Autor: Solange Moll

  • Risque o Número Correspondente

    Risque o Número Correspondente

    Oie!

    Queremos começar este texto expressando nossa opinião de que os jogos lúdicos devem estar mais presentes no dia a dia escolar. Às vezes ouvimos relatos que eles são utilizados após as crianças completarem suas atividades como um complemento do que foi aprendido. Precisamos mudar isso!

    Talvez uma maneira para promover mudanças é deixando claro aos profissionais da educação e pais (aqueles que gostam de cadernos cheios no final do dia…rs) que estimulação cognitiva envolve mais atos mentais do que é necessário para fazer cópias 😉

    Também sabemos, por experiência própria, que os jogos geram um certo alvoroço em sala de aula. Porém, isso tem intensidade maior quando as crianças ainda não estão acostumadas a jogar. Ou seja, não estão familiarizadas com as regras do jogo. Quando já compreendem é frequente vermos saudáveis discussões por pontos de vista diferentes.

    […] Quando as crianças discutem quais respostas estão certas, elas se tornam fontes da verdade, e as crianças desenvolvem confiança em suas próprias habilidades para descobrir as coisas. […] ( KAMII e DECLARK, 1997, p. 172)

    Isso é diferente de receber os exercícios já corrigidos pela professora. Entendem?

    Agora que já expressamos nossa opinião vamos à explicação do jogo que estamos compartilhando com vocês hoje. O objetivo é estimular a construção do número, o pensamento lógico, a correspondência entre número x quantidade, dentre outras habilidades.

    Sugestão de Uso:

    Distribuir para cada jogador um tabuleiro e canetinhas.

    Colocar as fichas dentro de uma sacola ou caixa.

    Cada jogador, na sua vez, pega uma ficha da caixa. Procura e risca no seu tabuleiro um número que seja correspondente à quantidade de dedos levantados que tem na ficha que ele pegou. Depois devolve a ficha para a caixa.

    Se o jogador pegar uma ficha que ele não tem mais disponível para riscar em seu tabuleiro passa a vez para outro jogador.

    Ganha o jogo quem riscar primeiro todos os números do tabuleiro.

    Encerramos este post deixando um forte abraço!

    Boa diversão!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

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  • Revele a palavra (som inicial)

    Revele a palavra (som inicial)

    Oie!!!

    Quem acompanha o nosso trabalho há bastante tempo já sabe que estamos sempre batendo na mesma tecla:  a consciência fonológica é uma das habilidades que precisamos estimular nas crianças para facilitar o processo de alfabetização. Há diversos estudos que demonstram isso. Ou seja, é evidência científica! Sendo assim, jogos lúdicos com o objetivo de promover essa habilidade devem estar presentes em ambientes que pretendem estimular a construção da escrita.

    […] procedimentos para desenvolver consciência fonológica que incluam tanto a segmentação quanto a combinação de fonemas podem promover ganhos significativos, facilitando a aquisição da leitura e da escrita alfabética. […] (SHARE, 1995 apud CAPOVILLA e CAPOVILLA, 2007, p. 34-35).

    O jogo que trouxemos hoje como sugestão é excelente para que a criança seja estimulada a prestar atenção aos sons iniciais das palavras e, também, chegar à conclusão que há palavras diferentes que têm estes mesmos sons. Ou seja, excelente para o desenvolvimento da consciência fonológica.

    A seguir deixamos a forma que pensamos para a sua utilização, porém, façam as adaptações necessárias para atender da melhor forma possível os aprendentes que irão utilizá-lo, ok? Contamos com vocês para isso 😉

    Sugestão de Uso:

    Colocar o tabuleiro sobre uma superfície plana e as fichas em uma sacola ou caixa. Verificar se os jogadores sabem os nomes de todas as figuras.

    Cada jogador, na sua vez, retira uma ficha da caixa. Localiza as figuras no tabuleiro que correspondem aos números que estão na ficha. Fala em voz alta os nomes delas e presta atenção aos sons das sílabas inicias. O jogador precisa descobrir qual palavra é possível formar com esses sons.

    Exemplo: 9 + 3 correspondem a MOto + LAta = MOLA

    O jogador fica com a ficha se conseguir revelar a palavra. Se não conseguir, devolve a ficha para a caixa.

    Ganha o jogo quem conseguir mais fichas,

    Para aumentar o desafio vocês podem determinar um tempo para os jogadores revelarem a palavra.

    Atenção! Este é um jogo de consciência fonológica. Portanto, a correspondência é fonológica e não necessariamente gráfica. Sendo assim, desconsiderem, por exemplo, acentuação.

    Variação: Os jogadores podem também ser desafiados a resolver os cálculos das fichas.

    Finalizamos este post com o desejo de termos contribuído.

    Um forte abraço e até o próximo post. <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    CAPOVILLA, Alessandra Gotuzo Seabra; CAPOVILLA, Fernando César. Problemas de leitura e escrita: como identificar, prevenir e remediar numa abordagem fônica. 5. ed. São Paulo: Memnon, 2007

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  • Risque, Leia, construa frases e histórias

    Risque, Leia, construa frases e histórias

    Oie!!!

    O jogo que trouxemos como sugestão hoje tem por objetivo estimular leitura, escrita, criatividade, coordenação motora fina, oralidade, tolerância à frustração. Porém, queremos ir além destas e outras habilidades cognitivas que o jogo possa desenvolver. Desejamos que ele promova sorrisos, laços afetivos entre crianças e entre adultos e crianças.

    Sim, laços afetivos! Sabemos que estamos vivendo um momento de pandemia. Porém, além de olharmos para o futuro, refletimos sobre o que podemos hoje, na medida do possível, fazer! Se você que está lendo este texto for um profissional que está trabalhando somente on-line pode, por exemplo, sugerir este jogo para as famílias. Ele é gratuito! A família pode junto com a criança acessar nosso site, baixar o jogo, imprimir e utilizar. É uma alternativa maravilhosa para tirar as crianças da tela do computador, celular. E, conforme falamos no início do texto, tem diversos objetivos de estímulos cognitivos. Agora, os laços afetivos, estes são essenciais para o desenvolvimento de qualquer ser humano. Nenhuma máquina é capaz de sentir e transmitir afeto. Precisamos de um Outro humano para nos conectarmos. Um humano presente! Ou seja, não podemos deixar nossas crianças a mercê de máquinas.

    […] Há casos em que as crianças estão referidas a esses aparelhos, em que esse é o Outro da criança, e isso não é sem consequências para a constituição psíquica. (JERUSALINSKY, 2017, p. 44)

    Sendo assim, deixamos nossa contribuição e esperamos poder contar com vocês para espalhar nossas sementes de afeto para o planeta. Bora?!

    Agora vamos à explicação do jogo.

    Sugestões de Uso:

    Distribuir tabuleiros e canetinhas para os jogadores (individual).

    Sugestão 1:

    Cada jogador, na sua vez, lança o dado. Procura no seu tabuleiro um quadro com a cor sorteada, lê e risca as palavras.

    Ganha o jogo quem completar primeiro uma linha inteira.

    Obs.: Se for sorteada uma cor que não tenha mais disponível no tabuleiro, passa a vez para outro jogador.

    Sugestão 2:

    Cada jogador, na sua vez, lança o dado. Procura no seu tabuleiro um quadro com a cor sorteada, lê as palavras, forma uma frase oralmente com elas e risca.

    Ganha o jogo quem completar primeiro uma linha inteira.

    Obs.: Se for possível, grave as frases que os jogadores forem falando. Após o jogo, cada jogador, poderá escolher e escrever a sua frase que mais gostou.

    Sugestão 3:

    Cada jogador, na sua vez, lança o dado. Procura no seu tabuleiro um quadro com a cor sorteada, lê e constrói oralmente ou por escrito uma história com as palavras. Risca o quadro.

    Os jogadores guardam o tabuleiro riscado para continuar o jogo outro dia/aula/sessão.

    Um outro dia repetem o jogo. Ou seja, cada um constrói uma nova história com outras palavras sorteadas. Assim sucessivamente até um dos jogadores riscar primeiro uma linha inteira de palavras. Este será o ganhador.

    Perceberam que nossas sugestões irão incentivar bastante a oralidade? Isso também é importante para a criança conseguir produzir um texto com começo, meio e fim. Algumas vezes as crianças e até mesmo adolescentes apresentam dificuldade em escrever porque ainda não construíram na oralidade este processo.

    Encerramos deixando o nosso abraço cheio de afeto.

    Até o próximo post! <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    JERUSALINSKY, Julieta. et all. Intoxicações eletrônicas: o sujeito na era das relações virtuais. Salvador: Ágalma, 2017.

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  • Absurdo?

    Absurdo?

    O-lá

    Você já parou para pensar como identificamos quando algo não faz sentido? Muitas vezes, essa habilidade parece automática, mas, na verdade, envolve uma série de processos cognitivos: atenção, interpretação, conhecimento de mundo e pensamento lógico. Desde cedo, as crianças podem começar a perceber incongruências no que ouvem e leem, especialmente quando essa habilidade é estimulada. Esse processo é fundamental para o desenvolvimento da linguagem, da compreensão leitora e até mesmo do pensamento crítico.

    O jogo que apresentamos hoje estimula exatamente isso: a capacidade de analisar uma frase e identificar se ela faz sentido ou se contém um absurdo lógico. Parece simples, mas essa atividade envolve atenção aos detalhes, inferência e uma análise rápida da coerência da informação. Ao brincar, a criança exercita sua percepção, melhora sua compreensão textual e fortalece sua autonomia na leitura.

    Por que isso é importante?

    Para compreender um texto, a criança precisa relacionar as informações com seu conhecimento de mundo, identificar relações de causa e efeito, notar contradições e inconsistências. O jogo “Absurdo?” é uma forma divertida de desenvolver essas habilidades, ajudando a criança a:

    Aprimorar o pensamento lógico, ao perceber quando uma informação está errada ou ilógica.
    Ampliar a atenção e a interpretação, já que ela precisa analisar a frase com cuidado.
    Fortalecer a compreensão leitora, pois para identificar o erro, ela precisa entender o significado completo do que foi dito.
    Estimular a criatividade, já que pode ser desafiada a corrigir ou criar novas frases a partir das situações apresentadas.

    E tem mais! O ganho que atividades como esta promovem vai muito além do desenvolvimento cognitivo. O prazer de resolver um problema, de desvendar um mistério ou de encontrar o erro escondido em uma frase é algo que grava na memória e fortalece a criança para enfrentar desafios futuros. Ou seja, impacta diretamente a autoestima e a confiança da criança, ajudando-a a perceber que, com esforço e persistência, ela é capaz de superar obstáculos. Afinal, como traduzir em palavras aquela satisfação intensa de quem consegue resolver um desafio? 

    Comprovar que somos capazes de resolver um enigma, de achar uma armadilha escondida em uma adivinhação, […] produz um prazer saudável, desconhecido por aqueles que nunca decidem colocar em andamento seu intelecto, algo que um indivíduo merece experimentar desde os primeiros anos de vida. (BATLLORI, 2009, p. 9)

    Mas vamos saber como utilizar o jogo!…Rsrs!

    Sugestão de Uso:
    1. Deixe a criança escolher uma carta e ler a frase.
    2. Peça que ela analise se o que está sendo dito faz sentido ou há algo estranho?
    3. Após usar um marcador para indicar se a frase é absurda ou correta.
    4. Para deixar a atividade ainda mais interessante, peça para a criança explicar seu raciocínio.

    📌 Dica extra!
    Além de identificar os absurdos, a criança pode tentar reescrever a frase para que ela faça sentido. Isso estimula a criatividade, a construção textual e a autonomia na escrita!

    Brincadeiras assim são poderosas porque ensinam sem a criança perceber. Com desafios instigantes, reforçamos a importância de ler com atenção, pensar antes de aceitar uma informação como verdadeira e, acima de tudo, nos divertimos no processo.

    Esperamos que esse jogo traga boas reflexões e momentos de aprendizado! Um forte abraço e até a próxima. 😊

    Referência Bibliográfica

    BATLLORI, Jorge. Jogos para treinar o cérebro. 11. ed. São Paulo: Madras, 2009.

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    Para você imprimir, montar e jogar 🙂

  • Risque e Forme uma Palavra

    Risque e Forme uma Palavra

    Oie!!!

    Lembram do jogo Risca Sílabas que compartilhamos com vocês? O recurso que trouxemos hoje é parecido, porém, traz algumas diferenças. O “Risca Sílabas” tem uma variedade de sílabas maior. No entanto, o “Risque e Forme uma Palavra” traz possibilidade de construção de várias palavras. Cada quadro é possível formar no mínimo duas palavras. Maravilha isso, não é mesmo?

    Bom, a semelhança que há entre o Risca Sílabas e o jogo de hoje é que os dois têm sílabas, pretendem estimular o processo de construção da escrita e também podem servir para uma avaliação. Muitas vezes buscamos uma ferramenta que nos ajude a verificar o nível de conhecimento da criança quando ela já está ali na nossa frente. Sim, um jogo pode ser muito útil para conseguirmos identificar aspectos cognitivos da criança, o que ela já sabe, o que precisa aprender e , especialmente, o seu modelo de aprendizagem.

    Por ser o jogo inerente ao homem, e por revelar sua personalidade integral de forma espontânea, é que se pode obter dados específicos e diferenciados em relação ao Modelo de Aprendizagem do paciente. […] (WEISS, 2007, p. 79)

    Sendo assim, vocês podem utilizar este jogo como uma forma lúdica de estimular a alfabetização, maaaas também é possível aproveitá-lo para observar as escolhas que a criança faz, a maneira que lida com a frustração, se faz tentativas, a coordenação motora fina no lançar do dado e segurar o lápis, o olhar, a posição do corpo, se permanece concentrada durante o jogo, além de identificar algumas sílabas que ela já conhece. Enfim, aproveitem o momento do jogo para conhecer mais sobre a criança. Certamente, isso irá contribuir muito na escolha da mediação e recursos mais assertivos. OK? #partiujogar

    Sugestão de Uso:

    Distribuir um tabuleiro para cada jogador e canetinhas ou lápis.
    Cada jogador, na sua vez, joga o dado, procura em seu tabuleiro um quadro que tenha a mesma cor que foi sorteada. Forma uma palavra com as sílabas disponíveis no quadro. Pode ser objeto, animal ou fruta. Em seguida, risca o quadro.
    Ganha o jogo quem riscar primeiro uma linha inteira.

    Encerramos com o desejo que este jogo contribua muuuuito. Amamos receber feedback de vocês.

    Um forte abraço, fiquem bem!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    WEISS, Maria Lúcia L. Psicopedagogia clínica: uma visão diagnóstica dos problemas de aprendizagem escolar. 12. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007.

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    • 01 tabuleiro;
    • 01 dado;
    • Instruções de uso.
  • Encaixe

    Encaixe

    Oie!

    O processo de construção da escrita é único para cada criança, ou seja, tem um ritmo e tempo individual. Obviamente, que isto não significa que elas aprendem sozinhas. Além da socialização com outras crianças para promover discussões, descobertas e, assim, agilizar esse processo, os mediadores precisam estar atentos para intervir porque, se existe algo que precisa de ensino para que ocorra a aprendizagem, certamente, é a leitura e a escrita.

    […] autores afirmam de forma categórica que a criança não aprende a ler naturalmente, e concluem, fundamentando-se em dados de pesquisas sobre as dificuldades enfrentadas por alfabetizados, que ‘as crianças quase nunca aprendem a ler sem instrução […]´. (GOUGH e HILLINGER , 1980, apud SOARES, 2016, p. 46, grifo do autor).

    Sendo assim, o nosso olhar e escuta precisam estar apurados para identificar a intervenção mais adequada para cada fase que a criança esteja passando. O jogo que compartilhamos hoje é indicado para que a criança volte a atenção aos sons iniciais das palavras e identifique a sílaba correspondente.

    Sugestão de Uso:

    Entregue para a criança uma página com sílabas e as fichas com imagens.

    Ela deverá colocar as fichas sobre as três sílabas que correspondem ao início dos nomes das três figuras.

    Variação: Entregar as fichas com imagens recortadas individualmente para que a criança cole sobre as sílabas que correspondem ao início dos nomes das figuras.

    Encerramos este texto com o desejo que as informações disponibilizadas tenham contribuindo.

    Um forte abraço e até o próximo post. <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

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    • 24 fichas (alimentos, animais, objetos);
    • 03 páginas com sílabas;
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  • Risque o Quadro de Cores

    Risque o Quadro de Cores

    Oie!!!

    A atenção e a percepção são essenciais para o aprendizado e isso já sabemos, não é mesmo? Também é do nosso conhecimento que uma boa noite de sono, alimentação saudável, prática de exercícios físicos irão influenciar fortemente no nosso desempenho. E o que podemos dizer do interesse? Ah, sim, o interesse em uma determinada atividade nos faz prestar mais atenção.

    Interesse é o que atrai a atenção logo de início. Raramente algo que não desperta interesse nem emoção consegue prender a atenção. (ALIADOS, p. 44, 2006)

    Sendo assim, é sempre importante estarmos alertas aos interesses das nossas crianças e elaborar jogos, brincadeiras que vão ao encontro do apetite delas.

    O jogo que trouxemos como sugestão hoje tem o intuito de estimular a atenção, a percepção. E, ainda, atua na coordenação motora fina, tolerância à frustração, dentre outras habilidades.

    Sugestão de Uso:

    Distribuir um tabuleiro para cada jogador.

    Para dar início à partida um dos jogadores lança o dado, procura e risca em qualquer lugar do seu tabuleiro um quadro igual ao que foi sorteado. É importante ele observar que as cores são as mesmas em todos os quadros, porém, estão em posições diferentes. A seta que há no dado indica margem inferior e direção.  

    Depois é a vez de outro jogador.

    Ganha o jogo quem completar uma linha inteira primeiro.

    É isso! Esperamos que vocês aproveitem muito o jogo!!!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ATENÇÃO. In101 maneiras de melhorar sua memória. Rio de Janeiro: Reader’s Digest, 2006.

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    • 01 tabuleiro;
    • 01 dado;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Destrave

    Destrave

    Oie!

    Temos em nosso site várias sugestões para estimular o desenvolvimento da consciência fonológica. Dentre elas: rima, aliteração, sílaba inicial, medial, final. Todos estes jogos são ferramentas essenciais em um ambiente alfabetizador. O jogo que estamos compartilhando hoje também tem como objetivo instigar que as crianças prestem a atenção aos sons da nossa língua. A novidade é que neste recurso elas irão verificar que algumas palavras podem começar com o mesmo som que termina outra 😉

    Ops! Na verdade, há algum tempo eu compartilhei este jogo Destrave com vocês, mas ele não estava em formato de jogo com cartas. Eu usava apenas uma lousa e giz.

    Também achamos pertinente ressaltar que sons de sílabas é, geralmente, mais fácil de perceber do que fonemas isolados. A explicação está na citação a seguir.

    […] os sons de fonemas não são fisicamente separáveis da cadeia da fala, estão inteiramente fundidos uns com os outros no interior da sílaba. Portanto, seja para transformar a fala em escrita ou traduzir a escrita em fala, é com a sílaba que se deve começar. […] (ADAMS, 1990, p. 302 apud SOARES, 2016, p. 193-194)

    Sendo assim, é necessário que este conhecimento chegue a todo aquele que pretende ser um profissional que trabalhe com alfabetização.

    Sugestão se uso:

    Distribuir igualmente as cartas entre dois jogadores.
    Quem tiver a carta com a imagem de uma /LUVA/ começa o jogo.
    O próximo jogador deverá colocar uma carta cujo nome da figura começa com a mesma sílaba que termina /luVA/ .
    Exemplo: luVA – VAca .
    Ganha o jogo quem ficar sem nenhuma carta primeiro.
    Atenção! Se uma carta for trocada de lugar o jogo irá travar e cartas vão sobrar. Se isto acontecer,  juntos devem pensar o que precisam fazer para o jogo destravar! 

    Por hoje é isso! Até o próximo post <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

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    • 18 cartas;
    • Instruções de uso.
  • Maior ou Menor

    Maior ou Menor

    Oie!!!

    Hoje trouxemos para vocês um jogo maravilhoso para estimular o conhecimento lógico-matemático. Portanto, preparem-se porque vamos sugerir várias ideias para deixar o caminho da construção do número muito divertida para as crianças.

    “[…] Como as crianças se tornam capazes de ´conservar´ número? As crianças adquirem esta capacidade quando elas já construíram, até certo ponto, a estrutura lógico-matemática do número. [..] (KAMII e DECLARK, 1997, p. 37, grifo do autor)

    A construção do número não é algo que se adquire rapidamente. É preciso que a criança vivencie várias experiências no concreto para que ela vá pouco a pouco fazendo relações, comparações e, por fim, compreenda. Sendo assim, podemos estimular, mas é necessário que estejamos cientes que é um processo muito mais complexo do que simplesmente ensinar a recitar os números.

    As brincadeiras espontâneas e os jogos lúdicos podem contribuir muito para isso. Sendo assim, vamos às sugestões que pensamos para o jogo que estamos compartilhando com vocês hoje. Ah, ele está disponível gratuitamente em arquivo PDF. <3

    Sugestão de Uso:

    Coloquem as cartas dentro de uma caixa ou sacola.

    Cada jogador, na sua vez, pega uma carta da caixa. Aquele que pegar a carta com número maior fica com as duas cartas.

    Se tiver peças de Lego para que os jogadores possam comparar no concreto qual número representa a quantidade maior será excelente (!), mas também pode ser palitos de picolé. 

    Ganha o jogo quem conquistar mais cartas.

    Outras possibilidades de uso:

    1) Um jogador pega uma carta da caixa. Os demais jogadores devem tentar adivinhar o número que ele pegou. Para isto o jogador que está com a carta pode ir dando pistas. Exemplo: “é um número maior” ou “é um número menor”. Ganha quem acertar mais vezes.

    2) Os jogadores pegam duas cartas da caixa e devem fazer a soma ou subtração dos dois números.

    3) Colocar uma carta na mesa e pedir para as crianças procurarem as cartas com os números que vêm antes e que vêm depois.

    4) Pedir para os jogadores organizarem as cartas em ordem crescente ou decrescente.

    Ufa!…rsrs Queridos, esperamos que vocês possam aproveitar muuuito! Contem pra gente nos comentários se pensaram em outras possibilidades de uso para este jogo. Vamos amar saber! 

    Um forte abraço, fiquem bem!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
    KAMII, Constance.  A criança e o número: implicações da teoria de Piaget para atuação junto a escolares de 4 a 6 anos. Campinas, São Paulo : Papirus,  1990.

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    • 50 cartas;
    • Instruções de uso.
  • Dominó Aliteração

    Dominó Aliteração

    Oie!!!

    Já abordamos em várias publicações a importância da consciência fonológica para a alfabetização. Neste post estamos trazendo uma sugestão para instigar a aliteração que é a habilidade de identificar sons iniciais iguais (sílabas ou fonemas).

    A ideia essencial é a de que a análise explícita das palavras em unidades fonológicas é indispensável para compreender o código alfabético e, através disso, aprender a ler. (ALEGRIA, LEYBAERT e MOUSTY , 1997 apud CAPOVILLA e CAPOVILLA, 2007, p. 25).

    Oferecer jogos e brincadeiras que instiguem essa habilidade são excelentes. Especialmente, se a criança estiver apresentando dificuldade de aprendizagem. Sendo assim, vamos a proposta que trouxemos para vocês hoje. <3

    Sugestão de Uso:

    Distribuir igualmente as peças do dominó entre dois jogadores.

    O jogador que ficar com a peça que tem a imagem de uma /BALANÇA/ dá início ao jogo.

    Os jogadores deverão unir peças do dominó com sons/sílabas iniciais iguais.

    Exemplo: BAlança com BAteria.

    Ganha o jogo quem ficar sem nenhuma peça primeiro.

    Por hoje é isso! Até o próximo post <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    CAPOVILLA, Alessandra Gotuzo Seabra; CAPOVILLA, Fernando César. Problemas de leitura e escrita: como identificar, prevenir e remediar numa abordagem fônica. 5. ed. São Paulo: Memnon, 2007.

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    • 20 peças;
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