiro que rimam com ela. O jogo termina quando não há mais cartas na sacola. Ganha o jogo quem conseguir marcar mais palavras.

    Observação 1: Caso a criança encontre muita dificuldade em ler as palavras do tabuleiro, vocês podem ir lendo com ela porque o objetivo inicial deste jogo é fazer com que a criança consiga identificar a correspondência sonora.

    Observação 2: Já se a criança está em um processo um pouco mais avançando e o jogo estiver muito fácil, vocês podem cobrir as palavras das cartas. Assim ela irá se atentar somente ao som e não a correspondência gráfica.

    Ou seja, façam as adaptações necessárias para que o jogo tenha um desafio, mas que seja possível de ser realizado 😉

    Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    CAPOVILLA, Alessandra Gatuzo Seabra; CAPOVILLA, Fernando César. Problemas de leitura e escrita: como identificar, prevenir e remediar numa abordagem fônica. São Paulo: Memnon, 2007.

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  • Leia e responda

    Leia e responda

    Oieee!!!

    Hoje tem arquivo PDF GRÁTIS!!! Uhuuu! Podem comemorar!

    Gente, sabemos que, a melhor maneira de estimular a competência leitora das nossas crianças é proporcionar leitura. Quanto mais gêneros textuais elas tiverem acesso, mais familiarizadas ficarão com o universo da leitura e o letramento vai acontecendo.

    Apresentar textos curtos pode ser uma boa estratégia para as crianças que estão iniciando o processo.  Obviamente que, classificar se o texto é longo ou suficientemente curto, é o educador que poderá fazer, porque a seleção deve ser feita de acordo com os conhecimentos prévios da criança. Digo isso porque para algumas crianças conseguir ler uma palavra representa um desafio, enquanto que para outra, ler uma frase é um desafio mais adequado. Agora, também é bacana deixar a criança escolher. Confesso que prefiro esta última opção. E, supondo que, no transcorrer da leitura eu perceba que a criança esteja apresentando cansaço vou lendo com ela. Ou seja, leio uma parte e ela lê outra. Há muitos métodos de alfabetização, mas é sempre preciso ter flexibilidade para alterar de acordo com as necessidades que irão surgindo.

    “Afinal, quem alfabetiza não são os métodos, mas o(a) alfabetizador(a) […]”. (SOARES, 2016, p. 52).

    Queridos, deixei o arquivo PDF gratuito com este material na nossa loja. Para receber cliquem no link escrito GRÁTIS disponível no final deste post. Espero que aproveitem e, se o material for útil para vocês, ficarei muito feliz em saber.

    Sugestão de uso:

    A criança faz a leitura da parlenda. Após, lê a pergunta que se encontra na margem inferior da carta e assinala a resposta correta.

    Obs.: Eu plastifiquei as minhas cartas. Desta maneira as crianças podem fazer a marcação com canetinha e, depois do uso, apagamos com uma flanela. Se vocês aplicarem papel Contact o efeito será o mesmo.

    É isso!  Espero que contribua muuuito!

    Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

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