Tag: matemática

  • Marque a Sequência

    Marque a Sequência

    O-lá!

    Você sabia que os materiais que estruturam o pensamento lógico são, basicamente, lúdicos? Sim, e esta informação precisa ficar clara para os profissionais da educação e também para os pais. Já vi alguns colegas constrangidos quando abordados por pais que questionavam sobre os conteúdos aprendidos no dia. A criança não brinca por brincar! As situações vividas por ela durante as brincadeiras irão ajudá-la a compreender aprendizagens futuras.

    Especialmente falando de pensamento lógico, são as experiências no concreto que farão a criança entender posteriormente processos abstratos e, inclusive, podem evitar situações negativas de aprendizagem. Se existe algo que prejudica qualquer aprendiz é esperar que ele dê conta de desafios que ainda não tem condições maturacionais para resolver. Sendo assim, o lúdico é essencial para a construção emocional e também intelectual de qualquer sujeito.

    “[…] Quantas inteligências se perdem porque se cria um vínculo negativo entre o sujeito e a situação de aprendizagem […].” (VISCA, p. 9, 2008).

     O jogo que eu trouxe hoje como sugestão está disponível em arquivo PDF grátis. Logo abaixo eu deixo a sugestão de uso, mas é interessante você assistir ao vídeo também porque ele traz formas lúdicas para a criança compreender no concreto a sequência numérica. É importante que você esteja ciente que será muito difícil a criança compreender números que representam quantidades maiores sem ter vivenciado situações no concreto com números menores. Ou seja, promova experiências lúdicas com quantidades menores antes de partir para só mostrar as fichas e esperar que a criança dê conta do desafio ;).

    Sugestão de Uso:

    A criança escolhe uma cartela, tenta descobrir qual o “segredo” da sequência e marca o número correspondente.

    Para descobrir ela pode utilizar palitos de picolé, tampinhas de garrafa PET, peças de Lego, etc.

    Por hoje é isso! 

    As informações que você viu aqui foram úteis? 

    Vou amar saber!

    Um forte abraço <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    VISCA, Jorge. O diagnóstico operatório da prática psicopedagógica. São José dos Campos: Pulso, 2008.

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    • Instruções de uso.

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  • Figura Repetida

    Figura Repetida

    O-lá!!!

    A motivação, assim como dormir bem e ter boa alimentação, é condição importante para o aprendizado. Sabemos que, com os diversos estímulos disponíveis no nosso meio, é um verdadeiro desafio conseguir a atenção dos nossos aprendentes. No entanto, temos a nosso favor o fato que as crianças gostam de brincar, jogar. Sendo assim, jogos lúdicos podem e devem estar presentes em ambientes que almejam ser mais motivadores para o aprendizado.

    […] crianças com um bom potencial cognitivo também podem ser reprovadas por uma série de motivos, entre eles a desmotivação.[…] (RIESGO, 2006, p. 276)

    O jogo mobiliza a criança de maneira integral. É preciso levar isso a sério! Se estudarmos a evolução humana veremos que o jogo sempre esteve presente. Porém, no meio educaciona,l isso nem sempre foi muito aproveitado. Parece que cópias ocuparam e ainda ocupam tempo demais. Vale uma reflexão!

    A sugestão de jogo que eu trouxe hoje é excelente para estimular a atenção, a percepção. Além disso, podemos trabalhar com ele o aprendizado das formas geométricas. Isso é maravilhoso, não é mesmo?

    Bom, vamos a explicação do jogo 😉

    Sugestões de Uso:

    Colocar as cartas em uma pilha com as imagens para baixo.

    Um dos jogadores vira uma carta da pilha e, todos ao mesmo tempo, devem procurar uma figura repetida. Quem encontrar bate com a palma da mão sobre a carta e, em seguida, mostra a figura. É importante o jogador verbalizar o nome da figura geométrica.

    Se acertou, fica com a carta.

    Se errou, devolve a carta para a pilha.

    Ganha o jogo quem conquistar mais cartas.

    Variação:

    Espalhar as cartas com as imagens voltadas para cima sobre uma mesa. Cada jogador, na sua vez, pega uma carta.

    Ele deve, dentro de um tempo determinado previamente, conseguir localizar outra carta igual. Ou seja, com as figuras geométricas nas mesmas posições.

    Se conseguir encontrar dentro do tempo estipulado ele faz ponto.

    Depois mistura novamente todas as cartas e será a vez de outro jogador fazer uma tentativa.

    Ganha o jogo quem fizer mais pontos.

    Por hoje é isso! Espero que você aproveite o material que estou compartilhando <3

    Um forte abraço e até o próximo post 😉

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia; RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2006.

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    • 9 cartas;
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  • Número Faltante

    Número Faltante

    O-lá!!!

    Vamos trabalhar a atenção, a percepção, a coordenação motora fina, a construção do número de maneira beeem divertida com as crianças?

    Sempre percebi que quando utilizamos recursos lúdicos conseguimos extrair com mais facilidade informações sobre as crianças: o que sabem, o que têm dificuldade, dentre outros aspectos importantes, mas também nos conectamos melhor com o mundo delas. E isso é fundamental para o processo de aprendizagem 😉

    Todo profissional que trabalha com crianças sente que é indispensável haver um espaço e tempo para a criança brincar e assim melhor se comunicar, se revelar […] (WEISS, 2007, p. 73)

    Sendo assim, vamos aproveitar estes momentos lúdicos para deixar registrado na memória das crianças que aprender pode ser muito divertido. Conseguindo isso será muito mais fácil acessar as dificuldades e intervir com assertividade.

    Espero que o jogo que estou compartilhando seja muito útil para isso.

    Sugestão de Uso:

    Coloque as cartas dentro de uma lata ou sacola.

    Entregue para cada jogador 9 peças de lego (pode ser tampas de garrafa PET, pedrinhas, escala de cuisenaire)

    Cada jogador deve pegar uma carta da lata e deixar com os números voltados para baixo. Ao seu sinal eles devem virar a carta, procurar o número de 0 a 9 que está faltando e representar a quantidade correspondente com as peças de lego.

    O primeiro que concluir bate uma palma e diz” : “Terminei!”. Se ele acertou , fica com a carta.

    Ganha o jogo quem conquistar mais cartas.

    Observação: Pode ser utilizado uma sineta para o jogador bater quando terminar.

    Fala sério, este jogo é maravilhoso ou não é?! Modesta parte …hehe

    Deixo um abraço e espero você por aqui no próximo post 😉

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    WEISS, Maria Lúcia L. Psicopedagogia clínica: uma visão diagnóstica dos problemas de aprendizagem escolar. 12. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007

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  • Some e Ganhe

    Some e Ganhe

    O-lá!

    Estimular funções cognitivas é sempre importante quando queremos ampliar a capacidade de aprendizagem de nossos aprendentes. Mesmo sabendo que o nível que cada um chegará é muito subjetivo – individual e não temos como quantificar -, sempre é possível melhorar e, quanto antes iniciarmos, obviamente teremos resultados mais satisfatórios. Mas o que quer dizer o termo “função cognitiva”? Abaixo segue explicação.

    Função cognitiva pode ser entendida como fase do processamento de informação, como percepção, aprendizagem, memória, atenção, raciocínio e solução de problemas. (IZQUIERDO, 2005 apud AMARAL e NASCIMENTO, 2020, p. 19):

    Sendo assim, há muitas maneiras para fomentar o desenvolvimento das funções cognitivas e elas interagem entre si, mas sempre que oferecermos recursos que estimulem a atenção, a percepção, o pensamento lógico, a leitura, a escrita, novos conhecimentos… estaremos colocando “óleo” (vamos assim dizer) nas funções cognitivas dos aprendentes…hehe

    O jogo que trouxemos como sugestão hoje é formidável para aprendentes que estejam na fase de construção do número. Será ainda mais valioso se vocês utilizarem material concreto que possa auxiliar na compreensão 😉

    Sugestão de uso:

    Colocar as fichas dentro de uma sacola ou caixa.

    Cada jogador pega uma ficha da caixa e soma a pontuação que fez observando quanto vale cada figura (azul=1, verde=2, vermelha=3)

    Quem tiver feito a pontuação maior fica com as fichas de todos os jogadores.

    Se obtiverem a mesma pontuação, cada um fica com a sua ficha.

    Ganha o jogo quem conquistar mais fichas.

    Dica: Se você tiver disponível tampas de garrafa PET nas cores das figuras é interessante utilizar para que a criança compreenda no concreto 😉

    Querem um jogo diferente com estas mesmas fichas para estimular a atenção e a percepção? Então veja a seguir!

    Espalhe 20 fichas sobre uma mesa.

    Combine de cronometrar o tempo que cada jogador agrupa corretamente as fichas iguais.

    Ganha quem conseguir em menor tempo.

    Encerramos este texto deixando o nosso abraço e votos de que as informações aqui compartilhadas tenham sido úteis.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    AMARAL, Anderson; NASCIMENTO, Adriana Limeira do. Jogos de estimulação cognitiva e motora. Rio de Janeiro: Wak, 2020.

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  • Risque o Número Correspondente

    Risque o Número Correspondente

    Oie!

    Queremos começar este texto expressando nossa opinião de que os jogos lúdicos devem estar mais presentes no dia a dia escolar. Às vezes ouvimos relatos que eles são utilizados após as crianças completarem suas atividades como um complemento do que foi aprendido. Precisamos mudar isso!

    Talvez uma maneira para promover mudanças é deixando claro aos profissionais da educação e pais (aqueles que gostam de cadernos cheios no final do dia…rs) que estimulação cognitiva envolve mais atos mentais do que é necessário para fazer cópias 😉

    Também sabemos, por experiência própria, que os jogos geram um certo alvoroço em sala de aula. Porém, isso tem intensidade maior quando as crianças ainda não estão acostumadas a jogar. Ou seja, não estão familiarizadas com as regras do jogo. Quando já compreendem é frequente vermos saudáveis discussões por pontos de vista diferentes.

    […] Quando as crianças discutem quais respostas estão certas, elas se tornam fontes da verdade, e as crianças desenvolvem confiança em suas próprias habilidades para descobrir as coisas. […] ( KAMII e DECLARK, 1997, p. 172)

    Isso é diferente de receber os exercícios já corrigidos pela professora. Entendem?

    Agora que já expressamos nossa opinião vamos à explicação do jogo que estamos compartilhando com vocês hoje. O objetivo é estimular a construção do número, o pensamento lógico, a correspondência entre número x quantidade, dentre outras habilidades.

    Sugestão de Uso:

    Distribuir para cada jogador um tabuleiro e canetinhas.

    Colocar as fichas dentro de uma sacola ou caixa.

    Cada jogador, na sua vez, pega uma ficha da caixa. Procura e risca no seu tabuleiro um número que seja correspondente à quantidade de dedos levantados que tem na ficha que ele pegou. Depois devolve a ficha para a caixa.

    Se o jogador pegar uma ficha que ele não tem mais disponível para riscar em seu tabuleiro passa a vez para outro jogador.

    Ganha o jogo quem riscar primeiro todos os números do tabuleiro.

    Encerramos este post deixando um forte abraço!

    Boa diversão!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

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  • Absurdo?

    Absurdo?

    O-lá

    Você já parou para pensar como identificamos quando algo não faz sentido? Muitas vezes, essa habilidade parece automática, mas, na verdade, envolve uma série de processos cognitivos: atenção, interpretação, conhecimento de mundo e pensamento lógico. Desde cedo, as crianças podem começar a perceber incongruências no que ouvem e leem, especialmente quando essa habilidade é estimulada. Esse processo é fundamental para o desenvolvimento da linguagem, da compreensão leitora e até mesmo do pensamento crítico.

    O jogo que apresentamos hoje estimula exatamente isso: a capacidade de analisar uma frase e identificar se ela faz sentido ou se contém um absurdo lógico. Parece simples, mas essa atividade envolve atenção aos detalhes, inferência e uma análise rápida da coerência da informação. Ao brincar, a criança exercita sua percepção, melhora sua compreensão textual e fortalece sua autonomia na leitura.

    Por que isso é importante?

    Para compreender um texto, a criança precisa relacionar as informações com seu conhecimento de mundo, identificar relações de causa e efeito, notar contradições e inconsistências. O jogo “Absurdo?” é uma forma divertida de desenvolver essas habilidades, ajudando a criança a:

    Aprimorar o pensamento lógico, ao perceber quando uma informação está errada ou ilógica.
    Ampliar a atenção e a interpretação, já que ela precisa analisar a frase com cuidado.
    Fortalecer a compreensão leitora, pois para identificar o erro, ela precisa entender o significado completo do que foi dito.
    Estimular a criatividade, já que pode ser desafiada a corrigir ou criar novas frases a partir das situações apresentadas.

    E tem mais! O ganho que atividades como esta promovem vai muito além do desenvolvimento cognitivo. O prazer de resolver um problema, de desvendar um mistério ou de encontrar o erro escondido em uma frase é algo que grava na memória e fortalece a criança para enfrentar desafios futuros. Ou seja, impacta diretamente a autoestima e a confiança da criança, ajudando-a a perceber que, com esforço e persistência, ela é capaz de superar obstáculos. Afinal, como traduzir em palavras aquela satisfação intensa de quem consegue resolver um desafio? 

    Comprovar que somos capazes de resolver um enigma, de achar uma armadilha escondida em uma adivinhação, […] produz um prazer saudável, desconhecido por aqueles que nunca decidem colocar em andamento seu intelecto, algo que um indivíduo merece experimentar desde os primeiros anos de vida. (BATLLORI, 2009, p. 9)

    Mas vamos saber como utilizar o jogo!…Rsrs!

    Sugestão de Uso:
    1. Deixe a criança escolher uma carta e ler a frase.
    2. Peça que ela analise se o que está sendo dito faz sentido ou há algo estranho?
    3. Após usar um marcador para indicar se a frase é absurda ou correta.
    4. Para deixar a atividade ainda mais interessante, peça para a criança explicar seu raciocínio.

    📌 Dica extra!
    Além de identificar os absurdos, a criança pode tentar reescrever a frase para que ela faça sentido. Isso estimula a criatividade, a construção textual e a autonomia na escrita!

    Brincadeiras assim são poderosas porque ensinam sem a criança perceber. Com desafios instigantes, reforçamos a importância de ler com atenção, pensar antes de aceitar uma informação como verdadeira e, acima de tudo, nos divertimos no processo.

    Esperamos que esse jogo traga boas reflexões e momentos de aprendizado! Um forte abraço e até a próxima. 😊

    Referência Bibliográfica

    BATLLORI, Jorge. Jogos para treinar o cérebro. 11. ed. São Paulo: Madras, 2009.

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    Para você imprimir, montar e jogar 🙂

  • Maior ou Menor

    Maior ou Menor

    Oie!!!

    Hoje trouxemos para vocês um jogo maravilhoso para estimular o conhecimento lógico-matemático. Portanto, preparem-se porque vamos sugerir várias ideias para deixar o caminho da construção do número muito divertida para as crianças.

    “[…] Como as crianças se tornam capazes de ´conservar´ número? As crianças adquirem esta capacidade quando elas já construíram, até certo ponto, a estrutura lógico-matemática do número. [..] (KAMII e DECLARK, 1997, p. 37, grifo do autor)

    A construção do número não é algo que se adquire rapidamente. É preciso que a criança vivencie várias experiências no concreto para que ela vá pouco a pouco fazendo relações, comparações e, por fim, compreenda. Sendo assim, podemos estimular, mas é necessário que estejamos cientes que é um processo muito mais complexo do que simplesmente ensinar a recitar os números.

    As brincadeiras espontâneas e os jogos lúdicos podem contribuir muito para isso. Sendo assim, vamos às sugestões que pensamos para o jogo que estamos compartilhando com vocês hoje. Ah, ele está disponível gratuitamente em arquivo PDF. <3

    Sugestão de Uso:

    Coloquem as cartas dentro de uma caixa ou sacola.

    Cada jogador, na sua vez, pega uma carta da caixa. Aquele que pegar a carta com número maior fica com as duas cartas.

    Se tiver peças de Lego para que os jogadores possam comparar no concreto qual número representa a quantidade maior será excelente (!), mas também pode ser palitos de picolé. 

    Ganha o jogo quem conquistar mais cartas.

    Outras possibilidades de uso:

    1) Um jogador pega uma carta da caixa. Os demais jogadores devem tentar adivinhar o número que ele pegou. Para isto o jogador que está com a carta pode ir dando pistas. Exemplo: “é um número maior” ou “é um número menor”. Ganha quem acertar mais vezes.

    2) Os jogadores pegam duas cartas da caixa e devem fazer a soma ou subtração dos dois números.

    3) Colocar uma carta na mesa e pedir para as crianças procurarem as cartas com os números que vêm antes e que vêm depois.

    4) Pedir para os jogadores organizarem as cartas em ordem crescente ou decrescente.

    Ufa!…rsrs Queridos, esperamos que vocês possam aproveitar muuuito! Contem pra gente nos comentários se pensaram em outras possibilidades de uso para este jogo. Vamos amar saber! 

    Um forte abraço, fiquem bem!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
    KAMII, Constance.  A criança e o número: implicações da teoria de Piaget para atuação junto a escolares de 4 a 6 anos. Campinas, São Paulo : Papirus,  1990.

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    • Instruções de uso.
  • Risque Cor, Forma ou Tamanho

    Risque Cor, Forma ou Tamanho


    Oie!!!

    Através de mensagens recebemos desabafos de alguns profissionais dizendo que, muitas vezes, é difícil manter o lúdico em sala de aula/espaço psicopedagógico porque eles sofrem com a pressão das famílias. Geralmente, os pais querem que os filhos cheguem em casa com os cadernos cheios.

    Entendemos que esse fato é muito sério, pois pode desqualificar o trabalho que está sendo desenvolvido e a criança sente isso. Sendo assim, é necessário que os profissionais chamem as famílias para orientá-las e, definitivamente, tomem o leme das suas salas de aula, de seus consultórios. Afinal, não se vai ao médico dizendo qual o melhor tratamento.

    Nesta conversa é preciso esclarecer às famílias que os prejuízos podem ser bem significativos se for aplicado conteúdo teórico para crianças que não têm maturidade neurológica adequada para compreender, ou seja, ainda necessitam que os conhecimentos sejam integrados no concreto. O lúdico é fundamental para isso.

    O brincar traz com ele muitos elementos essenciais para aprendizagens futuras.

    Na verdade, ela não está brincando por brincar, ela está fazendo uma importante construção, que vai embasar toda a aprendizagem futura. (SIMONS, 2003, p. 16).

    Portanto, deixem claro às famílias que não temos como abrir mão de ferramentas lúdicas no nosso trabalho, ok?

    Sendo assim, vamos ao jogo! Uhuuu!!! \o/

    Este recurso que trouxemos como sugestão hoje tem como objetivo estimular o processo de construção lógica. Exemplificando melhor, se nós mostrarmos duas caixas com cores diferentes à uma criança, ao notar esta diferença (de cores) ela estará demonstrando um exemplo de conhecimento lógico-matemático. Esta diferença é uma relação criada mentalmente e só pode ser feita por cada indivíduo, ok?! 😉

    Sugestão de uso:

    Os jogadores precisam receber 1 tabuleiro e 1 canetinha (individualmente).

    Cada jogador, na sua vez, joga o dado.

    Se for sorteado “Cor”, o jogador precisa riscar em qualquer lugar do seu tabuleiro duas figuras que tenham cores iguais. Exemplos: duas vermelhas, duas amarelas ou duas azuis (não importa a forma ou o tamanho).

    Se for sorteado “Forma”, o jogador precisa riscar em qualquer lugar do seu tabuleiro duas figuras que tenham a mesma forma. Exemplos: dois círculos, dois quadrados, dois retângulos ou dois triângulos (não importa a cor ou o tamanho).

    Se for sorteado “Tamanho”, o jogador precisa riscar em qualquer lugar do seu tabuleiro duas figuras que tenham o mesmo tamanho. Exemplos: duas pequenas ou duas grandes (não importa a forma ou a cor).

    O jogo segue até que uma das crianças risque todas as figuras de uma linha ou uma coluna. Este será o ganhador.

    Complemento: se vocês tiverem uma caixa com blocos lógicos podem pedir para os jogadores, após riscarem as figuras no tabuleiro, procurarem duas peças iguais. Vai ser show!

    Por hoje é isso! Esperamos que vocês gostem do jogo que desenvolvemos e estamos compartilhando com muito carinho em arquivo PDF GRÁTIS! 💝

    Um forte abraço e até o próximo post <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SIMONS, Ursula Marianne. Blocos lógicos: 150 exercícios. Curitiba: Hubertus, 2003.

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  • Conte a história e calcule

    Conte a história e calcule

    Oie!!!
    Outro dia, no post Estrutura e Lógica, falávamos que nem todo mundo tem a mesma capacidade lógica, mas que sempre podemos melhorar. Hoje queremos complementar dizendo que quando começamos a exercitar nosso cérebro, podemos nos surpreender ao atingir níveis que não imaginávamos serem possíveis

    […] não devemos ser medrosos: nossa capacidade de raciocínio é, de forma geral, maior do que suspeitamos […] (BATTLORI, 2009, p. 10.)

    Quando estamos querendo estimular o desenvolvimento cognitivo das crianças devemos ficar atentos na escolha de recursos adequados para as condições de entendimento delas. Geralmente, esta capacidade está atrelada ao que elas já têm de conhecimento prévio. Ou seja, se vocês estão com dúvidas de por onde começar, comecem tentando identificar o que as crianças já sabem 😉

    O recurso que sugerimos hoje tem o objetivo de contribuir na construção do número, no pensamento lógico. Façam as adaptações necessárias, ok?!

    Sugestão de Uso:

    A criança escolhe uma cartela, observa as imagens e conta oralmente ou por escrito uma história matemática. Após, faz o cálculo.
    Exemplo: Ao observar a cartela com bichos de pelúcia a criança pode dizer: “Sofia está fazendo uma coleção de bichos de pelúcia. Ela já tem 5 ursos e 2 dinossauros. Quantos bichos de pelúcia Sofia já tem?”

    Finalizamos deixando um forte abraço. Fiquem bem e até o próximo post <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    BATLLORI, Jorge. Jogos para treinar o cérebro. 11. ed. São Paulo: Madras, 2009.

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  • 10 da Mesma

    10 da Mesma

    Oie!!!

    Queridos, vamos começar contando uma notícia boa: o jogo que sugerimos hoje está disponível em arquivo PDF GRÁTIS na nossa loja! Uhuuu!!!

    Depois desta informação maravilhosa queremos citar algumas palavras de Constance Kamii para um reflexão.

    “[…] o meio ambiente pode agilizar ou retardar o desenvolvimento lógico-matemático.” (KAMII, 1990, p. 38):

    Certamente, somos do grupo de profissionais que quer proporcionar um ambiente facilitador do desenvolvimento lógico-matemático, não é mesmo?! … rsrs Sendo assim, é importantíssimo estarmos cientes que, antes de mais nada, este conhecimento é construído pela própria criança e o nosso trabalho vai muito além de ensinar números!!! É preciso proporcionar meios para que as crianças façam a construção da estrutura mental do número. E, inclusive, podemos aproveitar diversas situações do dia a dia em uma sala de aula para isso. Por exemplo, dizer para a criança: “Entregue um lápis para cada colega da sala”, pode fazer ela pensar e contar quantos colegas têm para depois pegar a quantidade de lápis necessário. Isso é diferente de simplesmente entregar a quantidade exata e pedir para ela distribuir.
    Jogos lúdicos também são excelentes para isso porque fazem as crianças resolverem desafios, conflitos, pontos de vista diferentes, paciência, persistência. Sendo assim, esperamos que possam aproveitar muuuito o recurso que estamos compartilhando com vocês hoje. <3

    Sugestão de Uso:

    Dois jogadores devem sentar de frente um para o outro e colocar o tabuleiro no meio deles em uma superfície plana (mesa ou chão). Cada jogador, na sua vez, joga o dado e marca em seu lado do tabuleiro a figura que for sorteada. O jogo segue assim até que um dos jogadores complete 10 figuras da mesma. Este será o ganhador.

    Obs.: Perceberam que os personagens do jogo estão usando máscara? Pensamos que esta é também uma maneira de contribuirmos na conscientização da importância do uso da máscara neste momento de pandemia que estamos vivendo 😉

    Esperamos que contribua. Um forte abraço e até o próximo post!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
    KAMII, Constance.  A criança e o número: implicações da teoria de Piaget para atuação junto a escolares de 4 a 6 anos. Campinas, São Paulo : Papirus,  1990.

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