Tag: dislexia

  • Destrave

    Destrave

    Oie!

    Temos em nosso site várias sugestões para estimular o desenvolvimento da consciência fonológica. Dentre elas: rima, aliteração, sílaba inicial, medial, final. Todos estes jogos são ferramentas essenciais em um ambiente alfabetizador. O jogo que estamos compartilhando hoje também tem como objetivo instigar que as crianças prestem a atenção aos sons da nossa língua. A novidade é que neste recurso elas irão verificar que algumas palavras podem começar com o mesmo som que termina outra 😉

    Ops! Na verdade, há algum tempo eu compartilhei este jogo Destrave com vocês, mas ele não estava em formato de jogo com cartas. Eu usava apenas uma lousa e giz.

    Também achamos pertinente ressaltar que sons de sílabas é, geralmente, mais fácil de perceber do que fonemas isolados. A explicação está na citação a seguir.

    […] os sons de fonemas não são fisicamente separáveis da cadeia da fala, estão inteiramente fundidos uns com os outros no interior da sílaba. Portanto, seja para transformar a fala em escrita ou traduzir a escrita em fala, é com a sílaba que se deve começar. […] (ADAMS, 1990, p. 302 apud SOARES, 2016, p. 193-194)

    Sendo assim, é necessário que este conhecimento chegue a todo aquele que pretende ser um profissional que trabalhe com alfabetização.

    Sugestão se uso:

    Distribuir igualmente as cartas entre dois jogadores.
    Quem tiver a carta com a imagem de uma /LUVA/ começa o jogo.
    O próximo jogador deverá colocar uma carta cujo nome da figura começa com a mesma sílaba que termina /luVA/ .
    Exemplo: luVA – VAca .
    Ganha o jogo quem ficar sem nenhuma carta primeiro.
    Atenção! Se uma carta for trocada de lugar o jogo irá travar e cartas vão sobrar. Se isto acontecer,  juntos devem pensar o que precisam fazer para o jogo destravar! 

    Por hoje é isso! Até o próximo post <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF (enviado por e-mail) contendo:

    • 18 cartas;
    • Instruções de uso.
  • Dominó Aliteração

    Dominó Aliteração

    Oie!!!

    Já abordamos em várias publicações a importância da consciência fonológica para a alfabetização. Neste post estamos trazendo uma sugestão para instigar a aliteração que é a habilidade de identificar sons iniciais iguais (sílabas ou fonemas).

    A ideia essencial é a de que a análise explícita das palavras em unidades fonológicas é indispensável para compreender o código alfabético e, através disso, aprender a ler. (ALEGRIA, LEYBAERT e MOUSTY , 1997 apud CAPOVILLA e CAPOVILLA, 2007, p. 25).

    Oferecer jogos e brincadeiras que instiguem essa habilidade são excelentes. Especialmente, se a criança estiver apresentando dificuldade de aprendizagem. Sendo assim, vamos a proposta que trouxemos para vocês hoje. <3

    Sugestão de Uso:

    Distribuir igualmente as peças do dominó entre dois jogadores.

    O jogador que ficar com a peça que tem a imagem de uma /BALANÇA/ dá início ao jogo.

    Os jogadores deverão unir peças do dominó com sons/sílabas iniciais iguais.

    Exemplo: BAlança com BAteria.

    Ganha o jogo quem ficar sem nenhuma peça primeiro.

    Por hoje é isso! Até o próximo post <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    CAPOVILLA, Alessandra Gotuzo Seabra; CAPOVILLA, Fernando César. Problemas de leitura e escrita: como identificar, prevenir e remediar numa abordagem fônica. 5. ed. São Paulo: Memnon, 2007.

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    • 20 peças;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Teste sua Força com as Palavras

    Teste sua Força com as Palavras

    Oie!!!

    Mais uma vez trouxemos para vocês um jogo super bacana para estimular o processo de construção da escrita. Já temos diversos por aqui com este objetivo porque temos a certeza que a diversão pode contribuir e muito com o processo de alfabetização.

    Há muitos métodos de alfabetização e, inclusive, alguns profissionais defendem mais um do que outro. Sinceramente, nossa experiência sempre demonstrou que cada criança aprende de um jeito. Inclusive, há estudos comprovando que nós seres humanos somos dotados de múltiplas inteligências. Sendo assim, cada um tem mais interesse por algumas áreas do saber que outras e, também, o jeito de absorver o conhecimento é particular.

    […] já se afasta o conceito de uma inteligência única e geral e ganha espaço a convicção de Howard Gardner e de uma grande equipe da Universidade de Harvard de que o ser humano é dotado de inteligências múltiplas […]. (ANTUNES, 2003, p. 13, grifo do autor).

    Agora, aliar diversão com aprendizagem é a mistura perfeita. Então vamos nesta? \o/

    Sugestão de uso:

    Entreguem para cada jogador uma cartela “Teste sua Força com as Palavras”.

    Deixem disponível para todos os jogadores a cartela com figuras. Verifiquem se os jogadores sabem os nomes de todas elas. Inclusive, podem discutir sobre com qual sílaba/som cada uma começa o seu nome.

    Coloquem as fichas com sílabas dentro de uma sacola/caixa.

    Cada jogador, na sua vez, retira uma ficha da sacola. Escreve na cartela “Teste sua Força com as Palavras” uma palavra que começa com a sílaba/som que está em destaque na ficha. Se não souber pode tentar descobrir olhando a cartela com figuras. Em seguida, pode escrever outras palavras que começam com as demais sílabas da ficha (neste caso, não terá figura para servir de pista). Após, devolve a ficha para a sacola.

    Se o jogador retirar uma ficha que ele já tenha pego anteriormente ele pode escrever uma palavra que termina com a sílaba/som que está em destaque. No entanto, neste caso, não pode utilizar a cartela de figuras como ajuda. Ou seja, ficará mais difícil. Após, devolve a ficha para a sacola.

    Ganha o jogo quem completar 10 palavras na cartela “Teste sua Força com as palavras”.

    Por hoje é isso!

    Um forte abraço e até o próximo post!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 16 fichas de sílabas;
    • 01 cartela de figuras;
    • 01 cartela Teste sua Força com as Palavras;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Siga o caminho

    Siga o caminho

    Oie!!!
    Outro dia recebemos uma mensagem na qual nos perguntavam sobre qual o melhor método de alfabetização. Este é um questionamento que não temos como responder. Nossa experiência nos demonstrou, por diversas vezes, que cada criança aprende de um jeito. Por isso o mais indicado é observar a criança para identificar como ela aprende.
    Um outro ponto importante é que jamais podemos nos referir a uma criança em processo de alfabetização que: “Ela/ele ainda não sabe nada”. Talvez a criança não esteja atendendo a expectativa convencional de escrita dos pais, dos professores, mas isso não significa que a ela não tenha nenhum conhecimento.

    […] nenhum sujeito parte do zero ao ingressar a escola de ensino fundamental, nem sequer as crianças de classe baixa, os desfavorecidos de sempre. […] (FERREIRO, E. ; TEBEROSKY, A., 1999, p. 291).

    Ou seja, é preciso entender que aprender a ler e escrever é um processo de construção e cada criança tem um ritmo e necessidade de mediação particular. O mediador precisa ampliar a escuta, a observação e, realmente, não tem fórmula mágica. A prática e a boa vontade faz com que desenvolvemos nossa sensibilidade para a escuta 😉

    Esperamos que vocês possam aproveitar a sugestão de intervenção que trouxemos hoje. O objetivo é estimular a consciência fonológica, a relação fonema x grafema, o pensamento lógico, a coordenação motora fina para auxiliar no processo de construção da escrita. Ampliem, façam as adaptações necessárias. <3

    Sugestão de uso:

    Comecem pedindo para as crianças observarem a letra que está em destaque na página. Em seguida, tentarem reproduzir a letra com o corpo (podem imitar a figura que aparece na página) e falar nome/som.

    Depois, solicitem que as crianças identifiquem e percorram o caminho das palavras que iniciam com aquela letra/som para chegar ao livro.

    Por fim, digam para as crianças escreverem os nomes das figuras observando que cada uma tem um campo correspondente.

    Dica: Se vocês colocarem as páginas em uma pasta catálogo (aquelas com plástico), os aprendentes podem escrever sobre o plástico com uma canetinha e, após o uso, é só apagar com uma flanela.

    Encerramos mais um post com o desejo que tenha contribuído.
    Um forte abraço 😘

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    FERREIRA, Emilia; TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artmed, 1999

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 22 páginas;
    • Instruções de uso.

    Consta alfabeto de A a Z (exceto H, K, W, Y).

    É enviado por e-mail.

  • Não pertence

    Não pertence

    Oie!!!
    Há um tempo compartilhamos aqui com vocês o jogo Letra x Som. Recebemos muitas mensagens solicitando um jogo parecido, porém, com um nível mais fácil, para crianças que estão bem no começo do processo de alfabetização. No jogo Letra x Som tem várias imagens e a as letras em destaque podem estar em qualquer lugar dos nomes das figuras (começo, meio ou final). Neste jogo que estamos compartilhando hoje tem menos imagens e as letras em destaque devem ser localizadas somente no início dos nomes das figuras. Na sugestão do jogo explicamos melhor! Antes queremos enfatizar a importância de trabalharmos o som das letras.

    Precisamos estar cientes que trabalhar a relação fonema x grafema é essencial no processo de alfabetização. Podemos, inclusive, prevenir diversos atrasos na construção da escrita por estimularmos este conhecimento. Claro que isto de maneira lúdica e sem forçação de barra! Mas todo dia um pouco. 😉 Falar de palavras que começam ou terminam com o mesmo som/letra é sempre uma excelente estratégia de intervenção.

    A ideia essencial é a da que a análise explícita das palavras em unidades fonológicas é indispensável para compreender o código alfabético, e através disso, aprender a ler. (ALEGRIA, LEYBAERT e MOUSTY apud CAPOVILLA e CAPOVILLA, 2007, p. 25).


    Agora vamos à explicação do jogo.

    Sugestão de uso:

    A criança escolhe uma cartela e fala letra/som que está em destaque. Em seguida, a criança coloca uma ficha “Não Pertence” na(s) figura(s) cujo(s) nome(s) não começa(m) com essa letra/som.

    Vocês podem contribuir falando o nome de cada figura enfatizando o som inicial. Exemplo: /AAAAABACATE/.

    É isso! Um forte abraço e até o próximo post! <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SEABRA, Alessandra Gotuzo; CAPOVILLA, Fernando César. Teoria e pesquisa em avaliação neuropsicológica. São Paulo: Memnon, 2009.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 23 cartelas (alfabeto A a Z, exceto KWY);
    • Ficha carimbo;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Separe as palavras

    Separe as palavras

    Oie!!!
    Mediar o processo de alfabetização é, certamente, uma das profissões mais belas. Conforme as crianças (jovens, adultos) vão avançando na construção da leitura e da escrita ficamos com o coração saltitante de alegria. E não é para menos, afinal, sabemos que podemos modificar totalmente a trajetória de vida de uma pessoa através da sua condição leitora.

    […] aprender a ler e a escrever e, além disso, fazer uso da leitura e da escrita transformam o indivíduo, levam o indivíduo a um outro estado ou condição sob vários aspectos: social, cultural, cognitivo, linguístico, entre outros. (SOARES, p. 38, 2001).

    No entanto, este caminho é feito de muitas etapas e traz desafios. Uma coisa é certa(!), conforme vamos adquirindo prática e conhecimento do processo de construção da leitura e escrita, conseguimos compreender, identificar e mediar muito melhor cada uma das etapas.

    O recurso que trouxemos como sugestão hoje é excelente para aguçar a curiosidade e a imaginação das crianças, mas, é também, apropriado para utilizar como ferramenta de intervenção com crianças que estejam apresentando hipótese de escrita alfabética, porém, com dificuldade na segmentação de palavras. Ah, podem comemorar porque o arquivo PDF está GRÁTIS na nossa loja! <3

    Sugestão de uso:

    Colocar as páginas em uma pasta catálogo (aquelas com plástico) e entregar para a criança. Explicar que, em cada página, há um título de alguma história. Possivelmente, ela já conhece ou ouviu falar. As imagens servirão de pistas. O desafio da criança será separar as palavras do título colocando cada uma delas em um quadro. Ela pode escrever com canetinha sobre o plástico. Após o uso é só apagar com uma flanela.
    Podemos concluir esta atividade com a leitura de alguma história que a criança não conhece ou tem interesse em reler.

    Ficamos por aqui!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica, 2001

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF GRÁTIS contendo:

    • 10 páginas;
    • Instruções de uso.

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  • Acerte a rima

    Acerte a rima

    Oie!!! A sugestão que trouxemos para vocês hoje é muito interessante para crianças que estejam apresentando leitura silábica e ficam cansadas com textos muito longos. Nestes casos, precisamos pensar em estratégias para que as crianças continuem praticando a leitura. Sim, praticando, não tem jeito! Só assim, pouco a pouco, irão construir novas conexões e a formação da rede neural da leitura vai acontecendo e tornando este processo mais eficiente. Obviamente que praticar de uma maneira que seja o mais prazerosa possível. Partir de textos curtos, engraçados, com rimas, pode ser uma boa estratégia.

    […] O uso faz aumentar o número de conexões, enquanto que o desuso faz diminuir a quantidade de botões sinápticos. (RIESGO, p.24, 2006)

    Vamos por a mão na massa, então?

    Deixamos o arquivo PDF GRÁTIS com esta atividade disponível na nossa loja. É, estamos bem queridos por aqui ultimamente!!! rsrs <3

    Ah, esta atividade também estimula o desenvolvimento da consciência fonológica! Show, não é mesmo?!

    Sugestão de uso:

    A criança lê uma carta e coloca um marcador (prendedor de roupa, clips) na figura cujo nome rima com a frase do texto. Em seguida escreve o nome da figura com letras de EVA. Após, pode ser escrito uma história na qual a frase do texto é utilizada.

    Encerramos este post deixando registrado o nosso desejo que o material que estamos compartilhando seja muito, muito útil! <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia; RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2006.

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    • 12 cartas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Cartelas de caça-palavras

    Cartelas de caça-palavras

    Oie!!!
    Gente, talvez vocês conheçam alguma criança/adolescente em processo de alfabetização que, diante da menor dificuldade, já se sinta incapaz e desiste da atividade. Na verdade, pra gente pode parecer um desafio pequeno, mas, geralmente, não temos a dimensão do sofrimento interno pelo qual ela/ele está tendo que lidar. Isso também não quer dizer que precisamos desistir porque a criança fez cara feia!…rsrs

    Lembro-me que, um dia apresentei para uma criança uma atividade que tinham figuras de alguns objetos para ela localizar o nome deles em um caça-palavras e percebi o desânimo dela. Perguntei o motivo e ela me disse: “são muitas!”. Então combinamos de procurar juntas até ela se sentir segura para fazer sozinha. Ou seja, precisamos adaptar, mas jamais(!) desistir.

    Foi pensando em crianças/adolescentes com necessidades assim que este material foi organizado. Alguns podem ter muita dificuldade em localizar várias palavras em um caça-palavras. Especialmente, crianças com dislexia, deficit de atenção, … Sendo assim, organizamos este material com apenas uma palavra para ser encontrada em cada cartela e vamos apresentando outras à medida que percebemos a motivação da criança/adolescente. E, assim, pouco a pouco, vamos fortalecendo sua autoestima e preparando-os para lidar com desafios maiores.

    Pensar, treinar o cérebro, não só não machuca […] como, ao contrário, é uma atividade que pode encher de satisfação a quem a ela se entregar. […] (BATLLORI, 2009, p. 9).

    Gostaram desta ideia? Falem nos comentários!!!

    Sugestão de uso:

    Entreguem uma cartela para a criança/adolescente localizar uma palavra. Na margem superior da cartela tem uma pista do que é preciso procurar (nome de uma ferramenta, uma fruta, um animal, …). Vocês podem cobrir esta pista se acharem que a atividade está muito fácil ou ler para ela/ele se for necessário. As palavras podem estar na horizontal ou vertical. Após, podem falar/escrever frases utilizando as palavras encontradas. Vai ser show de bola!

    Ah, também pode ser feito um ditado no qual a criança confere nas cartelas se escreveu corretamente.

    Queridos, por hoje foi isso! Um forte abraço e até o próximo post <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    BATLLORI, Jorge. Jogos para treinar o cérebro. 11. ed. São Paulo: Madras, 2009.

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    • 20 cartelas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Qual é a palavra?

    Qual é a palavra?

    Oie!!! Estimados e estimadas, não sabemos se vocês já perceberam que temos muito orgulho do nosso trabalho, agora, o jogo que estamos compartilhando com vocês hoje é simplesmente maravilhosooo!!! (Nem sempre conseguimos segurar nossa modéstia! 🤭 rsrs).

    Este jogo tem o objetivo de estimular a leitura, a escrita, a atenção, a percepção, mas, também, podemos aproveitar a situação lúdica que ele proporciona para saber mais sobre a criança.

    […] o uso de situações lúdicas é mais uma possibilidade de se compreender, basicamente, o funcionamento dos processos cognitivos e afetivo-sociais em suas interferências mútuas, no Modelo de Aprendizagem do paciente. […] (WEISS, 2007, p. 74).


    Quando compreendemos a maneira que a criança aprende facilita muuuito nossa intervenção. Então precisamos estar atentos nos momentos lúdicos porque, nessas situações, a criança mostra muito de si.

    Sendo assim, vamos arregaçar as mangas e ao trabalho! Ops, ao jogo! 😉

    Sugestão de uso:

    Coloquem o tabuleiro sobre uma superfície plana e as fichas com figuras dentro de uma sacola. Cada criança, na sua vez, retira uma das fichas da sacola e procura no tabuleiro todas as figuras iguais. Anota as sílabas que estão imediatamente abaixo das figuras e tenta formar uma palavra com elas. Se conseguir, fica com a carta. Se não conseguir, devolve a carta para a sacola. Ganha o jogo quem conquistar cinco cartas primeiro.
    Variação: Se vocês quiserem ampliar o desafio podem determinar um tempo para a criança localizar as figuras e formar a palavra.

    Bom, é isso! Ficamos na expectativa que este material seja muito útil para vocês.
    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:
    WEISS, Maria Lúcia L. Psicopedagogia clínica: uma visão diagnóstica dos problemas de aprendizagem escolar. 12. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007.

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    • 01 tabuleiro;
    • 16 fichas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Circule o nome da figura

    Circule o nome da figura

    Oie!!!
    Genteeee, este é o último post de 2019 aqui no site. No entanto, fiquem atentos as nossas publicações no Instagram, Facebook e WhatsApp porque o nosso trabalho continua e estamos pensando em fazer algumas promoções. Vamos manter vocês informados por lá, ok?! Ah, também avisaremos por e-mail (para quem se inscreveu, claro!) <3

    Agora vamos falar do material que trouxemos como sugestão hoje.

    Além de ser útil para a alfabetização é também uma maneira de estimular a atenção, percepção, memória visual. Apesar de não gostarmos de atividade repetitiva, sabemos que ela é importante para a aprendizagem. Então pensamos em uma maneira lúdica da criança acessar algumas palavras várias vezes, mas de uma maneira que não fosse enfadonha, entediante. A criança precisará selecionar palavras corretas (informação relevante) e descartar as incorretas (informação irrelevante).

    Shimamura (2000) apud Seabra et all (2009, p. 79) esclarece que:

    Para resgatar informações pré-estocadas e, para manter determinada informação ativa durante a realização de uma tarefa, são necessárias as habilidades de acessar informação previamente estocada e de manter informação ativa. […] Trata-se de um mecanismo de filtragem dinâmica de informações, que atenta às informações que são relevantes e ignora as irrelevantes.

    Sugestão de uso:

    Colocar as páginas em uma pasta catálogo (aquelas com plástico).

    A criança deve circular com canetinha (sobre o plástico) todas as palavras da página que correspondam ao nome da figura. Em seguida, você fecha a pasta e pede para ela escrever o nome da figura. Após, ela pode olhar a página para conferir os acertos.

    Observação: Para algumas crianças esta atividade será mais desafiadora se for determinado um tempo para ela executar a tarefa.

    Quando finalizar a atividade basta apagar as anotações com uma flanela.

    É isso! Espero ter contribuído!

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SEABRA, Alessandra Gotuzo; CAPOVILLA, Fernando César. Teoria e pesquisa em avaliação neuropsicológica. São Paulo: Memnon, 2009.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 16 páginas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.